Proposta regulamenta profissão de designer
19 Comentários Anteriores
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Escrito por: Jose Silva
22/08/2011, 09h00
Como tirar do mercado milhares de jovens talentosos, criar burocracia e mais cabides de emprego ! Tem moleques de 13 anos fazendo coisas incríveis na Internet e aqui vamos voltar no tempo. O Brasil da reserva de mercado, dos cartórios, continua o mesmo país da MEDIOCRIDADE geral. O designer é por definição alguém criativo e essa lei é a antítese da criatividade.
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Escrito por: Paulo
22/08/2011, 13h01
Ótima proposta! Infelizmente algumas pessoas não tem a menor noção do que um designer faz e nem o quanto se estuda para obter o sucesso, é por isso que possuímos um país tão atrasado em termos de tecnologia e conhecimento. O cidadão acima deve pensar da mesma forma para a medicina, se uma pessoa ler algum procedimento para efetuar uma cirurgia na internet ou livro, poderá fazê-la, é isso? Acredito ser falta de conhecimento.
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Escrito por: Tomas Sniker
22/08/2011, 14h01
O designer de produtos é um profissional capaz de elaborar uma interface entre um substrato tecnológico e o homem, ou seja, cria a adaptação necessária para que a tecnologia seja apreciada pelo homem. Com este objetivo deve dominar métodos e ter conhecimentos técnicos de ergonomia, antropometria, resistência dos materiais, processos de produção, entre outras competências. Portanto, passa ao longe de ser apenas um criativo. Assim, a regulamentação é necessária. Imagine se a lavadoras comuns fossem projetadas sem estes dados, as pessoas não conseguiriam utiliza-la.
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Escrito por: Paulo
22/08/2011, 14h30
Apenas para salientar que o comentário abaixo, cito "O cidadão acima...", sendo que me refiro ao comentário de "Jose Silva"
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Escrito por: Olivia
22/08/2011, 14h36
Acho a regulamentação positiva em especial para as licitações e concursos públicos que hoje em dia são preenchidas por parentes ou pessoas de áreas não tão especializadas. Poder ter alguma responsabilidade (assinar um termo de responsabilidade) pelo que se cria em design no âmbito público, também é um grande avanço, pois mostra que todo o conhecimento nesta área não pode ser leviano, mas contar com estudos tecnológicos, por exemplo.
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Escrito por: marcelo monteiro
22/08/2011, 15h10
parte6 O reconhecimento do design pela sociedade, independe da regulamentação. A sociedade conhece o valor prático e estratégico do design. É mais dificil corrigir do que fazer algo realmente bom. Resumindo...acho que a discussão é muito mais ampla. Temos que pensar melhor sobre o tema. Seguindo a onda, vamos regulamentar tbm a amizade, o amor, o pensamento humano, a filosofia, o sexo, etc...etc.....etc. Marcelo Monteiro'
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Escrito por: Patrick
22/08/2011, 15h17
"... Tem moleques de 13 anos fazendo coisas incríveis na Internet..." Percebe-se que é uma pessoa com conhecimento de causa, pois fazer coisas na internet agora resume uma carreira de anos de preparação. E criatividade também virou design, não é a toa que brotaram pessoas criativas no brasil nos últimos anos, como os designers de bolo, de cabelo, de unhas, entre tantas outras profissões que tomaram posse do "jargão" da moda. Pra ter criatividade e ser inventor não precisa estudar design, mas para exercer uma profissão, aí são outros quinhentos. Vem é tarde essa regulamentação, isso sim !
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Escrito por: marcelo monteiro
22/08/2011, 15h19
Parte5 Não tenho duvida, que os "não designers", ou "micreiros", ou "psedo-designers", ou "camelôs do design", vão continuar existindo. Eles estão na trincheira esperando a regulamentação do design, para fazer surgir uma associação dos micreiros, que garanta seu o direito ao trabalho e sobrevivência.
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Escrito por: marcelo monteiro
22/08/2011, 15h21
Parte 4.1 Pelo contrário, ela, a regulamentação, pode trazer alguns benefícios, mas, trás problemas, prejuízos e distorções que antes não existiam. É aquela velha historia da dualidade, que alguem menciou em e-mails anteriores. Estamos criando mais uma dualidade neste mundo cheio de dualidades.
