Debatedores destacam direitos de pacientes interditados

21/10/2005 - 15:14  

A representante da Subsecretaria de Direitos Humanos da Presidência da República Niusarete Margarida de Lima Campos disse há pouco, no seminário que discute a banalização da interdição judicial no Brasil, que falta informação na sociedade sobre os direitos dos pacientes com deficiência mental. Segundo ela, muitas vezes os médicos que atendem esses pacientes não conhecem a legislação que os beneficia. Para Niusarete, somente a informação pode acabar com os estigmas e preconceitos sobre o pacientes com doença mental.
O representante da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Joelson Dias, que lamentou a privação dos direitos de pacientes com transtornos mentais sob interdição judicial, alertou que a interdição não pode durar para sempre.

O evento, que teve início ontem, é promovido no plenário 1 pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias, em parceria com o Conselho Federal de Psicologia, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial.

Reportagem - Janary Júnior
Edição - Francisco Brandão

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