Debate sobre tráfico de armas é dividido em temas
30/03/2006 - 16:26
Representantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tráfico de Armas participam neste momento, no Itamaraty, de cinco reuniões diferentes sobre o comércio ilegal de armas na região fronteiriça do Brasil. Os trabalhos foram divididos por área de fronteira: com Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia/Peru e Suriname/Colômbia. Todas as reuniões são fechadas. Reportagem - Antônio Júnior
Parlamentares da CPI e funcionários discutem com diplomatas e militares representantes de cada um dos países vizinhos mecanismos de combate ao tráfico de armas de outras nações da América do Sul para o Brasil. "O objetivo não é cobrar a culpa desses países no tráfico, mas pedir ajuda", disse o presidente da CPI, deputado Moroni Torgan (PFL-CE).
O sub-relator da comissão e responsável pelos trabalhos relativos ao Uruguai, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), lembrou que a discussão é pioneira. "Até agora, o Brasil só havia feito parceiras no campo diplomático. Queremos realmente que esses países criem mecanismos em suas legislações para que se passe ao combate efetivo do tráfico", disse Pimenta.
Edição - Noéli Nobre
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