06/12/2017 10:14 - Política
06/12/2017 10:14 - Política
O Plenário da Câmara teve mais uma noite de debates acirrados em torno da medida provisória que dá isenção fiscal a empresas do setor de petróleo. Nesta terça-feira, os deputados analisaram os destaques apresentados ao texto principal da medida.
A oposição tentou mudar trechos da medida provisória aprovada semana passada, que dá isenção de vários impostos para empresas do setor de petróleo. Eram doze destaques – e o embate começou já no primeiro, que trata de um artigo que diminui a contribuição social sobre o lucro líquido devido pelas empresas. Mas o destaque não passou e o texto foi mantido.
A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) voltou a falar sobre o rombo que a medida provisória vai causar.
O deputado Júlio Lopes (PP-RJ) disse que outros governos tentaram desonerar o setor de outra forma.
Outro destaque tratava da cobrança de tributos como PIS-Cofins e a Cide sobre serviços técnicos realizados pelas petroleiras. O texto principal dispensa esse pagamento. O deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS) explicou a queixa da oposição.
Já o deputado Pedro Paulo (PMDB-RJ), garante que estados e municípios vão sair ganhando.
Ao final das votações, o texto original da medida provisória foi mantido. Nenhum destaque foi aprovado.
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