Relatora da CPI troca expressão relacionada ao Ministério Público
12/05/2009 - 15:39
A relatora da CPI das Escutas Telefônicas Clandestinas, deputada Iriny Lopes (PT-ES), aceitou trocar, no texto do seu relatório, a expressão "investigação" por "tomar as medidas legais cabíveis" quando a referência for a ação do Ministério Público. A mudança faz parte do destaque do deputado Laerte Bessa (PMDB-DF), apresentado há pouco. De acordo com o autor do voto, a investigação é ato privativo das polícias administrativas, e não do MP.
A comissão debate agora o indiciamento ou não do terceiro-sargento da Aeronáutica, Idalberto Martins. A relatora alterou seu parecer para indiciar o militar por indícios de vazamento de informações sigilosas.
Em operação realizada na residência do militar, foi encontrado documento da Operação Navalha. De acordo com Bessa, além de não ter vazado a informação, não cabia mais sigilo sobre o documento porque a operação já havia sido até concluída.
A reunião ocorre no plenário 9. Reportagem – Vania Alves/SR
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