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Momento O Eco: empresário reclama de distorçoes nos impostos que prejudicam indústria de reciclagem
31/03/2014 - 08h30
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Momento O Eco: empresário reclama de distorçoes nos impostos que prejudicam indústria de reciclagem

O material plástico, mais conhecido como PET, o plástico Politereftalato de Etileno, virou há tempos a forma mais comum de engarrafar refrigerantes, água e sucos.
Porém, o melhor é que reciclado ele pode ser usado desde para embalagens de produtos de limpeza, de alimentos, materiais de uso escolar como réguas, relógios, porta lápis e canetas, até em edredons, travesseiros, tapetes e carpetes.
Ele pode virar ainda bichos de pelúcia, tinta e até fazer parte de um telefone celular. Todos esses fins são mais nobres do que descartá-lo para sempre em um aterro sanitário.

"O PET é o "filet mignon" da indústria da reciclagem no Brasil", diz Edson Freitas, presidente da Associação de Recicladores de Embalagens PET (Abrepet).
Entretanto, apesar de ser uma matéria-prima valiosa, as indústrias de reciclagem tem funcionado com apenas 30% de sua capacidade. Ele informou que são jogadas fora nos aterros sanitários uma média de trezentos milhões de embalagens por ano.
Repórter: Fabíola Ortiz
Editor do site O Eco: Eduardo Pegurier