Câmara Hoje

01/12/2009

! Não consegue assistir ao vídeo? Peça para bancodeconteudo@camara.leg.br

01/12/2009

! Não consegue assistir ao vídeo? Peça para bancodeconteudo@camara.leg.br

Escândalo de propina em Brasília repercute no Congresso

O governador do Distrito Federal vai ter até o dia dez para provar ao partido dele, o Democratas, que é inocente no escândalo de pagamento de proprina e evitar a expulsão do partido. O prazo foi concedido hoje depois de uma reunião da executiva do DEM. O escândalo do mensalão do DEM de Brasília começou no dia 27 de novembro, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Caixa de Pandora. No inquérito, o governador José Roberto Arruda é apontado como o comandante de um esquema de distribuição de propina a deputados distritais e aliados. Arruda também teria montado um esquema de caixa dois para a sua campanha ao governo do DF em 2006.

Com as denúncias, quatro partidos já anunciaram o afastamento do governo do Distrito Federal. Da tribuna do Plenário na Câmara, os deputados repercutiram o escândalo.

Créditos:
- Imagens cedidas pela Rede Globo
- José Roberto Arruda - governador do DF
- Dep. Vanessa Grazziotin (PCDOB–AM)
- Dep. Júlio Delgado (PSB-MG)
- Ana Chalub - Repórter
- Dep. Rodrigo Maia (DEM-RJ) - Presidente do partido

Câmara Hoje

O governador do Distrito Federal vai ter até o dia dez para provar ao partido dele, o Democratas, que é inocente no escândalo de pagamento de proprina e evitar a expulsão do partido. O prazo foi concedido hoje depois de uma reunião da executiva do DEM. O escândalo do mensalão do DEM de Brasília começou no dia 27 de novembro, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Caixa de Pandora. No inquérito, o governador José Roberto Arruda é apontado como o comandante de um esquema de distribuição de propina a deputados distritais e aliados. Arruda também teria montado um esquema de caixa dois para a sua campanha ao governo do DF em 2006. Com as denúncias, quatro partidos já anunciaram o afastamento do governo do Distrito Federal. Da tribuna do Plenário na Câmara, os deputados repercutiram o escândalo.

NOSSAS REDES