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        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
        <link>https://www2.camara.leg.br/camaranoticias</link>
        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Tue, 22 Sep 2026 23:45:02 GMT</lastBuildDate>
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        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
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            <title><![CDATA[Projeto prevê métodos menos invasivos para diagnóstico de câncer no SUS]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1304189-projeto-preve-metodos-menos-invasivos-para-diagnostico-de-cancer-no-sus</link>
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            <pubDate>Tue, 22 Sep 2026 20:30:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1061702" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1061702">
<div class="midia-creditos"><em>Hélia Scheppa/Governo de Pernambuco</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2024/05/img20201016151747480-768x512.jpg" alt="Saúde - hospitais - oncologia câncer tumores tratamentos SUS doenças infraestrutura" /></div>
<div class="midia-legenda">Procedimentos ambulatoriais de biópsia minimamente invasiva poderão ser utilizados nos cuidados com o câncer de mama</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 3277/26 estabelece medidas para ampliar o acesso, no Sistema Único de Saúde (SUS), a métodos modernos e menos invasivos de diagnóstico do câncer. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>O texto altera o Estatuto da Pessoa com Câncer (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2021/lei-14238-19-novembro-2021-791976-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 14.238/21</a>) para incluir, entre seus princípios, a atualidade tecnológica e a equidade diagnóstica, com o objetivo de reduzir as diferenças no acesso a métodos de investigação, exames de imagem e biópsias.</p>
<p>Outra mudança, na Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2023/lei-14758-19-dezembro-2023-795082-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 14.758/23</a>), garante avaliação periódica das tecnologias de diagnóstico disponíveis no SUS e prioriza, quando houver indicação médica, procedimentos de biópsia minimamente invasivos, conforme sua incorporação ao sistema.</p>
<p>Para o câncer de mama, o projeto prevê que o SUS ofereça biópsia minimamente invasiva quando indicados para investigar lesões que não podem ser palpadas ou pequenas alterações suspeitas identificadas em exames.</p>
<p>O texto cita como exemplo a biópsia assistida por vácuo, conhecida como mamotomia. O procedimento permite retirar fragmentos de tecido por meio de uma técnica menos invasiva e pode evitar cirurgias feitas apenas para confirmar o diagnóstico.</p>
<p>O autor, deputado Dr. Frederico (PL-MG), explica que o projeto não incorpora tecnologias ao SUS, tampouco substitui ou interfere nas competências técnicas da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), que permanece responsável pela avaliação de evidências de eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto orçamentário.</p>
<p>O parlamentar afirma que, ao priorizar diagnósticos minimamente invasivos, a medida também pode reduzir gastos públicos. "Pode diminuir gastos relacionados a procedimentos reparadores e ao suporte psicológico decorrente de intervenções mais invasivas."</p>
<p><strong>Diferença entre SUS e planos de saúde</strong></p>
<p>O projeto determina que diferenças relevantes entre as tecnologias de diagnóstico disponíveis no SUS e aquelas autorizadas pelos planos de saúde sejam consideradas na avaliação de eventuais tecnologias a serem incorporadas na prevenção, detecção precoce e diagnóstico do câncer.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong></p>
<p>O projeto será analisado de forma <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">conclusiva</span> pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto prevê incentivos para produção e venda de medicamentos genéricos veterinários]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1305082-projeto-preve-incentivos-para-producao-e-venda-de-medicamentos-genericos-veterinarios</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1305082-projeto-preve-incentivos-para-producao-e-venda-de-medicamentos-genericos-veterinarios</guid>
            <pubDate>Tue, 22 Sep 2026 13:19:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Texto está em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1305981" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1305981">
<div class="midia-creditos"><em>Breno Esaki/Agência Saúde DF</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/09/img20210730101910300-768x512.jpg" alt="Meio Ambiente - Animais e Natureza - zoonoses - cachorros e gatos - animal de estimação - canil - Adote um bichinho de estimação: Zoonoses tem cães e gatos aptos para adoção" /></div>
<div class="midia-legenda">Alto valor dos remédios compromete orçamento familiar e pode levar ao abandono dos animais</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 2500/26 prevê incentivos federais para estimular a produção e reduzir os preços de medicamentos genéricos de uso veterinário. A medida também pretende ampliar o acesso a tratamentos e promover a livre concorrência.</p>
<p>Pelo texto, os estímulos poderão incluir a redução de impostos, a concessão de créditos e o acesso a linhas de financiamento com condições especiais.</p>
