Promotor defende reforma para atendimento psiquiátrico

21/10/2005 - 16:50  

O promotor de justiça do Distrito Federal Jairo Bisol disse há pouco que a exigência de interdição judicial para a concessão de benefício a famílias carentes com portador de doença mental só deve terminar após a reforma psiquiátrica. Com ela, espera Bisol, as famílias carentes não precisarão entrar na Justiça para conseguir o benefício de prestação continuada.
A reforma psiquiátrica inclui ainda um conjunto de ações para mudar o atendimento ao portador de transtorno mental. Entre elas, a inclusão social pelo trabalho.

Carta de compromisso
No momento, os palestrantes discutem com o público questões levantadas no seminário sobre a interdição judicial no Brasil. Em instantes, deverá ser debatida a carta de compromisso das entidades envolvidas com o tema, entre as quais o Conselho Federal de Psicologia, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a Subsecretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

O seminário continua no plenário 1.

Reportagem - Janary Júnior
Edição - Francisco Brandão

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