Participação Popular

07/10/2009

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Participação Popular discute como combater a violência urbana

Entre 1996 e 2006, a proporção do número de assassinatos no Brasil cresceu mais que a população. Os homicídios tiveram aumento de 20%, enquanto o crescimento da população foi de 16,3%. Nesse período mais de 500 mil brasileiros foram mortos. A maioria, jovens de 15 a 24 anos assassinados por armas de fogo. Os dados são do Mapa da Violência dos Municípios Brasileiros 2008.

Essas mortes antes aconteciam, em grande maioria, nas capitais e regiões metropolitanas. Agora o interior do Brasil também é responsável por estatísticas alarmantes. Entre as 30 cidades mais violentas do país figuram apenas duas capitais. A violência urbana amedronta a população e preocupa as autoridades.

Apurar as causas do problema é o objetivo de uma CPI instalada na Câmara. Aliar penas rígidas para a prática de crimes, o cumprimento efetivo da lei e um sistema carcerário eficiente pode fazer com que o Brasil deixe de figurar entre os países com as maiores taxas de homicídio no mundo? O Participação Popular vai entrar nessa discussão com o deputado Pedro Wilson (PT-GO), vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, e a deputada Marina Maggessi (PPS-RJ), que é ex-delegada e presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara. Participam também acadêmicos, representantes de ONGs, do governo, e de famílias de vítimas.

Participação Popular

Com linguagem simples, o programa é uma grande arena de conversa. É realizado, ao vivo, com a presença de convidados no estúdio da TV Câmara, sejam especialistas, representantes do poder público ou de organizações da sociedade civil. Também conta com o ponto de vista de deputados. E, o mais importante, diretamente das ruas, os cidadãos falam o que pensam, tanto em Brasília como em outras cidades do país, em parceria com a Rede Legislativa de TV e Rádio. O programa também recebe interações pelo WhatsApp e redes sociais.

Ao vivo: sexta-feira, às 12h. | Reprises: sexta-feira, às 18h; sábado às 13h e às 19h; domingo, às 23h; segunda-feira, às 21h; e terça-feira, às 22h30.

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