Após esclarecimentos, Polícia Legislativa libera segundo manifestante
27/03/2013 - 18:47
Após ser ouvido e liberado pela Polícia Legislativa, o servidor público Allyson Prata contou ter sido ofendido e agredido pela segurança da Câmara. Ele mostrou marcas no braço das supostas agressões e afirmou que vai ao Instituto Médico Legal (IML) fazer exame de corpo de delito.
Prata entende que foi detido injustamente ao tentar negociar com a segurança da Casa uma forma de conter a manifestação em frente ao gabinete do presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, deputado Marco Feliciano (PSC-SP).
Ele disse ainda que as agressões não vão impedi-lo de continuar agindo contra Marco Feliciano e que vai entrar com uma ação contra a Câmara pelo acontecido.
Antes de Allysson, a Polícia Legislativa ouviu o antropólogo Marcelo Régis, levado pelos policiais para prestar esclarecimentos após o presidente da Comissão de Direitos Humanos afirmar ter sido acusado de racismo pelo manifestante.
Reportagem – Rodrigo Bittar
Edição – Rachel Librelon