Relator quer acelerar a tramitação de propostas que regulamentam vaquejada
4 Comentários Anteriores
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Escrito por: Erasmo Neto
16/03/2017, 12h23
Contra a proposta.Os animais,estão inferiores a nós no poder decisório.Nem a base que sustenta a proposta tem lógica,"cultura imaterial".Cultura é diferente de costumes.Imaterial é aquilo que não temos capacidade para entender.Invertam a pratica,domestiquem os animais para não aceitarem a montaria e sim montar em animais pípedes.
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Escrito por: Jose Roberto Ferraz
16/03/2017, 18h18
Desconsidera-se a decisão do STF, a Lei nº 9.605/98, que no seu art. 32 dispõe claramente sobre a tipicidade do fato, descrevendo a tal da "vaquejada" como crime ambiental. A decisão do STF, neste caso, não precisa ter repercussão geral, basta que se respeite os desrespeitados animais. Alegar emprego, renda, lucro é no mínimo ultrajante para nós seres humanos. Lamentável.
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Escrito por: Neusa
17/03/2017, 23h11
Uma vergonha o Brasil reconhecer rodeio e vaquejada como esporte, cultura, patrimônio cultural! Um atraso enorme na causa animal é um grande incentivo para a violência e a brutalidade com animais e pessoas. Quem é cruel com os primeiros fazem o mesmo com o segundo grupo. Vergonhoso!
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Escrito por: É só futebol?
12/04/2017, 11h45
É contraditória a política de apoio ao esporte do governo federal. Enquanto os patrocínios de estatais vão encolhendo para as modalidades olímpicas, em uma clara ameaça ao ciclo de preparação que nos levará a Tóquio 2020, a Caixa aumenta de R$ 122 milhões para R$ 200 milhões o investimento na camisa de 19 clubes das séries A e B do Brasileirão. Se o patrocínio olímpico – em que pese as inúmeras suspeitas de desvios de verba pela cartolagem – é fundamental à formação de atletas; os contratos com a Caixa têm fins, quase que exclusivamente comerciais. Ou políticos para favor