<p>Para receber os benefícios, as empresas fabricantes deverão comprovar a regularidade fiscal, a transparência na formação dos preços e atender a exigências de qualidade, segurança e eficácia regulamentadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.</p>
<p><strong>Compras do governo<br />
</strong>A proposta determina ainda que a administração pública federal priorize a compra de medicamentos genéricos veterinários em suas contratações, desde que atendidos os critérios de qualidade e o menor preço.</p>
<p>A medida busca utilizar o poder de compra do Estado para incentivar a indústria nacional e democratizar o acesso a tratamentos.</p>
<p>O autor, deputado Felipe Becari (Pode-SP), destaca que o alto custo dos remédios compromete o orçamento das famílias e pode levar ao abandono de animais.</p>
<p>“Ao incentivar a produção de medicamentos genéricos de uso veterinário e ampliar o acesso da população a tratamentos, o Estado não apenas promove o bem-estar animal, mas também contribui para a saúde pública”, afirma.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br />
</strong>A proposta será analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto garante assistência integral e cirurgias reparadoras para vítimas de queimaduras]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1303789-projeto-garante-assistencia-integral-e-cirurgias-reparadoras-para-vitimas-de-queimaduras</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1303789-projeto-garante-assistencia-integral-e-cirurgias-reparadoras-para-vitimas-de-queimaduras</guid>
            <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 16:36:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta em análise na Câmara prevê atendimento no SUS e na saúde suplementar, além de cirurgias reparadoras]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1305736" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1305736">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/09/queimadura-768x512.jpg" alt="Profissional de saúde, usando luvas, faz um curativo em uma perna envolvida por faixa de gaze. Na parte inferior da imagem, o pé apresenta uma lesão extensa, com áreas avermelhadas e escurecidas. Ao fundo, desfocado, aparece parte do ambiente de atendimento médico." /></div>
<div class="midia-legenda">Pessoas vitimadas por queimaduras devem ter acesso a todos os meios para a recuperação</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 3164/26 assegura às pessoas vitimadas por queimaduras o acesso a todos os meios disponíveis para a recuperação e reabilitação física, estética, psíquica, educacional e profissional.</p>
<p>A proposta, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) , prevê a integralidade da assistência no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e da saúde suplementar.</p>
<p>O projeto, que está em análise na Câmara dos Deputados, garante a realização de cirurgia plástica reparadora nos casos em que houver alterações com perda de função ou estéticas decorrentes da perda de função.</p>
<p>A proposta também assegura às pessoas com sequelas o direito ao procedimento de avaliação de deficiência previsto no <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2015/lei-13146-6-julho-2015-781174-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Estatuto da Pessoa com Deficiência</a>.</p>
<p><strong>Segurança jurídica<br />
</strong>Segundo Laura Carneiro, a proposta tem por objetivo garantir maior segurança jurídica e efetividade aos direitos das vítimas. “Queimaduras estão entre as principais causas externas de morbidade e mortalidade no Brasil”, destaca a parlamentar.</p>
<p>Ela cita dados do Ministério da Saúde que apontam para a ocorrência de cerca de 1 milhão de acidentes por ano no país, com aproximadamente 2.500 mortes.</p>
<p>Laura Carneiro ressalta que as vítimas sobreviventes enfrentam frequentemente graves sequelas físicas, funcionais, estéticas e psíquicas, com impacto na autoestima, na capacidade de trabalho e na inclusão social. Ela observa ainda que “inexiste legislação federal específica que consolide os direitos dessa população”.</p>
<p>“O atendimento fica sujeito a interpretações distintas no SUS e na saúde suplementar, gerando judicialização e demora no acesso a tratamentos essenciais, especialmente cirurgias reparadoras”, afirma ainda a deputada.</p>
<p><strong>Tramitação</strong><br />
O projeto tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto proíbe publicidade de alimentos ultraprocessados dirigida a crianças]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1304964-projeto-proibe-publicidade-de-alimentos-ultraprocessados-dirigida-a-criancas</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1304964-projeto-proibe-publicidade-de-alimentos-ultraprocessados-dirigida-a-criancas</guid>
            <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 14:47:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta altera o ECA e veda uso de mascotes, distribuição de brindes e comercialização desses produtos em escolas e eventos infantis]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1305702" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1305702">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/09/bolacha-de-maisena.jpg" /></div>
