10/09/2013 21:02 - Política
10/09/2013 21:02 - Política
Câmara pode votar reforma política no fim do mês. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, assumiu o compromisso de votar a reforma política entre 23 e 27 de setembro após reunir-se com representantes de entidades do movimento "Eleições Limpas". O grupo reúne a OAB, Ordem dos Advogados do Brasil; a CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil; a UNE, União Nacional dos Estudantes, entre outras. Eles entregaram proposta de reforma política de iniciativa popular ao presidente da Câmara.
Henrique Alves disse que vai encaminhar essa e outras sugestões ao grupo de trabalho que se dedica ao tema para que elabore uma proposta consensual de reforma política.
"Eu acho que essa mea culpa todos nós temos que ter a humildade de fazer. Essa Casa não foi ainda competente para apresentar um projeto e votá-lo e levá-lo, portanto, à consequência de um voto claro, consciente, para que a gente possa ter um projeto viável, realista, de reforma política, que seria submetido a referendo popular na eleição do próximo ano."
O bispo Joaquim Mol, da CNBB, disse que um dos pontos mais importantes da proposta é o financiamento público de campanhas. Ele também destacou a limitação das doações de pessoas físicas a R$ 700 e a proibição de doações de empresas.
"Fechando assim a possibilidade de processos de corrupção, de beneficiamento. A eleição é gente votando em gente, pessoas votando em pessoas, portanto, empresa não vota e nós insistimos nesse ponto como um dos mais importantes."
A proposta de reforma política de iniciativa popular conta com o apoio de 40 entidades e 130 deputados.
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