Câmara Hoje
26/10/2010
Garantir agilidade às filas de transplantes é maior desafio, dizem especialistas
A coordenadora do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde, Rosana Nothern, diz que garantir mais agilidade às filas para transplante é um dos principais desafios do órgão. Ela ressalta que há diferenças de estado para estado e entre as diversas modalidades de transplantes. A espera por um órgão é variável, dependendo inclusive da gravidade do caso.
A enfermeira Isabela Rodrigues, da Comissão de Controle de Infecção do Hospital Universitário de Brasília, explica que, no caso dos transplantes de córneas, a tendência é serem realizados mais rápido, porque não há muito problema de incompatibilidade entre doador e receptor.
Já Carlos Alberto Rosa, da Associação dos Renais de Brasília, diz que a espera por um rim no DF é longa, os exames preparatórios demorados e que faltam recursos humanos na captação de órgãos e na realização dos transplantes.
Créditos:
- Rosana Nothern - Sistema Nacional de Transplantes - Ministério da Saúde
- Isabela Rodrigues - Comissão de Controle de Infecção - HUB
- Mariana Przytyk - repórter
- Carlos Alberto Rosa - presidente da Associação dos Renais de Brasília
- Paula Medeiros - repórter