Comissão quer fazer justiça ao Cerrado e à Caatinga
04/04/2006 - 18:08
O presidente da Comissão Nacional do Programa Cerrado Sustentável (Conacer), João Paulo Ribeiro Capobianco, afirmou há pouco que um dos objetivos da Conacer será "reverter a injustiça histórica contra o Cerrado e a Caatinga". Atualmente, o Pantanal, a Floresta Amazônica, a Mata Atlântica e a Serra do Mar são considerados patrimônio nacional.
Capobianco informou que existem cerca de 40 milhões de dólares (cerca de R$ 85,2 milhões) previstos para o programa - verba proveniente de dotação orçamentária e de outras fontes. Segundo ele, 13 milhões de dólares (cerca de R$ 27,6 milhões) já estão disponíveis para dar início ao trabalho da comissão.
O presidente disse esperar que, em razão da sua grande representatividade, a Conacer seja muito produtiva, para poder reverter o "problema dramático" por que passam o Cerrado e a Caatinga. A comissão é formada por representantes de municípios, da Embrapa, de quilombolas e agricultores, entre outros.
Patrimônio Nacional
Capobianco também destacou que a Conacer trabalhará pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 115/95, que reconhece o cerrado e a caatinga como patrimônio nacional.
Segundo Capobianco, o grande número de pessoas presentes à instalação da comissão demonstra a importância do cerrado para o Brasil.
A cerimônia continua no auditório Freitas Nobre, no Anexo 4. Reportagem - Antônio Júnior/Rádio Câmara
Edição - Renata Tôrres
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