Economia

Produtos farmacêuticos

22/06/2004 - 18:07  

Devido à gravidade de casos que resultaram em relevantes danos à saúde da população, inclusive com a ocorrência de óbitos, a CPI da Pirataria investigou também as ocorrências de pirataria envolvendo o uso de três produtos farmacêuticos.
O primeiro deles foi o medicamento denominado Celobar, fabricado pelo Laboratório Enila Indústria e Comércio de Produtos Químicos e Farmacêuticos S. A. O Rio de Janeiro foi o precursor nessa importante investigação, pois conseguiu provar que o Celobar matou o paciente Ricardo Diomedes.
O segundo produto investigado foi o Methyl Lens Hypac 2%, fabricado pela empresa Lens Surgical Oftalmologia Indústria e Viveira, suspeito de ter causado casos agudos de oftalmite e cegueira em pacientes de hospitais de São Paulo e do Rio de Janeiro.
O terceiro produto foi o OPT VISC 2%, apresentado em seringa, que, assim como o anterior, contém a substância metilcelulose. Esse produto foi relacionado a casos de endolfalmite em pacientes submetidos a cirurgia de catarata no Instituto de Olhos Vista Med, da cidade de São Caetano do Sul (SP).
De acordo com o relatório, esses casos demonstram que o Brasil, apesar de acumular importante experiência com a falsificação e adulteração de medicamentos nos anos de 1997 e 1998, ainda carece de um sistema eficiente de fiscalização, especialmente no comércio atacadista e varejista de produtos farmacêuticos adulterados.
O relatório sugere que sejam identificados os órgãos de vigilância sanitária que não estejam atuando de forma eficaz.

Confira o resumo do relatório para cada setor investigado:
Bebidas
Cigarros
Copiadoras
Direitos autorais e editoriais
Indústria fonográfica
Law Kin Chong
Informática
Óculos
Peças automotivas
TV por assinatura
Casos envolvendo agentes públicos

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Reportagem - Rafael Braga
Edição - Patricia Roedel

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência)

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