João Gualberto, da Arxo Industrial, também permanece calado na CPI da Petrobras
O segundo executivo da empresa Arxo Industrial convocado para prestar depoimento à CPI da Petrobras, João Gualberto Pereira, também decidiu optar por seu direito constitucional de permanecer calado e, por isso, foi dispensado de depor.
O primeiro depoente, Gilson Pereira, também foi dispensado de depor após declarar que permaneceria calado.
Ambos os executivos e um terceiro diretor da Arxo Industrial, Sérgio Maçaneiro, obtiveram no Supremo Tribunal Federal habeas corpus que dá a eles o direito de não depor na audiência.
Os três executivos foram presos pela Polícia Federal na nona fase da Operação Lava Jato, acusados de pagar propina a funcionários da BR Distribuidora em troca de informações privilegiadas.
A Arxo fabrica tanques de combustíveis e tinha um contrato de R$ 85 milhões com a BR Distribuidora.
A audiência ocorre no plenário 3.