Projeto regulamenta exercício profissional de ioga
38 Comentários Anteriores
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Escrito por: Maicon Casagrande
12/03/2012, 08h27
Bom dia! Achei muito boa a iniciativa, mas acho que o assunto deveria ser discutido com profissionais da área. Por exemplo, a palavra sânscrita Yôga se escreve com "y". Sugiro a procura dos profissionais do Swásthya Yôga, da Rede DeRose, que na minha opinião são os mais qualificados nessa área. Muito obrigado Cordialmente, Maicon Casagrande
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Escrito por: Leonel
12/03/2012, 10h35
Boa iniciativa, mas reforço a sugestão do Maicon em procurar profissionais que atuam na área. Em cada capital tem uma Federação que acompanha os profissionais que trabalham com o SwáSthya Yôga, basta digitar no google (SwáSthya Yôga, DeRose) para saber os endereços das escolas e federações. Se o projeto for aprovado como ioga, os benefícios serão limitados aos profissionais dessa área que, aliás, é a minoria, pois em todo o mundo (o mundo todo) fala Yôga.
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Escrito por: Fábio Euksuzian
12/03/2012, 10h39
A intenção da regulamentação é válida, algo que buscamos há décadas. No entanto, há brechas no projeto que dariam margens à interpretações distintas. Julgo ser necessário consultar o Sindicato dos Profissionais de Yôga para levar esse projeto adiante. Atenciosamente.
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Escrito por: Thais Lopes
12/03/2012, 11h14
Muito válida a iniciativa, porém não gostaria que este projeto fosse aprovado desta forma, com a própria palavra Yôga escrita errada. O termo Yôga é masculino, e possui acento circunflexo no o. Sugiro que entrem em contato com a Federação de Yôga do Estado de São Paulo, que é a maior do país. A presidente da Federação, a Professora Nina de Holanda está neste cargo há mais de 20 anos e poderá ajudá-los a prosseguir com este projeto de forma mais correta. Sem margens para erros. Tel: 11 5092-2484 Alameda Jauaperi, 1245, Moema.
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Escrito por: Anderson Gouveia
12/03/2012, 11h19
A regulamentação é algo que queremos a muito tempo, mas é algo que precisa ser feito com o auxílio de quem entende do assunto, portanto torna-se fundamental consultar profissionais dos vários tipos de Yôga existentes. O projeto apresenta diversas falhas que, sem dúvida, trarão diversos problemas tanto para profissionais da área como para os alunos (população como um todo.
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Escrito por: Heloiza Gabriolli
12/03/2012, 11h24
A proposta é interessante, mas já foi analisada pelo Sindicado dos Profissionais de Yôga? Eu sou Presidente de uma Associação de Profissionais de Yôga de São Paulo e não fui consultada. Peço que atente para esses importantes detalhes. Grata
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Escrito por: Rodrigo Vivas
12/03/2012, 11h25
A iniciativa é ótima, mas devemos ouvir todas as partes interessadas. Principalmente aqueles que dedicam sua vida ao ensino dessa filosofia. O fato de escrever o próprio nome da atividade erroneamente já mostra que está no caminho errado.
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Escrito por: Laura Generoso
12/03/2012, 11h39
Acho válida a proposta, mas acho de fundamental consultar os profissionais da área, bem como as federações de Yôga competentes de cada estado.
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Escrito por: Marcia Zanchi
12/03/2012, 12h18
Proteger a população que procura o Yôga mediante a regulamentação da profissão é louvável. O esboço apresentado é um bom começo de projeto. Proponho uma revisão pelo sindicato que represente esta classe profissional, bem como associações, federações e escolas de Yôga. O know how desenvolvido, por exemplo, pela modalidade chamada SwáSthya Yôga que atua no Brasil há mais de meio século e formou milhares de profissionais com padrão de excelência internacional, deve ter bastante a contribuir. Disponho-me a auxiliar no que for necessário.
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Escrito por: Fábio Santana
12/03/2012, 12h27
A iniciativa é boa. Contudo o projeto deve ser mais discutido. Muitos profissionais não foram ouvidos. Nem mesmo o Sindicato dos Profissionais de Yôga foi consultado. Vamos ampliar a discussão para que todos os profissionais envolvidos tenham e que o projeto comtemple temas importantes e exclua a possibilidade de subordinação de nossa profissão à outros meios. Cordialmente.