<div class="midia-legenda">O consumo de ultraprocessados aumenta o risco de doenças</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 2630/26 altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8069-13-julho-1990-372211-norma-pl.html">Estatuto da Criança e do Adolescente</a> (ECA) para proibir a publicidade, a promoção comercial e a oferta de alimentos e bebidas ultraprocessados voltadas ao público infantil.</p>
<p>A proposta, apresentada pela deputada Duda Salabert (Psol-MG), abrange conteúdos veiculados em televisão, rádio, internet, redes sociais e espaços físicos. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Pelas regras, fica vedada a veiculação de anúncios que utilizem elementos como personagens infantis, desenhos animados, mascotes, jogos, influenciadores digitais ou animações para promover esses produtos.</p>
<p>A restrição também impede a distribuição de brindes, brinquedos ou itens colecionáveis associados à compra do alimento, bem como o uso de dados pessoais e algoritmos para direcionar propaganda a crianças e adolescentes.</p>
<p><strong>Escolas</strong><br />
A proposta proíbe a comercialização, a publicidade, a promoção e a distribuição gratuita de ultraprocessados em locais frequentados por crianças, incluindo creches, escolas públicas e privadas, unidades públicas de saúde infantil e eventos infantis financiados com recursos públicos.</p>
<p>Duda Salabert argumenta que a medida visa atualizar a legislação diante das novas estratégias digitais e de marketing do setor alimentício. “Crianças não possuem pleno discernimento para compreender o caráter persuasivo da publicidade comercial”, afirma.</p>
<p>A parlamentar destaca ainda que o objetivo do projeto não é intervir nas escolhas das famílias, mas criar um ambiente regulado.</p>
<p>“A iniciativa pretende assegurar que crianças e adolescentes possam se desenvolver em ambientes menos hostis, menos manipulados por interesses econômicos e mais compatíveis com o direito fundamental à saúde”, defende.</p>
<p>Para a deputada, a regulamentação é uma forma de cumprir o dever do Estado de proteger a infância, o que “não constitui censura nem excesso regulatório”. “Trata-se do cumprimento do dever constitucional do Estado de proteger a infância diante de práticas econômicas capazes de produzir adoecimento, dependência de consumo e graves impactos sociais e sanitários”, pontua.</p>
<p>Atualmente, o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8078-11-setembro-1990-365086-norma-pl.html">Código de Defesa do Consumidor</a> já tipifica como abusiva a publicidade que se aproveita da deficiência de julgamento e experiência da criança. Também o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) proíbe o direcionamento de publicidade comercial a crianças.</p>
<p><strong>Penalidades</strong><br />
De acordo com o projeto, a definição específica do que constitui um alimento ultraprocessado caberá ao regulamento da autoridade sanitária federal, que considerará a composição nutricional, o grau de processamento industrial e a presença de aditivos.</p>
<p>Em caso de descumprimento, as sanções previstas incluem:</p>
<ul>
<li>advertência;</li>
<li>multa;</li>
<li>suspensão da publicidade ou campanha;</li>
<li>imposição de contrapropaganda no mesmo veículo e horário; e</li>
<li>suspensão temporária da comercialização do produto em caso de reincidência.</li>
</ul>
<p><strong>Tramitação</strong><br />
O projeto será analisado, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="infografico-container-1280056" class="" style="width: 100%;"><iframe style="width: 100%px; height: px;" src="https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/como-identificar-um-alimento-ultraprocessado/index.html" frameborder="0" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto cria protocolo para atendimento de pessoas LGBTQIA+ no SUS]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1303854-projeto-cria-protocolo-para-atendimento-de-pessoas-lgbtqia-no-sus</link>
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            <pubDate>Fri, 18 Sep 2026 21:15:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-976158" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="976158">
<div class="midia-creditos"><em>Geovana Albuquerque/Arquivo Agência Saúde.</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2023/06/img20220627141035644-768x512.jpg" alt="Direitos Humanos e minorias - geral - população LGBTQIA+ - Atendimento à população trans" /></div>
<div class="midia-legenda">Projeto tem orientações específicas para o atendimento de pessoas trans, como respeito ao nome social</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei (PL) 3337/26 cria protocolo nacional para orientar o atendimento da população LGBTQIA+ no Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo do documento, a ser elaborado pelo Ministério da Saúde, é padronizar os fluxos de atendimento, incluindo a transferência entre a atenção primária, os serviços especializados e as unidades de referência.</p>
<p>A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Alguns pontos do protocolo incluem:</p>
<ul>
<li>respeito à dignidade da pessoa humana, à identidade de gênero, à orientação sexual e ao nome social;</li>
<li>atendimento livre de discriminação, constrangimento, violência<br />
institucional ou exposição indevida;</li>
<li>garantia de privacidade, sigilo e confidencialidade das informações;</li>
<li>adoção de práticas baseadas em evidências científicas e em protocolos<br />
técnicos reconhecidos.</li>
</ul>
