05/05/2015 21:44 - Trabalho
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O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, acompanhou um grupo de parlamentares ao protocolo da Casa para demonstrar apoio ao Projeto (1358/15) que modifica o cálculo de correção do FGTS.
O projeto foi protocolado hoje pelos deputados Paulo Pereira da Silva, do Solidariedade de São Paulo, Leonardo Picciani (RJ), líder do PMDB, e Mendonça Filho (PE), líder do Democratas.
De acordo com o texto, os depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) poderão ser remunerados com as mesmas taxas da caderneta de poupança.
Eduardo Cunha ressaltou que a proposta não irá modificar os atuais investimentos e só valerá para novos depósitos a partir de janeiro de 2016.

"Visa à mudança da correção das contas dos trabalhadores, no FGTS, nos depósitos efetuados a partir de 1º de janeiro de 2016. Não mexe nada com os depósitos existentes. Vai ficar em um saldo segregado e a correção será diferenciada do saldo atual, até 31 de dezembro, e do novo saldo, que vai se formar a partir de 1º de janeiro."
O deputado Paulo Pereira da Silva, que dirige a Força Sindical, disse que a proposta corrige uma distorção histórica, mesmo sem modificar os atuais investimentos.
"Pelo menos esse projeto corrige para frente. Os trabalhadores, daqui em diante, terão essa correção de seu único direito: o fundo de garantia, um direito sagrado, pelo menos, de acordo com a inflação."
Ainda segundo Eduardo Cunha, nesta semana será protocolado requerimento de urgência ao projeto para que ele seja votado na próxima semana pelo Plenário.
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