Sempre Um Papo

11/12/2004

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Lya Luft (Escritora)

Com Histórias de bruxa boa, Lya Luft explora o fantástico mundo do imaginário infantil. Inspirada em histórias que contou para sua neta Isabela, a escritora criou personagens que vão encantar e divertir crianças e adultos. São cinco histórias que incluem inusitadas e divertidas sugestões de Isabela, saídas diretamente da fantasia de uma criança. As ilustrações são da pintora e pediatra Susana Luft, mãe de Isabela e filha de Lya. No livro, avó e neta embarcam com o leitor em aventuras deliciosas, numa casa divertida com uma família, empregadas que participam de tudo, bebês nascendo, uma avó voando numa vassoura, bruxas perversas que são derrotadas, bichos que falam, lobos, sereias e muita imaginação. Na coletânea Pensar é transgredir, Lya fala com extrema delicadeza sobre seus temas preferidos e que fizeram de Perdas & ganhos um fenômeno editorial, com mais de 100 mil exemplares vendidos em menos de um ano. Ao todo são 50 textos em que, mais uma vez, Lya Luft desvenda o submundo em que vive a mulher. Sua literatura extremamente intimista percorre o caminho desbravado por Clarice Lispector, mas com uma nota absolutamente pessoal.
Pensar é transgredir vai da preocupação com o social à inquietação pelo mistério da vida. Mas nele a autora também deixa entrever um pouco do cotidiano em sua casa, revela coisas de sua infância e mostra seu lado bem-humorado, comentado por quem a conhece pessoalmente. Fala do desafio que é podermos escrever uma parte da nossa história pessoal, e da dificuldade de sermos responsáveis por nossas escolhas; mas também escreve sobre ternura, alegria e perplexidade. Romancista, poeta, cronista e ensaísta, Lya Luft é um dos maiores fenômenos editoriais do mercado brasileiro nos últimos anos. Gaúcha de Santa Cruz, começou sua carreira literária em 1980, aos 41 anos, com a publicação do romance As parceiras, seguido por A asa esquerda do anjo (1981), Reunião de família (1982), Mulher no palco (1984), O quarto fechado (1984), Exílio (1987), O lado fatal (1988), A sentinela (1994), O rio do meio (1996, prêmio da Associação Paulista de Críticos de Artes), Secreta Mirada (1997), O ponto cego (1999), Histórias do tempo (2000), Mar de dentro (2002), Perdas & ganhos (2003) e Pensar é transgredir (2004). Formada em letras anglo-germânicas e com mestrados em Literatura Brasileira e Lingüística Aplicada, Lya trabalha desde os vinte anos como tradutora de alemão e inglês e já verteu para o português obras de autores consagrados como Virginia Woolf, Günter Grass, Thomas Mann e Doris Lessing, além de ter recebido o prêmio União Latina de melhor tradução técnica e científica em 2001 pela tradução de Lete: Arte e crítica do esquecimento, de Harald Weinrich.

Sempre Um Papo

Em parceria com a Associação Sempre Um Papo, a TV Câmara exibe quinzenalmente debates com escritores brasileiros, colocando frente a frente autor e leitor.

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