<p>Para o atendimento de pessoas trans, a proposta estabelece que o SUS deverá assegurar, no mínimo:</p>
<ul>
<li>acolhimento sem condutas humilhantes ou desnecessárias;</li>
<li>respeito à identidade de gênero e ao nome social em consultas, triagens, prontuários e encaminhamentos, para evitar constrangimentos e falhas de identificação;</li>
<li>fluxos claros para acesso a consultas, exames, terapias hormonais e acompanhamento multiprofissional;</li>
<li>integração entre os serviços, para garantir a continuidade do cuidado;</li>
<li>proibição de práticas clínicas sem o consentimento do paciente;</li>
<li>acesso a acompanhamento psicológico e multiprofissional, quando houver indicação clínica;</li>
<li>direito a acompanhante, quando solicitado, respeitadas as regras de sigilo e privacidade.</li>
</ul>
<p>Segundo a autora, deputada Dandara (PT-MG), a falta de orientações uniformes pode resultar em desrespeito a direitos dessa comunidade.</p>
<p>“A medida busca enfrentar a ausência de diretrizes clínicas e assistenciais padronizadas, que ainda expõe essa população a atendimentos desiguais, inseguros e, em muitos casos, marcados por constrangimentos e discriminação”, sustentou a deputada.</p>
<p><strong>Elaboração do protocolo</strong></p>
<p>Caberá ao Ministério da Saúde elaborar, revisar e atualizar o protocolo, com participação de entidades da sociedade civil, conselhos profissionais, especialistas e instâncias de controle social do SUS.</p>
<p>O documento deverá estabelecer diretrizes para cada nível de atenção, fluxos de encaminhamento, critérios para acesso a serviços especializados, regras para registros em prontuário e uso do nome social e orientações para capacitação dos profissionais.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong></p>
<p>O projeto será analisado em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pelas comissões de Saúde; de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto institui programa de combate ao desperdício de medicamentos no SUS]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1304303-projeto-institui-programa-de-combate-ao-desperdicio-de-medicamentos-no-sus</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1304303-projeto-institui-programa-de-combate-ao-desperdicio-de-medicamentos-no-sus</guid>
            <pubDate>Fri, 18 Sep 2026 16:50:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Texto está em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1305513" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1305513">
<div class="midia-creditos"><em>Cláudio Fachel/Palácio Piratini</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/09/img20190530140721540-768x512.jpg" alt="Saúde - remédios - medicamentos comprimidos" /></div>
<div class="midia-legenda">Objetivo é aprimorar gestão da assistência farmacêutica e dos serviços diagnósticos</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 1677/26 institui o Programa de Eficiência e Combate ao Desperdício de Medicamentos, Insumos e Exames no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>A proposta, em análise na Câmara dos Deputados, tem como objetivo promover o uso racional dos recursos públicos e aprimorar a gestão da assistência farmacêutica e dos serviços diagnósticos.</p>
<p>Pelo texto, passam a ser considerados desperdício no SUS:</p>
<ul>
<li>os medicamentos vencidos ou inutilizados por falhas de planejamento, armazenamento ou distribuição;</li>
<li>a aquisição ou a dispensação de remédios em quantidade superior à necessidade terapêutica;</li>
<li>os exames agendados e não realizados por ausência do paciente; e</li>
<li>a repetição desnecessária de exames decorrente da falta de integração entre os sistemas de informação.</li>
</ul>
<p>Para conter as perdas, a proposta prevê a implementação de controle informatizado de estoque, o monitoramento de validade e o rastreamento da dispensação de medicamentos nas unidades de saúde.</p>
<p>O projeto também autoriza a redistribuição de remédios entre diferentes unidades de saúde sempre que houver risco de vencimento ou baixa demanda local.</p>
<p><strong>Melhorar gestão</strong><br />
Autor da proposta, o deputado Dr. Daniel Soranz (PSD-RJ) destaca a necessidade de aperfeiçoar a gestão dos recursos existentes na rede pública de saúde.</p>
<p>“Milhões de brasileiros enfrentam dificuldades de acesso a exames e medicamentos, o que evidencia a necessidade de aprimorar a gestão dos recursos já disponíveis”, defende.</p>
<p><strong>Outras medidas</strong><br />
Em relação aos exames diagnósticos, a proposta determina que os sistemas de regulação implementem mecanismos para evitar a duplicidade de procedimentos e garantir o acesso aos históricos clínicos e resultados em toda a rede.</p>
<p>As unidades de saúde deverão adotar sistemas de confirmação prévia de agendamentos por meios eletrônicos, telefônicos ou digitais para reduzir as faltas dos pacientes.</p>
<p>Nos casos de ausência sem justificativa, poderá ser adotado sistema de reavaliação ou priorização de novos agendamentos, respeitados os critérios de urgência médica e equidade.</p>
<p>O texto contempla ainda o monitoramento de eventos adversos evitáveis associados à assistência que gerem consumo adicional de medicamentos, exames ou procedimentos.</p>
<p>O Poder Executivo deverá publicar relatórios periódicos em portal de transparência e apresentá-los ao Conselho Nacional de Saúde, contendo a quantidade de medicamentos descartados, índices de ausência em exames e os custos estimados do desperdício.</p>
