Depoimentos de assessores foram evasivos, diz sub-relator
03/08/2006 - 19:42
O deputado José Carlos Aleluia (PFL-BA), sub-relator de Investigação de Parlamentares da CPMI das Sanguessugas, disse há pouco que os depoimentos de assessores e ex-assessores de parlamentares investigados pela comissão não trouxeram "estórias plausíveis". Segundo Aleluia, os depoimentos foram evasivos e não serviram para isentar de culpa deputados e senadores.
Hoje foram ouvidos 7 dos 29 convidados pela CPMI: Newton Sabaraense, assessor da deputada Teté Bezerra (PMDB-MT); Ana Alberga Christiane Almeida Pirajá Dias, assessora do deputado Vanderlei Assis (PP-SP); Divaldo M. S. Júnior, assessor do deputado Enivaldo Ribeiro (PP-PB); Marcos Antônio de Araújo, primo e assessor do deputado Ildeu Araújo (PP-SP); Marcelo Cardoso de Carvalho, ex-assessor do senador Ney Suassuna (PMDB-PB); Régis Moraes Galeno, assessor do deputado João Mendes de Jesus (PSB-RJ); e Vander Cesário Rosa, assessor do deputado Júnior Betão (PL-AC).
Repetição de depoimentos
Segundo o sub-relator, haverá necessidade de ouvir novamente Newton Sabaraense e Marcelo Cardoso de Carvalho, cujos depoimentos não teriam sido satisfatórios.
Aleluia disse também que os depoimentos serão retomados amanhã, a partir das 10 horas, e prosseguirão até a terça-feira (8). "A idéia é ouvir todo mundo", afirmou.
A reunião da sub-relatoria foi encerrada há pouco. Reportagem - Janary Júnior
Edição - Renata Tôrres
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