Projeto susta norma que permite convênio de comunidades terapêuticas com o SUS
7 Comentários Anteriores
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Escrito por: Rosângela Barbosa Gomes
13/02/2017, 22h43
Concordo que é preciso regulamentar tais "comunidades terapêuticas" primeiro antes de liberar convênios com o SUS. A maioria delas é criação de igrejas, mas isto não dá o direito de constranger quem quer que seja a verdadeira lavagem cerebral com a imposição de ideologias e religiões como forma de garantir ao interno o tratamento. Tudo o que envolve financiamento com dinheiro público (nosso dinheiro de nossos impostos) deve ser muito bem fiscalizado para evitar desvios e uso indevido da máquina pública.
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Escrito por: Luiz Américo Silva Soares
14/02/2017, 08h50
Defendo convênios com SUS, SENAD e SUAS objetivando tratamento para dependência química com equipes multidisciplinar a exemplo de Neuro-Psiquiatria, Serviço Social e Enfermagem.
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Escrito por: ALONSO MOURA
04/07/2017, 10h11
Nos da FECT - Federação de Comunidades Terapêuticas do Estado de Mato Grosso , repudiamos o presente Projeto de Lei. Uma vez que, de forma alguma, estas pessoas são constrangidas a serem impostas as religiões. Uma vez que, as comunidades Terapêuticas são compostas por internações totalmente voluntárias, conforme previsão legal e, reiterados acompanhamentos do Ministério Publico, as portas não tem trincas ou chaves, podendo a a qualquer momento que quiserem, os internos sairem do tratamento se não concordar com a rotina diária da CT. Lembrando que,as CT não são clinicas de tratam psiquiátricos!
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Escrito por: obede silva
23/07/2017, 11h32
fumem maconha trafiquem roubem destrua famílias e faça filhos desordenadamente e quando passarem os dias olhem para tras e vejam que fizeram só sabe o que um tratamento quem é dependente químico e não ,eros especuladores dessa sociedade hipoctra abram os olhos se liguem se não passarem a visão do temor a algo ou alguma coisa a recaida logo acontecera mais se tiverem alicerçados em algo terão em que se apega e não vai ser na politica suja ou na familia que nao sabe nem lidar com a situação
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Escrito por: Anderson Machado Conti
11/09/2017, 10h37
É assustador em nosso país quando a máquina pública, responsável pelo bem estar de sua população, declara que é preciso "um longo debate" sobre qualquer assunto. No caso da DQ e com o advento do crack, que segundo os especialistas tem poder viciante avassalador e rápido.Toda instituição, pública ou privada,que não é fiscalizada pode em algum momento cometer erros e até atrocidades, e o cerne da questão é este, as diretrizes para funcionamento das CT's existem, cada estado tem a sua,e a federação através da RDC 29, então o fiscalizem, fechem as que não cumprem a lei, mas não julguem todas.
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Escrito por: Rolf Hartmann
22/10/2017, 11h58
Segundo a OMS, “A saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não consiste apenas na ausência de doença ou de enfermidade”. Nesse sentido, a lei 12.101,em seus artigos 7º-A e 8º-B, reconhecem as "entidades que prestam serviços de atenção em regime residencial e transitório, incluídas as comunidades terapêuticas" como entidades de saúde. As Comunidades Terapêuticas já são reguladas pela Resolução ANVISA 029/2011 e Nota Técnica nº 55/2013, GRECS/GGTES/ANVISA, de 16/08/13. Há que se considerar que elas se caracterizam pela voluntariedade do acolhido.
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Escrito por: Rolf Hartmann
22/10/2017, 12h05
O IPEA(Nota Técnica 21) aponta: "Estes dados apontam para uma discrepância entre as percepções sobre o modelo das comunidades terapêuticas veiculadas pelas lideranças corporativas dos(as) psicólogos(as) e assistentes sociais, de um lado e o engajamento efetivo dos profissionais destas corporações, nestas instituições, de outro. Pois, enquanto as lideranças corporativas de ambas as profissões – representadas pelos Conselhos Federais de Psicologia e de Serviço Social –, têm se mostrado resistentes ao financiamento federal às CTs, os profissionais de suas bases têm encontrado nelas amplo espaço"