ONG defende celular classificado como serviço essencial

20/10/2005 - 13:49  

A representante da Associação Pro Teste Consumidores, Ana Luísa Ariolli, voltou a defender a extensão da definição de "serviço público essencial" para a área de telefonia celular. Se isso ocorrer, mudam as relações entre usuários e fornecedores, que terão mais obrigações.
Ana Luísa participou da quarta e última reunião com as prestadoras de serviço de telefonia móvel promovida pela Comissão de Defesa do Consumidor, que terminou há pouco. A entidade esteve presente em todas as reuniões e está procurando apoio para reformular a legislação e implantar a mudança.

Necessidade
Segundo dados da Pro Teste, 80% dos 79,9 milhões de celulares no Brasil funcionam pelo sistema pré-pago, com uma média de gasto de R$ 4 por mês. "Isso caracteriza uma migração da população de baixa renda para o serviço, que se tornou uma necessidade básica", defendeu a representante da entidade.

Reportagem - Marcello Larcher
Edição - Pierre Triboli

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência)

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