<p>A proposta ainda prevê ações educativas sobre o uso racional de remédios voltadas a profissionais de saúde e pacientes, além de autorizar parcerias com universidades e centros de pesquisa para o desenvolvimento de tecnologias voltadas à gestão.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto será analisado, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado na Câmara e no Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto anistia famílias que não vacinaram crianças contra Covid-19]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1303510-projeto-anistia-familias-que-nao-vacinaram-criancas-contra-covid-19</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1303510-projeto-anistia-familias-que-nao-vacinaram-criancas-contra-covid-19</guid>
            <pubDate>Fri, 18 Sep 2026 16:07:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Texto está em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1305494" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1305494">
<div class="midia-creditos"><em>Breno Esaki/Agência Saúde DF</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/09/img20210616111217772-768x512.jpg" alt="Saúde - coronavírus - vacina - vacinação - Vacinação contra a Covid-19 em drive thru no Parque da Cidade (14.06.2021)" /></div>
<div class="midia-legenda">Em 2025, o STJ decidiu que pais que se recusarem a vacinar filhos contra Covid podem ser multados</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 1978/26 concede anistia de multas a pais ou responsáveis legais de crianças e adolescentes pelo descumprimento de obrigações relacionadas à vacinação contra a Covid-19. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>“As sanções atingem o orçamento familiar, comprometendo recursos essenciais à subsistência, como alimentação, saúde e educação”, disse a autora da proposta, deputada Julia Zanatta (PL-SC). “Na prática, acabam por penalizar as crianças.”</p>
<p>Em 2025, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, com base no <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8069-13-julho-1990-372211-norma-pl.html">Estatuto da Criança e do Adolescente</a> (ECA), que estão sujeitos a multa os pais que se recusarem, sem justificativa médica, a vacinar os filhos contra a Covid-19. A multa varia de 3 a 20 salários mínimos.</p>
<p>O colegiado levou em conta que a vacinação contra a doença foi recomendada em todo o país a partir de 2022, e que o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou constitucional a obrigatoriedade de imunizar crianças com vacinas incluídas no Programa Nacional de Imunizações.</p>
<p><strong>Prazo e perdão</strong><br />
Conforme o projeto de Júlia Zanatta, a anistia deverá alcançar as penalidades impostas entre 11 de março de 2020, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a pandemia, e a data de publicação da futura lei.</p>
<p>A proposta inclui o perdão de débitos ainda não pagos, o cancelamento de inscrições na dívida ativa e a extinção de cobranças judiciais e execuções fiscais em curso, mesmo que já haja decisão judicial definitiva.</p>
<p>O texto também prevê a restituição dos valores já pagos a título dessas penalidades. A devolução ocorrerá mediante requerimento do interessado, seguindo as regras da legislação aplicável.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto será analisado, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Saúde; de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei </a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Eleições 2026: especialistas analisam desafios em educação, segurança, saúde mental, agronegócio e meio ambiente]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1305384-eleicoes-2026-especialistas-analisam-desafios-em-educacao-seguranca-saude-mental-agronegocio-e-meio-ambiente</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1305384-eleicoes-2026-especialistas-analisam-desafios-em-educacao-seguranca-saude-mental-agronegocio-e-meio-ambiente</guid>
            <pubDate>Fri, 18 Sep 2026 13:45:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Série da Rádio Câmara reúne entrevistas sobre políticas públicas prioritárias para os próximos anos]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1305463" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1305463">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/09/urna-eletrnica.jpg" /></div>
<div class="midia-legenda">Brasileiros irão às urnas no dia 4 de outubro</div>
</div>
<p>Educação, segurança pública, saúde mental, agronegócio e meio ambiente estão entre os temas que atravessam o debate eleitoral e exigem decisões dos futuros integrantes do Executivo e do Legislativo.</p>
<p>As discussões envolvem desde a continuidade de políticas públicas e a definição de prioridades orçamentárias até mudanças na legislação e ações de médio e longo prazos.</p>
<p>Esses cinco temas e outros assuntos estão sendo abordados em entrevistas do programa Painel Eletrônico, da Rádio Câmara, em episódios de uma série especial sobre as eleições.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLitz1J-q25kMtefTwFjo1ObnfCKO-HGV7">Assista às entrevistas</a></p>
<p>As conversas já trataram, entre outros pontos, de financiamento da educação, integração das forças de segurança, políticas de saúde mental, crédito e seguro rural, cumprimento de metas ambientais e transição energética.</p>
