03/12/2025 21:33 - Administração Pública
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COMISSÃO MISTA DE ORÇAMENTO APROVA LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS DE 2026. A REPÓRTER SILVIA MUGNATTO ACOMPANHOU A VOTAÇÃO.
A Comissão Mista de Orçamento aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026 (PLN 2/25). O relator, deputado Gervásio Maia (PSB-PB), estabeleceu prazo até o final do primeiro semestre do ano que vem para que o Executivo pague 65% do total das emendas parlamentares ao Orçamento de execução obrigatória. A preocupação é com a restrição de gastos em ano eleitoral, conforme explicou o deputado:
“Um avanço muito importante. Equilibrado. Porque falar em 65%, a gente está falando no pagamento de parte das emendas até o mês de julho. Isso vai garantir um planejamento muito importante para os gestores.”
A regra vale para emendas individuais e coletivas destinadas a fundos de saúde e de assistência social e para as chamadas transferências especiais, chamadas de emendas Pix.
A LDO define regras para a elaboração e a execução do Orçamento anual. A proposta prevê superávit de R$ 34,3 bilhões em 2026, o equivalente a 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB). Mas, pelo texto aprovado, o governo poderá considerar o limite inferior da meta para fazer limitações de gastos. A meta pode variar 0,25% para cima ou para baixo.
A comissão também aprovou o relatório preliminar do Orçamento de 2026 (PLN 15/25), alocando R$ 12,1 bilhões para emendas de comissões da Câmara e do Senado e mais R$ 4 bilhões para o fundo eleitoral. No projeto original, o fundo tinha apenas R$ 1 bilhão.
Para fazer isso, o relator, deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), se valeu de uma reestimativa de receitas aprovada anteriormente pelo colegiado e por um corte linear de R$ 2 bilhões nas dotações originais.
Da Rádio Câmara, de Brasília, Silvia Mugnatto
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