Setor de Tecnologia da Aeronáutica sofre com carência de funcionários e baixo investimento
07/06/2017 - 17:15
O diretor-geral do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial do Comando da Aeronáutica, brigadeiro do ar Carlos Augusto Amaral, apontou outros problemas para a área de ciência e tecnologia da Aeronáutica: o déficit de 1.400 funcionários numa equipe que deveria contar com cerca de 5 mil profissionais.
Para piorar, um servidor novo leva até quatro anos para adquirir o conhecimento de quem se aposentou. Até 2020, ele afirma que vai ter menos de um terço do efetivo que precisa para desenvolver os trabalhos.
Com o baixo número de funcionários, está em negociação um acordo de cooperação técnica entre o centro de lançamento, o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e a Universidade Federal do Maranhão.
O Brasil investe 0.006% do PIB em programas espaciais e está atrás da Argentina, que investe dez vezes mais recursos.
Reportagem - Luiz Cláudio Canuto
Edição - Roberto Seabra