Paul Singer: setor de economia solidária continua clandestino
O secretário nacional de economia solidária, Paul Singer, disse há pouco que, embora os empreendimentos solidários, autogeridos, tenham crescido no País, o setor continua “clandestino”. Paul Singer participa de evento na Comissão de Legislação ParticipativaCriada em 2001, tornou-se um novo mecanismo para a apresentação de propostas de iniciativa popular. Recebe propostas de associações e órgãos de classe, sindicatos e demais entidades organizadas da sociedade civil, exceto partidos políticos. Todas as sugestões apresentadas à comissão são examinadas e, se aprovadas, são transformadas em projetos de lei, que são encaminhados à Mesa Diretora da Câmara e passam a tramitar normalmente. para apresentação de proposta de iniciativa popular que cria uma Política Nacional de Economia Solidária.
Singer acredita que a proposta, por si só, não é suficiente. “Uma lei não vai resolver se não conseguirmos convencer a opinião pública de que a economia solidária não é somente uma maneira de atender a pessoas pobres, mas sim uma forma de fazer uma economia justa, de iguais, sem exploração”, argumentou Singer.
A economia solidária compreende uma diversidade de práticas econômicas e sociais organizadas sob a forma de cooperativas, associações, clubes de troca, empresas autogestionárias, redes de cooperação, entre outras, que realizam atividades de produção de bens, prestação de serviços, finanças solidárias, trocas, comércio justo e consumo solidário. Sua finalidade é multidimensional, isto é, envolve a dimensão social, econômica, política, ecológica e cultural.
A reunião continua no plenário 3.