Indústrias de óleos criticam relatório do Greenpeace

08/12/2005 - 12:52  

O secretário-geral da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), Fábio Trigueirinho, criticou o relatório apresentado pelo Greenpeace na audiência pública promovida pelas comissões de Meio Ambiente e de Defesa do Consumidor. A ONG acusa os fabricantes dos óleos comestíveis das marcas Soya e Liza de não informar nos rótulos a presença de soja transgênica. Segundo o secretário, que também participa da audiência, a legislação brasileira só determina a rotulagem em produtos finais que apresentem organismos geneticamente modificados (OGM). "Se não fosse assim, como fiscalizar os produtos importados, pois ele só chegam na versão final? Precisamos de igualdade de competição", declarou.
A consultora científica da Associação Brasileira das Indústrias Alimentícias (Abia), Lireny Aparecida Gonçalves, disse que, após ser refinado, 99% da composição do óleo de soja comestível é composta por triglicerídeos. "Não há transgenia no óleo refinado", afirmou.

A audiência prossegue no plenário 8.

Reportagem - Paula Bittar
Edição - Rodrigo Bittar

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