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01/10/2014

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CPMI se articula para receber depoimento de Paulo Roberto Costa

O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa deixou hoje a carceragem da Polícia Federal em Curitiba. E seguiu para a casa dele no Rio de Janeiro, onde vai ficar em prisão domiciliar. O benefício faz parte da delação premiada, um acordo feito com o Ministério Público em troca de informações. A partir de agora, Paulo Roberto Costa vai ser monitorado pela polícia por meio de uma tornozeleira. E a CPI de deputados e senadores que investiga irregularidades na Petrobras deve receber, nos próximos dias, os depoimentos do ex-diretor da estatal, dados ao ministério.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki homologou o acordo de delação premiada entre o Ministério Público e o ex-diretor da Petrobras. A homologação era condição imposta pelo judiciário para liberar as informações à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito. O presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo, vai pedir novamente ao supremo até a próxima segunda-feira o acesso aos depoimentos de Paulo Roberto Costa. O ex-diretor teria afirmado que várias autoridades públicas teriam supostamente recebido propina em contratos com a Petrobras. O ministro Teori Zavascki ressalta que é possível constatar elementos indicativos de possível envolvimento de várias autoridades, inclusive de parlamentares federais. A investigação é da Polícia Federal, que desmontou um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas que teria movimentado 10 bilhões de reais. As investigações apontam Paulo Roberto e o dolerio Alberto Youssef como dois dos principais integrantes da quadrilha.

Reportagem – Jaciene Alves

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