Hélio Costa defende conselho que avalia TV digital

07/11/2005 - 16:00  

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, rebateu há pouco a crítica do conselheiro de Comunicação Social Celso Schroeder, representante dos jornalistas, de que o Comitê Consultivo para implantação da TV digital no Brasil tenha sido substituído pelas empresas de radiodifusão (rádio e televisão) no debate. Em audiência pública do Conselho de Comunicação Social, o ministro explicou que o comitê faz reuniões periódicas e debate os problemas que poderão existir na implantação do sistema.
O ministro afirmou ainda que o Decreto 4901/03, que estabelece a TV digital, criou o Comitê de Desenvolvimento, o Comitê Consultivo e o Grupo Gestor, que são as três instâncias de discussão do processo. O País, de acordo com o ministro, não pode esperar mais pela definição da TV digital brasileira. "Agora é o momento da decisão, depois de dois anos e meio de discussão sobre o processo", afirmou.
O ministro lembrou que o negócio das telecomunicações no Brasil movimenta R$ 35 bilhões por ano. Sete por cento desse valor, disse, corresponde às empresas de radiodifusão. Ele destacou a necessidade de regulamentar a transmissão de conteúdos pelas empresas de telefonia, por exemplo.

Convergência tecnológica
O debate sobre a implantação da TV digital foi encerrado há pouco. Os integrantes do Conselho de Comunicação Social discutem agora a convergência tecnológica nos meios de comunicação. Os expositores desse tema são o vice-presidente de Relações Institucionais das Organizações Globo, Evandro do Carmo Guimarães, e o presidente da Associação Brasileira de Telecomunicações, Ronaldo Iabrudi dos Santos Pereira.

A reunião ocorre na sala 6 da ala Senador Nilo Coelho, no Senado.

Reportagem - Cristiane Bernardes
Edição - Noéli Nobre

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência)

Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
A Agência também utiliza material jornalístico produzido pela Rádio, Jornal e TV Câmara. SR

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'.