Morte por aids aumenta no Norte e no Nordeste

31/05/2007 - 16:19  

O representante do programa DST/Aids do Ministério da Saúde José Carlos Pizarro Fragomeni afirmou há pouco que a mortalidade por aids tem uma tendência leve ao declínio no cenário geral do País, mas o índice está crescendo nas regiões Norte e Nordeste. Segundo ele, o homem tem o maior risco de adquirir o vírus da aids (HIV), seja por uso de drogas ou pelo sexo sem preservativo.

Ele participa do 3º Fórum de Políticas Públicas e Saúde do Homem, promovido pela Comissão de Seguridade Social e Família, que neste momento debate o tema "DST (doenças sexualmente transmissíveis) e a População Masculina".

Casos curáveis
Fragomeni também afirmou que, no Brasil, são esperados 10 milhões de casos de DST curáveis por ano. O que impede o maior controle dessas doenças, segundo ele, é que as pessoas não procuram assistência. Outro motivo é que muitas das DST não apresentam sintomas.

Segundo o expositor, o Brasil tinha, em 2004, 600 mil portadores de DST, incluindo a aids – o que representou metade do número previsto pela OMS para aquele ano. Ainda de acordo com Fragomeni, atualmente, 180 mil pessoas fazem uso da medicação anti-retroviral (usada para combater o vírus da aids).

O evento ocorre no auditório Nereu Ramos.

Reportagem - Idhelene Macedo/Rádio Câmara
Edição - Renata Tôrres

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