Enquete do PL 6170/2025

Resultado

Resultado final desde 03/12/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.775 54%
Concordo na maior parte 77 2%
Estou indeciso 6 0%
Discordo na maior parte 121 4%
Discordo totalmente 1.313 40%

O que foi dito

Pontos mais populares

Atualmente há muitas carreiras administrativas no Poder Executivo Federal que exercem, basicamente, a mesma função e são remuneradas de forma disprepante. A criação dessa carreira de Analista Técnico do Poder Executivo Federal oferecerá uma unificação funcional e salarial destes cargos, favorecendo maior organização e eficiência da Administração Pública.

GUSTAVO NORIAKI NAGY 04/12/2025
191

O PL 6170/2025 humilha os TAEs! Diferente dos docentes, nosso RSC veio com TRAVAS inaceitáveis: Cota de 70% (30% ficarão sem, mesmo com direito); Carência absurda de 3 ANOS após o título para poder pedir (Art. 12-F); Fim do retroativo (só pagam na concessão). Docentes recebem do pedido e sem cota! Exigimos Isonomia! Deputados, suprimam o §1º do Art. 12-C, o Art. 12-F e alterem o Art. 12-H. Respeitem a categoria!

ALEXANDRE ANTONIO DE OLIVEIRA JUNIOR 05/12/2025
187

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 114 encontrados.

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  • Ponto negativo: Lamentável que o projeto de lei não contemple os servidores de nível médio tanto do PGPE quanto da PST, que na verdade foram quem SEMPRE "carregaram o piano" nos vários órgãos onde desempenham suas funções. É um injustiça absurda esse "esquecimento", haja vista o nível de escolaridade desses servidores atualmente, bem como o alto nÍvel das tarefas desempenhadas por eles. LAMENTÁVEL A ESTIGMATIZAÇÃO DO NÍVEL MÉDIO EM DETRIMENTO DO NÍVEL SUPERIOR!!!

    NARCISIO MACHADO DE OLIVEIRA 23/01/2026
    0
  • Ponto negativo: É muito lamentável apesar do esforço em fazer uma lei e compromisso de segui-la, mas não lembrar,considerar as atividades e esforços do pessoal de nível médio e que tantos serviços, dedicações sempre houve, seja o serviço atuação que for, desde os mais simples e os não tão simples assim. Pessoal do nível médio honrados, sem exceção e levando adiante com dedicação o serviço público. Os aumentos, equiparação ao serviço público é essencial e precisa ser considerados. É questão de justiça, respeito.

    ALBERTO DE SOUZA RIBEIRO 23/01/2026
    0
  • Ponto positivo: O Artigo 214 da Lei nº 15.141/2025 — a criação da carreira de ATPE revela-se não apenas legítima, mas necessária para a modernização do Estado brasileiro. Em um cenário de boa gestão pública, a reestruturação tecnicamente correta possibilita a justa valorização dos servidores. O PL 6.170/2025 representa uma dessas iniciativas que aprimoram a gestão à medida que o Estado evolui na prestação de serviços públicos — e merece apoio. Prezados Deputados e Senadores, SIM à aprovação do PL 6.170/2025.

    PATRICIA DA SILVA VALLE 23/01/2026
    7
  • Ponto negativo: Com a desvantagem do NMedio agente administrativo e demais da PST e PGPE constrói-se uma grande injustiça salarial em não beneficiar também os servidores federais concursados e não terceirizados de nível médio,estamos nos órgãos PST e PGPE não por favores políticos digo terceirização a maioria possui nível superior já contribuímos muito para o PST e PGPE e somos desvalorizados exemplos:Ministério da Saúde que nunca teve um plano de cargos e salários para os spf e Ministério do trabalho

    GLAUCO CARLOS CAVALCANTE 23/01/2026
    1
  • Ponto negativo: Entendo a importância de valorizar o serviço público, mas este projeto não é adequado ao momento atual, o país enfrenta desafios fiscais, dívidas elevadas e pressão sobre gastos essenciais. Expandir carreiras, cargos e reajustes agora vai comprometer o equilíbrio das contas e gerar mais impostos ou inflação. Primeiro é preciso estabilizar a economia para garantir avanços sustentáveis depois.

    THIAGO HENRIQUE VOLPERT RIBEIRO 21/01/2026
    2
  • Ponto positivo: Finalmente um reconhecimento minimo aos servidores do executivo, espinha dorsal do funcionalismo, que são humilhados com remuneração discrepante em relação aos outros poderes... com valorização o executivo reterá talentos. serviço público forte, povo forte.

    NILTON ALCANTARA SILVEIRA TUMONIS 20/01/2026
    9
  • Ponto positivo: Depois de muitos anos, finalmente fomos reconhecidos como profissionais qualificados e que nunca tiveram uma alteração mais que merecida dessa forma! Meus parabéns ao governo e a todos os envolvidos pela iniciativa de reconhecimento e valorização!

    KARINA CABRAL RODRIGUES FURQUIN 19/01/2026
    11
  • Ponto negativo: Será mais um carga de serviço público para o povo custear, embora alguns digam que é o estado que paga, mas o estado não produz riqueza alguma, tudo que o estado tem vem de impostos do contribuinte!

    LEONARDO MOLARINHO POLICARPO 18/01/2026
    3
  • Ponto negativo: O PL desrespeita o nível médio da PST! O governo ignora os Agentes Administrativos da Saúde e Trabalho, oferecendo apenas uma gratificação temporária. Isso é destratar os Agentes Adm., que levam seus Ministérios nas costas!! É preciso mais isonomia, com a inclusão dos agentes adm. na reestruturação. Viva o nível médio que faz quase tudo acontecer nos Ministérios!

    CARLOS ALBERTO CANDIDO JUNIOR 16/01/2026
    3
  • Ponto negativo: A PL é uma afronta ao nível médio da PST! Enquanto cria a carreira de Analista Técnico para o nível superior e reestrutura cargos da Cultura do nível médio, o governo ignora os Agentes Administrativos da Saúde e Trabalho. Oferecer apenas a GTATA, uma gratificação temporária, é tratar os Ag.Adm que muitas vezes fazem o mesmo serviço de nível superior, com migalhas. Esperamos isonomia, adicional de qualificação e a inclusão imediata na reestruturação. Respeitem o nível médio. Menos desigualdade!!

    LEONARDO DA SILVA COSTA 16/01/2026
    4

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  5. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição

  6. PL 5942/2025

    Dispõe sobre a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo - SENATUR e do Comitê Intersetorial de Investimento no Turismo