Enquete do PLP 42/2023

Resultado

Resultado parcial desde 30/04/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.411 96%
Concordo na maior parte 48 3%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 5 0%
Discordo totalmente 11 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Todo os pontos são positivo da PLP 42/2023, corrigir uma injustiça que foi feito com os trabalhadores Mineiros e trabalhadores da Aposentadoria Especial, deus ajuda que toque no coração dos Deputados e Senadores e Aprovem essa PLP 42/2023 , que corrigi a injustiça que foi feito na reforma da previdência em 2019,com os Trabalhadores da Aposentadoria Especial do Brasil!

Valney De Matos Cerqueira 10/07/2023
145

o ponto negativo e que o tema 1209 ja estava no stf a espera de pauta,como consequencia me parece que travou tudo. e nos teremos de entrar novamente na ciranda do aprova na camara ,vai ao senado,altera algum ponto,volta para a camara, so para ganhar tempo e no senado, depois vem de novo a discusao no stj, mais stf, srs, deputados nos vamos começar a espalhar o conhecimento ao povo, nos vai sofrer,mas no fim veremos quem vai sofrer mais.

Arlindo Bermann De Oliveira 10/11/2023
43

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 95 encontrados.

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  • Ponto positivo: Sim concordo com a aprovação total do pl 42 uma injustiça que fizemos com trabalhadores que trabalham o dia todo em risco de vida

    VALMIR PAZ 04/07/2026
    0
  • Ponto positivo: Estamos em ano eleitoral. Se a população olhar com cuidado quem está enrolando com esse projeto para somente ganhar votos poderá votar com mais consciência. Se esse projeto não for aprovado antes das eleições não votem nos deputados pertencentes às comissões. O STF já julgou inconstitucional a idade mínima, ou seja, cabe ao congresso votar somente o valor de 100% das médias das contribuições para os trabalhadores. Não há complexidade, pois a comissão de finanças já se posicionou sobre o impacto

    EDUARDO PALMIERI TORQUATO 19/06/2026
    1
  • Ponto positivo: Como trabalhador, vejo muitos pontos positivos no PLP 42/2023, pois ele corrige a injustiça criada em 2019, quando profissionais expostos diariamente a agentes nocivos perderam o direito à aposentadoria por tempo de serviço. Não é justo que esses trabalhadores só possam se aposentar aos 65 anos, muitas vezes já com a saúde comprometida pela exposição aos agentes nocivos ao longo da vida laboral

    MARCIANO LEAL BORGES 11/05/2026
    1
  • Ponto positivo: O projeto inclui tanto a vigilância armada como a " desarmada" , isso é fundamental para se estabelecer justiça com a categoria, até porque, se fizer-mos uma reflexão sobre o que é uma arma nós so poderemos chegar a uma conclusão: " arma na minha humilde visão é o indivíduo que empunha o instrumento que será utilizado para ceifar vida" seja um revólver, pistola, fuzil, entre outras de maior letalidade ou uma caneta, uma lâmina, um espeto de carne, um pedaço de vidro, um porrete, entre outras

    CLEBERLITO MOREIRA DA CRUZ 24/01/2026
    1
  • Ponto positivo: Reconhecimento de um direito líquido e certo de servidores e trabalhadores expostos a situações de riscos como técnico em laboratório que trabalham tanto com produto Biológicos sangue, fezes,urina como produtos Químicos com toulueno (cancerígeno) acido sulfúrico pois a média de vida dos os servidores da Ex-Sucam morrem aos 57,6 anos exposto também ao DDT com boletins e lâminas de sangue contaminadas por estes produto e não bastando guardando caixas de DDT nos laboratórios no estado do Pará.

    ASTROGILDO RIBEIRO DE ARAUJO 26/10/2025
    2
  • Ponto positivo: Não vi no projeto a categoria dos técnico em laboratório que trabalharam com sangue material biológicos e ainda com produto químicos com o ácido sulfúrico e o toque no que é cancerígeno caso de quem trabalha fazendo exame de Malária na Ex-Sucam e hoje no Ministério da Saúde, prestando serviço às prefeituras e estados.

    ASTROGILDO RIBEIRO DE ARAUJO 26/10/2025
    1
  • Ponto negativo: Faltou colocar entre as profissões de alto risco ocupacional e contempladas com aposentadoria especial os Cirurgiões-Dentistas, Auxiliares e Técnicos em Saúde Bucal, que estão diariamente expostos a riscos físicos, inclusive radiação ionizante, químicos e biológicos.

    Daniel Rebouças 13/09/2025
    1
  • Ponto positivo: Corrige a maior injustiça já cometida com quem já vem contribuindo a muitos anos. É desleal e um crime mudar as regras com quem ja estava exposto a inúmeros agentes nocivos por anos.

    LEANDRO CARLOS SOARES DA SILVA 24/08/2025
    2
  • Ponto positivo: Pessoas que trabalham com exposição de risco a vida, seja ela insalubre ou especial tem que ter o direito a aposentadoria por tempo de trabalho. A mudança em 2019 é uma injustiça muito grande com esta classe trabalhadora. Muitos trabalhadores atualmente não conseguem a aposentadoria por causa da idade.

    DENIS OLIVER DA SILVA 05/08/2025
    3
  • Ponto negativo: O TEMPO DE DEMORA PRA VOTAR ISSO É UM PONTO NEGATIVO. MELHOR DEIXAR O STF SE MANIFESTAR PRIMEIRO, RETIRANDO O REQUISITO DE IDADE MÍNIMA.

    PAULO CESAR CHAVES 30/07/2025
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei