Expressão Nacional
27/01/2009
Combatentes da malária pedem reparação do Governo (bl.1)
Por muitos anos, os servidores da extinta Superintendência de Campanhas de Saúde Pública - Sucam combateram a malária no norte do país com o dicloro-difenil-tricloretano, o DDT, usado para matar o mosquito transmissor. Segundo estudos científicos apresentados em audiência pública na Câmara dos Deputados, o produto é condenado para uso agrícola porque causa danos ao meio ambiente e pode ser o responsável por problemas de saúde em milhares de pessoas. Os sindicatos de servidores públicos no Pará e Acre já catalogaram mais de mil trabalhadores que teriam sido afetados pelo DDT e que esperam indenização do governo. Apesar disso, o produto ainda é defendido por autoridades de saúde. O Expressão Nacional quer saber por quê.
Participam deste debate a deputada Jô Moraes, da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara; a professora da UFRJ, Heloísa Pacheco, com experiência na área de saúde coletiva; a professora de Farmácia da UnB, Eloisa Caldas; e o toxologista Celso Paiva, da Funasa.