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        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
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        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Sat, 07 Mar 2026 22:20:01 GMT</lastBuildDate>
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        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova apoio federal para iluminação LED em cidades com baixa cobertura e casos de violência]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1251231-comissao-aprova-apoio-federal-para-iluminacao-led-em-cidades-com-baixa-cobertura-e-casos-de-violencia/</link>
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            <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 21:13:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta segue em análise na Câmara]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1251305" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1251305">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260224143326237-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Coronel Ulysses (UNIÃO - AC)" /></div>
<div class="midia-legenda">Coronel Ulysses, relator do projeto</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou proposta que cria critérios de prioridade para investimentos federais em iluminação pública em municípios com baixos índices de cobertura e altas taxas de violência.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O colegiado aprovou <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Coronel Ulysses (União-AC) ao Projeto de Lei 2971/25, de autoria do deputado Duda Ramos (MDB-RR).</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A redação original previa o uso de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e focava especificamente em municípios da Amazônia e de Roraima. O texto aprovado amplia o alcance da medida para todo o país e retira a obrigatoriedade de uso do FNSP.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O texto aprovado estabelece que serão considerados prioritários para receber apoio técnico e financeiro da União os municípios que apresentarem cobertura de iluminação inferior a 70% da malha viária e taxas de violência ou suicídios acima da média nacional. Também entram na lista cidades com menos de 50 mil habitantes ou isoladas geograficamente.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Apoio aos municípios<br />
</strong>Pelo texto aprovado, as cidades enquadradas nesses critérios receberão apoio técnico e financeiro da União para completar a cobertura de iluminação. Além disso, terão assistência para a adoção de lâmpadas LED eficientes, seguindo o padrão do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel Reluz), focado em eficiência energética.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O substitutivo também prevê dotação específica em programas federais, como o Fundo de Desenvolvimento Urbano.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Mudanças no texto<br />
</strong>O relator concordou com o mérito da proposta, destacando que a iluminação pública, embora não seja uma barreira física ao crime, influencia na percepção de segurança e pode reduzir delitos. No entanto, Coronel Ulysses optou por retirar a previsão de uso do Fundo Nacional de Segurança Pública.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">“Não podemos banalizar a utilização do frágil e insipiente Fundo Nacional de Segurança Pública para tal finalidade, sob o risco de esvaziá-lo e, consequentemente, fragmentar demasiadamente os ínfimos recursos”, afirmou.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O substitutivo também removeu a exclusividade de atendimento à região Amazônica e ao estado de Roraima. Segundo Ulysses, a má qualidade da iluminação impacta a segurança em qualquer localidade do país.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Diretrizes<br />
</strong>Pelo texto aprovado, o Poder Executivo deverá publicar anualmente um mapa da iluminação pública no país e a lista de municípios prioritários. A União também deverá fomentar consórcios públicos regionais para reduzir custos de gestão.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Os municípios beneficiados terão seis meses para se adequar às normas, sob pena de suspensão das transferências vinculadas ao programa.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Próximos passos<br />
</strong>A proposta tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e ainda será analisada pelas comissões de Minas e Energia; de Desenvolvimento Urbano; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova criação de escolas cívico-militares profissionalizantes]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1251204-comissao-aprova-criacao-de-escolas-civico-militares-profissionalizantes/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1251204-comissao-aprova-criacao-de-escolas-civico-militares-profissionalizantes/</guid>
            <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 20:19:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta segue em análise na Câmara]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1251261" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1251261">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260211104629040-768x473.jpeg" alt="Eleição de Vice-Presidentes. Dep. General Pazuello (PL - RJ)" /></div>
<div class="midia-legenda">General Pazuello, relator da proposta</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1229221-proposta-institui-escolas-civico-militares-de-ensino-profissionalizante-no-sistema-publico-federal">Projeto de Lei 2205/24</a>, que institui as escolas cívico-militares de ensino profissionalizante no sistema de ensino público brasileiro.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A proposta surge em um cenário onde o modelo passa por transformações no país. Após o governo federal encerrar o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim) em 2023, diversos estados decidiram manter ou criar redes próprias. O projeto busca estabelecer uma diretriz federal permanente, focada na união entre a gestão militar e o ensino técnico voltado ao mercado de trabalho.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Pelo texto, as unidades funcionarão em tempo integral e a gestão será compartilhada: a área pedagógica ficará a cargo de educadores civis, enquanto a administração e a disciplina poderão contar com militares da reserva das Forças Armadas, policiais militares e bombeiros.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O colegiado aprovou o relatório do deputado General Pazuello (PL-RJ) favorável à proposta. Segundo ele, o modelo contribui para a defesa nacional ao formar cidadãos conscientes e qualificados para setores estratégicos.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">“O modelo cívico-militar proposto fortalece a cultura da paz e segurança dentro do ambiente escolar, promovendo a redução de violência e indisciplina, fatores essenciais para a estabilidade social e, consequentemente, para a defesa nacional”, afirmou o relator.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Currículo e gestão<br />
