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Vacinação contra a febre amarela

A febre amarela voltou a preocupar o Brasil. O surto da doença, que começou no ano passado, em Minas Gerais e regiões vizinhas do estado viajando pelas matas, agora chegou nas regiões mais populosas da Mata Atlântica do sudeste brasileiro, que compreende São Paulo, Rio de Janeiro e Vitória (ES), afetando mais de 50 milhões de pessoas.

Segundo o Ministério da Saúde, de julho de 2017 até o dia 14 deste mês de janeiro, foram confirmados 35 casos da doença e 20 mortes. Ao todo, foram notificados 470 casos suspeitos, sendo que 145 permanecem em investigação e 290 foram descartados. É o maior surto da doença desde 1980 e a ampliação de cobertura vacinal levou o governo a fracionar as aplicações.

Por enquanto, a transmissão ocorre por causa do mosquito silvestre chamado Haemagogus Janthinomys e Sabethes, que vivem nas matas brasileiras, por isso chamamos o ciclo de Febre Amarela Silvestre. Mas caso uma pessoa contaminada na mata chegue à cidade com o vírus, o Aedes Aegypti pode transmitir a doença.

Felizmente não há evidências de que o Aedes esteja transmitindo o vírus, o que não ocorre no nosso país desde 1942. Os casos confirmados são registrados em zonas silvestres, rurais e de mata.

Quem pode e deve tomar a vacina, quais as reações adversas, quantas doses durante a vida e qual a história dessa doença que aflige o Brasil?

Participantes:

- Maria Beatriz Ruy, diretora de Vigilância Epidemiológica do GDF;
- Vitor Laerte Pinto Júnior, médico infectologista;
- Pedro Vasconcelos, virologista e diretor do Instituto Evandro Chagas;
- Akira Homma - consultor científico Bio-Manguinhos;
- Deputado federal Odorico Monteiro (PSB/CE).

E a repórter Karla Alessandra faz entrevistas diretamente do centro de Brasília

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Apresentação - Fabricio Rocha

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