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Escrito por: Juliano C. Meneguzzo
12/03/2012, 12h31
Olá. Acho que devemos sim regulamentar a nossa profissão. Está mais do que na hora, porém precisamos compreender que existem muitos profissionais hoje, que não possuem um perfil claro e definido de trabalho praticado para receber o título de professor de yôga. Além disso, na grande parte do mundo fala-se Yôga e não ioga. Seria como chamar um armeiro de arameiro, em função de uma única letra diferente. Procurem os profissionais de Yôga do Método DeRose.
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Escrito por: Mário Vendas
12/03/2012, 13h56
Olá! Como dá para constatar pelos comentários acima, a proposta é válida, contudo, existem algumas filigranas que precisam ser consultadas pelas maiores autoridades do assunto em questão. Como é de conhecimento público, a linhagem com maior relevância no país é o SwáSthya Yôga. Assim sendo, proponho que consultem este mesmo grupo para que o projeto seja polido e até mesmo melhorado. Com os melhores cumprimentos, Mário Vendas
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Escrito por: Karla Juliane Gomes Baltazar
12/03/2012, 14h06
Olá, como professora há 12 anos e interessada na regulamentação da profissão li o projeto e acredito que existem muitos pontos a serem discutidos. Sou filiada ao Sindicato Nacional dos Profissionais de Yôga e nem mesmo o Sindicato está a par desta proposta. Acho válido que os professores possam discutir e opinar nos termos que realmente validem nossa profissão antes de aprovar um projeto tão importante na vida de pessoas que vivem disso. Como associada também a Associação dos Profissionais de Yôga de Curitiba nos colocamos a disposição para este debate. Obrigada.
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Escrito por: Fernando Almeida
12/03/2012, 15h28
Muito boa iniciativa. Mas o projeto de lei precisa de ser revisto. Como citado nos comentários, não houve consulta aos profissionais que há anos, trabalham com as técnicas do Yôga. Existem as Federações e o sindico dos profissionais desta área que precisam ser consultados, em busca de deixar o projeto o mais alinhado possível, sem brechas para má interpretações. Fica aqui meu pedido como profissional que ensina as técnicas do Yôga.
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Escrito por: César Campello
12/03/2012, 15h48
Sou contra esse projeto. Lamento que os profissionais de Yôga não tenham sido consultados nem as instituições que os representam.
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Escrito por: Carla Mader
12/03/2012, 15h52
Excelente a iniciativa de regulamentação da profissão, porém quero deixar claro que as Federações, Associações e Sindicato devem participar do processo, a fim de que o mesmo possa cumprir com a sua principal missão que é a de proteger a população dos ensinantes leigos.
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Escrito por: Claus Haas
12/03/2012, 15h55
Olá, parabéns pela iniciativa. Já era hora de regulamentar esta profissão que representa uma filosofia tão antiga. No entanto, este projeto não contempla todas as vertendes e modalidades do Yôga. Faço parte da maior rede de Yôga Técnico do Brasil e nenhum de meus colegas foi consultado sobre este projeto. Nem mesmo o Sindicato Nacional de Yôga, ao qual sou filiado, tinha conhecimento sobre o projeto. Peço revisão e adequação do projeto à realidade de todos sérios profissionais que já atuam neste segmento no Brasil, já há mais de cinquenta anos. Obrigado.
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Escrito por: André Arins
12/03/2012, 16h13
Sugiro que consulte as partes interessadas, como a Uni-Yôga, maior rede de Yôga técnico do mundo, que é brasileira e teve seu trabalho iniciado pelo Comendador DeROSE, Doutor pela Ordem dos Parlamentares do Brasil e Comendador da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História. Ele certamente contribuirá para que esta iniciativa fique melhor elaborada, pois identifiquei algumas falhas, com por exemplo, a grafia incorreta da palavra Yôga.
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Escrito por: Daniel Maoski
12/03/2012, 16h17
Regulamentar a profissão é sumamente importante. Tão importante quanto as autoridades reconhecidas internacionalmente que temos em nosso país, as quais reforço; devem ser consultadas diante da importância da questão.