<p><a href="https://especial.camara.leg.br/eleicoes-2026">Confira página especial da Câmara sobre as Eleições 2026</a></p>
<p><strong>Educação<br />
</strong>Segundo a diretora de relações governamentais do Todos pela Educação, Talita Nascimento, a preocupação da população com temas como alfabetização, valorização dos profissionais da educação e aprendizagem está refletida em dados.<strong><br />
</strong></p>
<p>Pesquisa do Instituto Ideia encomendada por entidades da sociedade civil, entre elas o Todos pela Educação, mostra que 71% dos brasileiros levam em conta as ações do governo na área educacional na hora de definir o voto. Conforme o levantamento, 83% defendem que a educação esteja entre as três prioridades dos próximos governadores.</p>
<div id="image-container-1305415" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1305415">
<div class="midia-creditos"><em>GettyImages</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/09/img20240605125934962-768x513.jpg" alt="Educação - geral - prova - Estudante fazendo prova de concurso ou vestibular" /></div>
<div class="midia-legenda">Candidatos eleitos terão metas do Novo Plano Nacional de Educação a cumprir</div>
</div>
<p>“Não é apenas uma agenda da sociedade civil ou de especialistas, mas, sim, da população que tem filhos na escola pública, que é beneficiária direta dessa política e a entende como prioritária”, afirmou Talita.</p>
<p>Ela ressaltou que a educação exige dos eleitos em outubro atenção a medidas de médio e longo prazos. Citou como exemplo os efeitos nos próximos anos do <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2026/lei-15388-14-abril-2026-798950-norma-pl.html">Novo Plano Nacional de Educação</a>, aprovado pelo Congresso e sancionado neste ano, com metas e estratégias para o setor.</p>
<p><strong>Segurança</strong><br />
O consultor legislativo da Câmara dos Deputados Lucas de Oliveira Jaques, ex-policial federal, disse que o enfrentamento da criminalidade exige ações coordenadas entre os governos estaduais e federal, especialmente no combate às organizações criminosas e no controle de fronteiras e portos.</p>
<p>A segurança pública é apontada como uma das principais preocupações dos brasileiros e tema recorrente nestas eleições.</p>
<div id="image-container-1305419" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1305419">
<div class="midia-creditos"><em>Pedro Guerreiro/Ag. Pará</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/09/img20221018101756776-768x512.jpg" alt="Segurança pública -policiais - polícia militar - agentes de polícia" /></div>
<div class="midia-legenda">Combate à violência exige ações coordenadas entre governos federal e estaduais</div>
</div>
<p>Jaques destacou que a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2018/lei-13675-11-junho-2018-786843-norma-pl.html">Lei do Sistema Único de Segurança Pública</a> já permite maior integração entre as forças de segurança e avaliou que essa coordenação poderia ser reforçada por mudanças previstas na <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1250434-CAMARA-APROVA-PEC-DA-SEGURANCA-PUBLICA-EM-2%C2%BA-TURNO">PEC da Segurança Pública</a> (atualmente, em análise no Senado) e pela eventual criação do Ministério da Segurança Pública.</p>
<p>O consultor alertou, porém, que a integração entre os órgãos também depende do enfrentamento à corrupção de agentes públicos. “Uma polícia não confia na outra. Então, por melhor que seja a operação, se tiver uma pessoa corrupta ali, pode acabar com todo aquele trabalho”, apontou.</p>
<p>Para ele, o aumento de penas para crimes violentos e graves pode ser uma resposta à sociedade, mas não resolve sozinho o problema da criminalidade.</p>
<p>O consultor explicou ainda que as responsabilidades na área de segurança são divididas. Medidas como ampliação de vagas em presídios e aumento dos efetivos policiais dependem principalmente dos governos estaduais, enquanto o governo federal também tem atribuições no setor.</p>
<p>Aos legisladores cabe votar mudanças nas leis penais e na organização da segurança pública, além de participar da definição do orçamento da área.</p>
<p><strong>Saúde mental<br />
</strong>Na avaliação do gerente-executivo do Instituto Cactus, Bruno Ziller, a saúde mental ainda é um tema negligenciado nas campanhas eleitorais e precisa ganhar espaço no debate público.</p>
<p>O Instituto Cactus é uma entidade sem fins lucrativos e independente, voltada à prevenção de doenças e à promoção da saúde mental no Brasil.</p>
<p><a href="https://institutocactus.org.br/saude-mental-e-eleicoes-guias-para-eleitores-e-candidatos">A organização lançou guias sobre saúde mental voltados a eleitores e candidatos</a>, com informações sobre a política pública de saúde mental, os principais marcos legais e a estrutura da Rede de Atenção Psicossocial, além de propostas para os próximos anos.</p>
<div id="image-container-1305427" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1305427">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/09/img20230502110929204-768x512.jpg" alt="Saúde - doenças - doença mental - psicopata - psicopatia - Close-up de jovem olhando para seu rosto em um espelho quebrado" /></div>
<div class="midia-legenda">Segundo instituto, a saúde mental ainda é um tema negligenciado nas campanhas eleitorais</div>
</div>
<p>“Não se pode mais desassociar o debate da saúde mental de outros temas como educação, segurança pública, meio ambiente, emprego e moradia”, afirmou Ziller.</p>