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Escrito por: marcelo monteiro
22/08/2011, 15h22
parte4 A regulamentação no atual estagio é ruim? Por que? Porque além dos argumentos expostos anteriormente, não vai resolver o problema economico e financeiro dos designers. Tbm não pode garantir na prática, as vantagens e benefícios que sugere. Hoje, a falta de regulamentação, não impede os designers de exercerem sua profissão.
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Escrito por: marcelo monteiro
22/08/2011, 15h23
parte 3.1 Acho que a noção de design é muito mais ampla que isso. Antes de uma profissão, talvez seja uma postura mental. E se no futuro reconhecerem que a natureza tbm faz design. Vamos regulamentar a natureza tbm? Livrem-nos desse capitalismo selvagem!
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Escrito por: marcelo monteiro
22/08/2011, 15h24
parte 3 Como vamos corrigir essas distorções? Neste pais com muita corrupção, a regulamentação pode beneficiar mais aos grandes grupos de design, publicidade e marketing ou alguem acha que o profissional liberal vai poder disputar licitações com esses grupos? Parece que a noção de design ainda esta lá no revolução industrial, em objetos bi e tridimensionais, em mercado, em produto.
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Escrito por: marcelo monteiro
22/08/2011, 15h25
parte 2.1 Seria interessante regulamentar a profissão considerando a atual noção sobre o campo, os objetos e o caráter disciplinar, interdisciplinar, transdiciplinar do design? Modestamente, acho que na atual conjuntura, a reculamentação mais prejudica do que beneficia os designers e o design, pois, na verdade limita-se ao exercicio profissional. E se hipotéticamente, o campo mudar, variar, se expandir, se fundir, etc
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Escrito por: marcelo monteiro
22/08/2011, 15h26
parte 2 O projeto preve que profissionais com mais de 5 anos tbm poderão o mesmo direito. Agora pergunto, e como ou quem fará o juizo qualitativo desses profissionais para dizer que são ou não realmente designers?
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Escrito por: marcelo monteiro
22/08/2011, 15h28
parte 1.1 Seria interessante saber quais paises já regulamentaram ou não a profissão, em quais circunstâncias e os motivos por trás dessa decisão. Além disso, pelo que notei, o projeto de lei não inclui a modalidade design de serviços ou usa o termo "sistema" para caracterizá-lo.
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Escrito por: marcelo monteiro
22/08/2011, 15h28
parte 1 Anos atrás participei de 2 encontros, que debatiam a regulamentação. Até hoje, tenho muitas duvidas em relação ao tema. Talvez, porque no atual estágio do desenvolvimento do campo, sinto que isso é inadequado. Porque paises com mais tradição no campo do design está não optaram ou não concordam com a regulamentação?
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Escrito por: LEONE
23/08/2011, 09h39
PENSEI QUE IRIA MORRER ANTES DE ISTO EFETIVAMENTE ACONTECER.... DEMOROU!
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Escrito por: Marcelo Plano
23/08/2011, 12h47
Bom o que vai predominar se a pessoa é ou não será sempre a experiência da pessoa. O salário sempre irá se basear no portifólio da pessoa e nao no juizo qualitativo do profissional tampouco no caráter disciplinar, interdisciplinar, transdiciplinar blablablabla... Deixa os muleques da internet tranquilo, sempre terá gente querendo o ruim, o mais o menos, o bom e o extraordinário, eu confio mais no meu taco. REGULARIZA ESSE POVO TODO LOGO - a seleção natural vai se encarregar do futuro.
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Escrito por: Daniel
24/08/2011, 02h15
Só vejo benefícios. Já trabalhei também na Itália onde não existe regulamentação da profissão e sempre vejo isso como um aspecto negativo onde qualquer outro nicho de formação invade. A outra área pode agir no campo dela, regulamentado e no nosso que é aberto e o oposto não ocorre, só com aval. Quanto aos "talentos", a lei não irá bloqueá-los, mas creio, os induzirá a entrar na especialidade, somando talento inerente com a abertura de pensamento e capacitação técnica dirigida.