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Escrito por: Ticiano C. Pinheiro Machado
12/03/2012, 16h25
Parabéns pela iniciativa, entretanto gostaria de frisar que estou em desacordo com esta proposta devido a: 1- O projeto enquadrar como ioga qualquer metodologia da Índia que vise o autoconhecimento, seria como aceitar Ballet Clássico sendo qualquer dança que venha da Europa. 2- A grafia desta filosofia está errada, a forma correta é Yôga. 3- Não foram consultadas as Federações e associações de profissionais que existem por todo o território brasileiro que seriam os maiores interessados neste projeto. Cordialmente.
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Escrito por: Sandro Nowacki
12/03/2012, 16h33
Reperesento a Associação dos Profissionais de Yôga da Boa Vista e ao ler o projeto, encontrei vários pontos que necessitam de uma discussão mais abrangente. Considero prematura e precipitada a aprovação de tal projeto de lei, sem que haja uma participação mais efetiva de todos os profissionais envolvidos. Em nenhum momento, minha associação foi consultada. Trabalho no ramo há mais de 10 anos e represento uma parcela significativa de profissionais e alunos que seriam atingidos direta e indiretamente.
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Escrito por: Daniel Suassuna
12/03/2012, 16h51
Trabalho na Associação dos Profissionais de Yôga de Brasília e na Federação de Yôga do Distrito Federal há muitos anos. Considero a discussão fundamental, mas preciso manifestar-me no sentido de revisar o texto proposto uma vez que ele contém falhas as quais prejudicam tanto os profissionais da área quanto a filosofia em si.
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Escrito por: Cristiane Volter
12/03/2012, 17h18
Sugiro que seja revisto o texto. Como instrutora do Yôga Antigo há 8 anos, ratifico a importância inclusive de se escrever de maneira correta, como versam os textos hindus antigos, onde o vocábulo correto é o Yôga. Esta é uma filosofia ancestral, a qual proporciona autoconhecimento e só pode ser ensinada por quem realmente a ela se dedica e que participa de cursos sérios de formação como os ministrados pelo educador DeRose já há mais de 5 séculos no Brasil, mantendo sua autenticidade, sem imiscuí-lo com modalidades apócrifas como educação física ou algum tipo de terapia.
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Escrito por: Fabrício Vivian
12/03/2012, 17h31
Pratico Yôga há quatro anos e, como aluno, entendo que a regulamentação é importante, no entanto existem brechas nesse projeto que excluem uma camada predominante de profissionais extremamente qualificados. Isso precisa ser revisto. Qualquer aprovação antes disso, será precipitada.
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Escrito por: Nilson Scarparo
12/03/2012, 17h43
Como estudante e praticante de Yôga sei que a regulamentação é algo esperado há muitos anos pelos profissionais da área. Porém não acho que deva acontecer dessa maneira tão precipitada, existem vários textos a serem revisados e além do mais por que não houve nenhum tipo de consulta aos profissionais de Yôga, que são os principais interessados na regulamentação?
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Escrito por: Ana Rocha
12/03/2012, 18h15
Espero que os que lecionam Yôga há décadas, no Brasil, possam participar da revisão deste projeto há tanto almejado. A correta grafia da palavra que designa a filosofia; esclarecimento preciso de questões históricas, técnicas, conceituais;também são pontos para os quais converge minha insatisfação no texto e nas açoes atuais. Espero que sejamos consultados, através de nossos representantes legais, sindicato e federações de Estado, para que a lei venha em beneficio de todos os profissionais.
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Escrito por: Marianna Kappaun
12/03/2012, 18h21
Pratico e estudo Yôga a mais de três anos e concordo que importante a regulamentação da profissão. Entretanto, considero que a aprovação de qualquer projeto de regulamentação da profissão deve envolver debate amplo com os profissionais da área, maiores interessados e qualificados para debater sobre as necessidades e possibilidades da regulamentação profissional.
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Escrito por: Iaiá Gonçalves
12/03/2012, 18h54
Como apoiar um projeto que ignorou as Federações da Uni-Yôga passando por cima de todas as associações de profissionais desta rede? Como grupo mais relevante de Yôga do Brasil, a Uni-Yôga precisa participar da mesa de negociações. Sugiro que seja revisto o texto. Parabéns pela iniciativa.
