Educação aprova programa para acompanhar dislexia e TDAH em escolas
15 Comentários Anteriores
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Escrito por: MARCIA C S MACHADO
08/06/2013, 07h39
Meu filho tem problemas sem diagnóstico definitivo ainda, mas é claro a diferença e o trabalho que ele dá em sala de aula. Como mãe gostaria de dizer que o sentimento de incapacidade em lidar com este problema é infinito e doloroso, ver o filho ser posto de lado porque ninguém sabe o que fazer está acabando com minha família.
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Escrito por: Carla de Oliveira
08/06/2013, 11h31
Fiquei muito feliz por isso.Que crianças já vão poder ter a oportunidade e apoio mais estruturado,coisa que nao tinha na minha infancia,juventude.
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Escrito por: Maricleia Ferreira Dos Santos
11/06/2013, 00h04
Meu filho tem TDAH,ele estuda em uma privada e eles ñ sabem como ensinar ele, e muito dificil pra mim. ele esta na alfabetização e ñ sabe quase nada. tô muito preocupada com isso.
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Escrito por: Moizés
11/06/2013, 09h42
O projeto só se tornará viável se houver um psicólogo e um psicopedagogo dentro das escolas, pois o professor não tem condições clinicas de avaliar isto com precisão. Os profissionais não precissam ficar todos os dias na escola, somente duartante 2 ou 3 dias na semana.
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Escrito por: Jane Gonçalves Reis
12/06/2013, 00h53
Sou psicopedagoga e atuo em uma escola estadual, sei da importancia do diagnóstico o quanto antes dessas dificuldades, no entanto o professor sozinho não dá conta de tanto trabalho,é preciso reconhecer a função do psicopedagogo escolar, e abrir vaga nas escolas para psicólogos,fonoaudiólogo e lógico melhorar o salário, pois comesse que estar nem psicopedagogo que fazer concurso.
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Escrito por: Marcio Rodrigues
06/08/2014, 11h45
Meu filho é portador de dislexia. hoje com 14 anos. Levou mais de 10 anos para diagnosticar. O acompanhamento psicológico e fonoaudiológico são fundamentais para inseri-lo e devolver autoestima. É um desafio junto à escola, professores e todos que participam do processo ensino-aprendizagem. Mas uma coisa é verdade: NUNCA desista de buscar apoio ao seu filho porque ele precisa de você. Busque a confiança dele, só assim dirá suas dificuldades e facilitará a busca de medidas que ajudem a contornar os problemas. Boa sorte a todos.
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Escrito por: Maria Lucia
08/09/2014, 14h12
Tenho um filho de 11 anos com diagnostico de TDAH. Enfrento constantemente enormes barreiras na escola com relação ao comportamento e convivio social com meu filho. Os professores de um modo geral tem dificuldades de lidar com estas crianças. Elevar a autoestima destas crianças não é fácil e a escola não entende que são crianças especiais. Meu filho tomou ritalina por 2 anos, devido as dificuldades enfrentadas na escola, a neurologista mudou recentemente para Concerta 36mg. Ele faz acompanhamento com psicologo e psicopedagoga. Não é facil mas eu não desisto.
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Escrito por: Alessandra Brasil
27/02/2018, 18h09
Meu filho está com 11 anos e foi diagnosticado com deficit de atenção com 9anos, o neurologista passou ritalina e outro medicamento para a ansiedade, so que decidi não utilizar essas medicações, ele está fazendo tratamento com o psicólogo faz esportes começou com xadrez não teve sucesso, hoje faz natação e ciclismo, pretendo colocar para fazer fonoaudiologo e yoga, sou chamada com frequencia na escola pela falta de atenção e nao copiar a matéria do quadro, muita reclação dos professores que nao sabem lidar com essas crianças, os coleguinhas excluem ele, ele sofre muito e eu junto com ele.
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Escrito por: Carla Alves
10/04/2018, 17h39
Tenho um filho de 11 anos desde os 7 diagnosticado com TDAH e transtorno de ansiedade, agora apresenta tb dislexia. Ele toma Venvanse e Daforin, não tenho problema em dar remédio para ele, penso em como a qualidade de vida dele melhorou após os remédios. É acompanhado por neuro, fono, psicopedagoga, tem reforço escolar, faz inglês e judô, e estamos tendo bons resultados e ele tem amigos na escola e está muito feliz com eles, a escola é de inclusão. Não tenho tempo para nada, acompanho todo o tratamento dele mas o que importa é o tratamento dar certo e a felicidade dele.
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Escrito por: Patricia Neves dos Santos Sales
22/10/2018, 07h24
Eu também tenho uma filha com tdah e dislexia,vc senadora mara gabrilli está de parabéns pelo projeto essa criança precisa de mais atenção na escola.
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Escrito por: Vanessa Santiago de almeida
22/10/2018, 11h49
Parabéns Mara pelo seu trabalho, tenho um filho com TDAH e Transtorno Opositor Desafiador e a luta na escola é diária para que aceitem e trabalhem diferenciado com ele
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Escrito por: Cibele milene da Luz
24/10/2018, 11h16
Gostaria de saber se será para o país todo ou somente São Paulo? ?
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Escrito por: Carla
29/10/2018, 13h55
POR misericórdia aprovem logo esse projeto. Nossos filhos precisam muito de ajuda, estrutura, lei. Tdah não é frescura. Dislexia nao é falta de interesse. Discalculia, Disortografia não é preguiça. Senhores por favor. Muitas crianças sofrem por não terem apoio dos governantes. Ajudem essas crianças!!!!
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Escrito por: Joana D'Arc. Da Silva Fonseca
12/11/2018, 13h15
Tenho sofrido muito com meu filho TDAH. Pois sofre bullying, leva nome pejorativo de "burro". E isso faz com que cada vez mais ele perde o interesse de ir à escola. Escola para crianças TDAH, acaba virando uma tortura. Pois não conseguem acompanhar os outros alunos e se sentem inferiores e desmotivados. Eu peço, "pelo amor de Deus"; aprovem logo este projeto! Pedido de uma mãe desesperada.
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Escrito por: Henry
30/03/2019, 23h08
Estou lendo essa matéria e me vejo na mesma situação em que se encontra essas pessoas, a escola do meu filho o aceita mas o despreparo e a falta de interesse ainda é maior, acho que se os professores fossem orientados pela coordenadora sobre o problema do meu filho, talvez ele fosse melhor interpretado, sempre dizem que preciso contratar uma pessoa para o acompanhar dentro da sala, não tenho como pagar um acompanhante, nesta segunda dia 01/04/19 me chamaram para conversar deve ser mas uma cobrança eu e a minha esposa não sabemos mais o que fazer, ele faz acompanhamento neurologico, só Deus.