Direitos Humanos

CPI do Tráfico de Pessoas ouve religiosa jurada de morte no Pará

26/06/2012 - 08:24  

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tráfico de Pessoas no Brasil realiza, hoje, audiência pública para ouvir representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), do Ministério do Trabalho e Emprego, e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Segundo o presidente da CPI, deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA) a irmã Henriqueta Cavalcante, coordenadora da Comissão de Justiça e Paz (CJP) do Regional Norte 2 da CNBB (Amapá e Pará), foi convidada porque contribuiu para os trabalhos da CPI da Pedofilia da Assembleia Legislativa do Pará e, por causa do trabalho desenvolvido, encontra-se jurada de morte.

Para a deputada Janete Capiberibe (PSB-AP), que pediu a audiência, o “trafico de pessoas é causa e consequência da violação dos direitos humanos, é uma ofensa porque explora a pessoa humana, degrada sua dignidade, limitando o direito de ir e vir”.

Além da irmã Henriqueta, foram convidados:
- a secretária de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego,Vera Lúcia Ribeiro de Albuquerque;
- o coordenador geral da Comissão de Erradicação do Trabalho Escravo, da Secretaria de Direitos Humanos/PR, José Armando Fraga Diniz Guerra.

A reunião será realizada a partir das 10 horas, no Plenário 11.

Da Redação/MW

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'.