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Escrito por: Enio Peretti
12/03/2012, 20h22
É fundamental abordar tal regulamentação e penso que é importante consultar os profissionais mais destacados e reconhecidos da área, bem como as diversas Associações existentes. Trabalho há anos na Associação de Profissionais de Yôga do Bairro Trindade, em Florianópolis, e gostaria de participar de algo de tanta importância.
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Escrito por: Thiago Lopes Canani
13/03/2012, 00h25
Estudo e pratico Yôga, tenho esta filosofia milenar como minha filosofica de vida, vivo ela 24hs por dia, e, portanto, me preocupa que uma proposta feita nestes termos seja aprovada. Considero a proposta precipitada e discordo em vários pontos. Ainda mais pelo fato de que não houve diálogo ou consulta aos profissionais, associações ou federações que há décadas fazem um trabalho sério e honesto na área, como a UNI-YÔGA por exemplo. Isto definitivamente precisa ser revisto!
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Escrito por: Julieta Chuairy
13/03/2012, 03h04
Parabéns pela iniciativa, mas acho o projeto inconsistente, dando margem a interpretações errôneas sobre o assunto. Também acredito que, tendo o objetivo de beneficiar os profissionais da área, todas as representações de Yôga deveriam ter sido consultadas. Principalmente as mais expressivas.
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Escrito por: Luciana Gavião
13/03/2012, 11h06
A iniciativa é muito positiva, mas penso que é de fundamental importância consultar os profissionais da área, bem como as federações de Yôga competentes de cada estado. Principalmente porque ao ler o projeto podemos verificar primeiramente, que a própria palavra Yôga foi escrita de forma errada, o que torna o apoio a tal projeto inviável.
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Escrito por: Helton Santana
13/03/2012, 11h51
Acho importante a regulamentação da nossa profissão. Porém vivemos em um país democrático e para uma decisão tão importante as principais autoridades da área do nosso país precisam ser ouvidas. Essa proposta de regulamentação precisa ser revista, discutida e aprimorada. A atual proposta coloca em risco a autenticidade da nobre profissão. Sugiro consultar o ponto de vista do Sindicato Nacional de Yôga que representa uma parcela considerável dos profissionais dessa modalidade.
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Escrito por: Ana Fior
14/03/2012, 09h28
Importante iniciativa! Porém, percebi que faltou estudo dessa filosofia para montar o projeto e o principal consultar os profissionais da área!
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Escrito por: Jerônimo Rocha
14/03/2012, 12h53
Como estudante de anos e profissional da área acho que devemos rever vários textos!!! Quem sabe consultar as pessoas que estão representando com o projeto. Consultar principalmente os estudantes e profissionai de Yôga. Uma ótima instituição envolvida a anos com o assunto, à Uni- Yôga poderia contribuir positivamente ao projeto de regulamentação, até mesmo pq ela representa milhares de instrutores do nosso Brasil! Parabéns pela iniciativa...mas esperamos melhorar.
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Escrito por: Mageli Fernanda da Silva
14/03/2012, 23h22
Pra começo o nome já esta errado, é preciso mais conhecimento acerca do assunto.
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Escrito por: Vernon Maraschin
15/03/2012, 12h28
Sou professor de Yôga a dez anos e como muitos colegas, quero ver a profissão regulamentada, a fim de proteger a população dos maus profissionais. Entretanto, gostaria que o texto fosse redigido, contemplando explicitamente todas as linhagens, para que nenhuma Escola ou estilo possa se valer da lei para patrulhar ou legislar sobre os colegas. Por exemplo, ao adotar a grafia da nossa filosofia como "Ioga", o texto parece excluir aqueles que se utilizam das grafias Ióga, Yoga, Yóga, Iôga e Yôga. Nossa sugestão é a de tornar o texto o mais abarcante possível, para contemplar todas as linhagens.
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Escrito por: Alexandre Tutida
15/03/2012, 14h56
Regulamentação sim, mas que não possua um caráter discriminatório, e que permita a co-existência das diversas linhas que são praticadas hoje no Brasil. Uma mera variação da grafia pode excluir, indiscriminadamente, milhares de profissionais que exercem suas atividades de maneira legítima, dentro de critérios de qualidade, que, curiosamente, este projeto planeja implementar. Assim sendo, que sejam ouvidas todas as diversas entidades representativas, antes de prosseguir com uma iniciativa, louvável, mas que não está atendendo à maioria dos profissionais do setor.