CPI do Tráfico de Armas ouve oficial preso com munição
07/06/2005 - 17:24
Após ouvir o depoimento da detenta Taís Alves da Silva, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tráfico de Armas está questionando neste momento, pela segunda vez no mês, o namorado dela, o tenente-coronel Walter dos Santos Paraíso. Os dois foram presos em Foz do Iguaçu (PR) com armas e munições ilegais.
O presidente da comissão, deputado Moroni Torgan (PFL-CE), disse que houve contradição entre os dois depoimentos e admitiu que Taís e Walter podem ser submetidos ainda hoje ou amanhã a uma acareação.
Às primeiras perguntas dos deputados, o tenente-coronel respondeu que só falará na Justiça, já que o seu advogado não está presente à audiência pública da CPI. Ele invocou o direito de permanecer calado.
Contradições Reportagem - Lucélia Cristina
Entre outras contradições, Taís disse à CPI que o amigo de Walter que conduziu o casal ao hotel Ilha de Capri, em Foz do Iguaçu, também dormiu no estabelecimento. Na manhã seguinte, ela e Walter se despediram do amigo, conhecido como Djalma, e deixaram o hotel. Em seu primeiro depoimento à comissão, o tenente-coronel disse que seu último contato com Djalma foi na noite em que ele o deixara no hotel.
Edição - Rejane Oliveira
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência)
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