<p>“A saúde mental vem sendo incorporada no vocabulário político, talvez para responder essa demanda do eleitorado, mas ainda de forma muito genérica”, acrescentou.</p>
<p><strong>Agronegócio<br />
</strong>Responsável por quase 25% do Produto Interno Bruto (<span id="4128" class="termoGlossario" title="Indicador que mede a produção total de bens e serviços finais de um país, levando em conta três grupos principais: (1) agropecuária, abrangendo agricultura extrativa vegetal e pecuária; (2) indústria, que engloba as áreas de extração mineral, de transformação, de serviços industriais de utilidade pública e de construção civil; e (3) serviços, que incluem comércio, transporte, comunicação, serviços da administração pública e outros. A partir de uma comparação entre a produção de um ano e do anterior, encontra-se a variação anual do PIB." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">PIB</span>) do país, o agronegócio tem destaque nos programas de governo dos candidatos à Presidência.</p>
<p>Para o consultor legislativo do Senado Luiz Rodrigues, os programas reforçam a importância do crédito à agricultura familiar e apontam para a necessidade de ampliar o suporte ao seguro rural.</p>
<p>Rodrigues lembrou que o mercado de <em>commodities</em>, como soja e milho, tem características cíclicas na composição de preços e depende de crédito para custeio e investimento.</p>
<div id="image-container-1305431" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1305431">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Cecim/Agência Pará</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/09/img20200812114126835-768x512.jpg" alt="Agropecuária - criação de animais - bois gado fazendas fazendeiros produtores rurais propriedades campo rural agronegócio (São Félix do Xingu-PA)" /></div>
<div class="midia-legenda">Agricultura familiar e crédito rural dominam programas de candidatos à Presidência da República</div>
</div>
<p>Os conflitos no Oriente Médio e entre Rússia e Ucrânia impactaram o mercado de fertilizantes e combustível e, combinados a um El Niño mais intenso neste ano, levaram muitos produtores a recorrer a instrumentos de rolagem da dívida e à recuperação judicial.</p>
<p>“Temos grandes empresas do agronegócio brasileiro em recuperação judicial, pela qual podem postergar o pagamento das suas dívidas, mas impacta toda uma cadeia, ou seja, podem adiar o pagamento de um compromisso, e isso vai refletindo sobre todo setor”, afirmou Rodrigues.</p>
<p>Segundo a Serasa Experian, os pedidos de recuperação judicial no agronegócio cresceram 22% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>O consultor também apontou oportunidades ligadas à transição energética, como a expansão da produção de etanol de milho e do combustível sustentável de aviação (SAF), que pode criar novos negócios para produtores, inclusive os pequenos.</p>
<p><strong>Ações ambientais<br />
</strong>Para o consultor legislativo da Câmara dos Deputados Rafael Vargas Marques, os compromissos ambientais internacionais assumidos pelo Brasil para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, incluindo o fim do desmatamento ilegal até 2030, exigem cumprimento efetivo das metas, independentemente do governo.</p>
<div id="image-container-1305451" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1305451">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/09/img20201119100819531-768x512.jpg" alt="Cidades - poluição - Fábricas - poluição do ar - complexo industrial - Indústrias liberam fumaça no ambiente" /></div>
<div class="midia-legenda">Problemas ambientais são complexos e exigem ações imediatas</div>
</div>
<p>Segundo ele, a legislação ambiental brasileira é reconhecidamente avançada, mas nem sempre respeitada. “O grande desafio é superar aquelas contradições que geralmente se vê na área ambiental de um certo discurso, uma certa narrativa, porém na efetividade, nas ações práticas, nem sempre são tão coerentes com a agenda ambiental estabelecida”, afirmou.</p>
<p>O consultor destacou que os problemas ambientais são complexos e de longos ciclos, mas exigem ações de curto prazo. Também apontou a insegurança jurídica provocada pela judicialização de normas ambientais e citou a indefinição sobre a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2025/lei-15190-8-agosto-2025-797833-norma-pl.html">Nova Lei do Licenciamento Ambiental</a>, questionada no Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>Vargas Marques defendeu ainda que os recursos destinados à fiscalização ambiental e ao combate aos efeitos das mudanças climáticas sejam considerados investimentos, e não gastos.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1304325-conheca-o-caminho-do-voto-desde-a-secao-eleitoral-ate-a-divulgacao-do-resultado">Conheça o caminho do voto, da seção eleitoral à divulgação do resultado</a></p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/ultimas/tags?tag=Elei%C3%A7%C3%B5es%202026">Mais notícias sobre as Eleições 2026</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Lei cria política para diagnosticar e tratar doença pulmonar rara]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1304915-lei-cria-politica-para-diagnosticar-e-tratar-doenca-pulmonar-rara</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1304915-lei-cria-politica-para-diagnosticar-e-tratar-doenca-pulmonar-rara</guid>
            <pubDate>Wed, 16 Sep 2026 15:28:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[A Linfangioleiomiomatose (LAM) atinge mulheres em idade fértil e pode causar obstrução brônquica e vascular, além da formação de cistos]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1304955" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1304955">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/09/mulher-com-a-mao-no-peito-sobre-uma-imagem-de-pulmao-765x457.jpg" alt="Mulher com a mão no peito sobre uma ilustração dos pulmões" /></div>
<div class="midia-legenda">Norma prevê que o SUS ofereça acesso a todos os meios disponíveis para o tratamento e o controle da doença</div>
</div>
<p>O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou sem <span id="4485" class="termoGlossario" title="Ocorre quando o presidente da República recusa, totalmente ou em parte, projeto aprovado pelo Congresso Nacional. Para que o veto seja derrubado, e o projeto se torne lei, são precisos os votos de 257 deputados e 41 senadores." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">vetos</span> a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2026/lei-15505-15-setembro-2026-799927-norma-pl.html">Lei 15.505/26</a>, que cria a Política Nacional de Conscientização e Orientação sobre a Linfangioleiomiomatose (LAM), no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Publicada em edição extra do Diário Oficial da União na terça-feira (15), a lei prevê que o SUS ofereça às pessoas com LAM o acesso a todos os meios disponíveis para o tratamento e o controle da doença.</p>
<p>O texto é oriundo do <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/507501-projeto-cria-politica-para-doenca-pulmonar-rara-que-atinge-mulheres">Projeto de Lei 5078/16</a>, do ex-deputado e hoje senador Alan Rick (Republicanos-AC). A proposta, <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1178714-CCJ-APROVA-POLITICA-PARA-DIAGNOSTICAR-E-TRATAR-DOENCA-PULMONAR-RARA">aprovada pela Câmara dos Deputados em 2025</a>, passou pelo Senado em agosto deste ano, sem alterações.</p>
<p><strong>Ações previstas</strong><br />
A LAM é uma doença pulmonar rara que atinge mulheres em idade fértil e pode causar obstrução brônquica e vascular, além da formação de cistos. Entre os principais pontos da política de saúde incluem:</p>
<ul>
<li>divulgação e esclarecimento dos profissionais de saúde quanto às características da enfermidade, seu quadro sintomático e diagnóstico diferencial;</li>
<li>estabelecimento de centros de referência para o diagnóstico, tratamento e acompanhamento das pacientes; e</li>
<li>implantação de sistema nacional de coleta e processamento de dados sobre casos da moléstia.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Projeto obriga hospitais a fornecer assistência médica a profissionais de enfermagem]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1302960-projeto-obriga-hospitais-a-fornecer-assistencia-medica-a-profissionais-de-enfermagem</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1302960-projeto-obriga-hospitais-a-fornecer-assistencia-medica-a-profissionais-de-enfermagem</guid>
            <pubDate>Tue, 15 Sep 2026 21:54:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1220668" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1220668">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/11/depositphotos-550371524-l-768x512.jpg" /></div>
<div class="midia-legenda">Profissionais de enfermagem poderão ter direito a atendimento prioritário na própria unidade onde trabalham</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 3338/26 obriga hospitais, clínicas e unidades de saúde a garantir atendimento médico e hospitalar aos profissionais de enfermagem que trabalham nessas instituições. A regra vale para enfermeiros, técnicos, auxiliares de enfermagem e parteiras em casos de doença, acidente de trabalho ou emergência durante o exercício da profissão.</p>
<p>Pelo texto, as instituições deverão prestar atendimento imediato e integral, de forma prioritária, na própria unidade, conforme sua capacidade. Se não houver leitos, equipamentos ou especialistas necessários, a instituição deverá transferir o profissional para a rede pública ou para um hospital conveniado.</p>
<p>A instituição também ficará responsável pelo transporte e pelos procedimentos necessários até a internação.</p>
<p>A assistência obrigatória inclui consultas, exames, internação de urgência, medicamentos e atendimento psicológico ou psiquiátrico.</p>
<p>O projeto também proíbe punições, constrangimentos ou demissões discriminatórias contra o trabalhador que utilizar esses serviços. Em caso de descumprimento das regras, os estabelecimentos poderão receber advertência e multa, além de ter suspensos incentivos públicos.</p>
<p><strong>Riscos no trabalho</strong></p>
<p>O autor da proposta, deputado Bruno Farias (Republicanos-MG), afirma que os profissionais de enfermagem enfrentam diariamente riscos no trabalho, como exposição a agentes biológicos e estresse intenso. Para ele, não é justo que esses profissionais tenham dificuldade para receber atendimento nas próprias instituições onde trabalham.</p>
<p>“É uma medida de justiça, reconhecimento profissional e proteção mínima necessária àqueles que dedicam suas vidas ao cuidado da população brasileira”, disse.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br />
</strong>A proposta será analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
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