</strong>De autoria do deputado Lucio Mosquini (MDB-RO), o projeto estabelece que o currículo seguirá as diretrizes do Ministério da Educação (MEC), acrescido de formação técnica em áreas como tecnologia da informação, automação industrial, agronegócio, energias renováveis e saúde.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A administração das escolas deverá ter diretores e coordenadores pedagógicos selecionados por mérito. Já os militares atuarão na colaboração da gestão disciplinar.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Pazuello destacou a importância dessa estrutura híbrida. “O projeto é extremamente louvável ao prever que a equipe pedagógica deverá ser selecionada por critérios de mérito e competência, cabendo aos militares da reserva das Forças Armadas ou das polícias militares e corpos de bombeiros militares colaborar na gestão disciplinar e administrativa”, disse.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Mercado de trabalho<br />
</strong>O texto aprovado também prevê incentivos para a inserção profissional dos alunos. Estudantes que concluírem os cursos técnicos terão direito a uma bolsa-incentivo por um ano.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Além disso, empresas que contratarem esses egressos poderão deduzir parte dos custos dessa bolsa do Imposto de Renda (IR).</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Próximos passos<br />
</strong>O projeto tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e ainda será analisado pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova repasse de 10% do Fundo de Segurança para combate a crimes na fronteira]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1251123-comissao-aprova-repasse-de-10-do-fundo-de-seguranca-para-combate-a-crimes-na-fronteira/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1251123-comissao-aprova-repasse-de-10-do-fundo-de-seguranca-para-combate-a-crimes-na-fronteira/</guid>
            <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 17:12:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[A proposta segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-img20260203174409734.jpg" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="{&quot;url&quot;:&quot;https://www.camara.leg.br/internet/bancoimagem/banco/2026/02/img20260203174409734.jpg&quot;,&quot;titulo&quot;:&quot;Reunião de instalação. Dep. Filipe Barros (PL-PR)&quot;,&quot;data&quot;:&quot;03/02/2026&quot;,&quot;thumbnail&quot;:&quot;https://www.camara.leg.br/internet/bancoimagem/banco/2026/02/img20260203174409734PEQ.jpg&quot;,&quot;album&quot;:&quot;Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional&quot;,&quot;autor&quot;:&quot;Bruno Spada/Câmara dos Deputados&quot;}">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" title="Reunião de instalação. Dep. Filipe Barros (PL-PR)" src="https://www.camara.leg.br/internet/bancoimagem/banco/2026/02/img20260203174409734.jpg" alt="Deputado Filipe Barros (PL-PR) na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional" /></div>
<div class="midia-legenda">Filipe Barros: projeto dá maior efetividade às políticas de segurança nas regiões de fronteira</div>
</div>
<p>A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que destina 10% dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) a estados que combatam crimes em regiões de fronteira. O dinheiro será transferido para os fundos estaduais por meio de convênios ou contratos de repasse.</p>
<p>O texto altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2018/lei-13756-12-dezembro-2018-787435-norma-pl.html">Lei 13.756/18</a>, que criou o FNSP, para autorizar o pagamento de diárias de profissionais de segurança pública estaduais que atuem contra crimes transfronteiriços.</p>
<p>A comissão aprovou o Projeto de Lei 2147/25, do deputado Coronel Ulysses (União-AC), com <span id="4028" class="termoGlossario" title="Proposta para alterar, no todo ou em parte, o texto de um projeto de lei submetido à discussão ou votação." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">emendas</span> de redação do relator, deputado Filipe Barros (PL-PR). As emendas corrigem erros formais e eliminam termos e expressões desnecessários.</p>
<p>“O projeto confere maior efetividade às políticas de segurança pública nas regiões de fronteira, assegurando o repasse financeiro necessário para as operações, o que fortalece o enfrentamento a organizações criminosas que ameaçam a soberania nacional e a segurança das comunidades locais”, justificou Barros.</p>
<p>Segundo o autor, a falta de recursos específicos dificulta o trabalho das polícias estaduais em áreas remotas e de difícil acesso. A intenção é dar mais eficiência ao uso do fundo nacional para reforçar a segurança nas fronteiras brasileiras.</p>
<p><strong>Próximas etapas</strong><br />
A proposta será ainda analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<div id="infografico-container-1249747" style="width: 100%;"><iframe style="width: 100%px; height: px;" src="https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/fundo-nacional-de-seguranca-publica-fnsp/index.html" frameborder="0" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Ministra das Mulheres será ouvida na comissão mista de combate à violência; participe]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1250769-ministra-das-mulheres-sera-ouvida-na-comissao-mista-de-combate-a-violencia-participe/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1250769-ministra-das-mulheres-sera-ouvida-na-comissao-mista-de-combate-a-violencia-participe/</guid>
            <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 13:48:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1251044" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1251044">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20251216172034802-768x474.jpg" alt="Retrospectiva 2025. Ministra de Estado das Mulheres, Márcia Lopes." /></div>
<div class="midia-legenda">Márcia Lopes, ministra das Mulheres</div>
</div>
<p>A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, é uma das convidadas para a audiência pública da próxima quarta-feira (11), às 14h30, que discutirá estatísticas sobre violência contra a mulher e a aplicabilidade da <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2015/lei-13104-9-marco-2015-780225-norma-pl.html">Lei do Feminicídio</a>.</p>
<p>O evento é promovido pela Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher (CMCVM) e atende a requerimento da deputada Luizianne Lins (PT-CE).</p>
<p>Segundo a parlamentar, o debate deverá subsidiar o plano de trabalho da comissão para o biênio 2026-2027, “garantindo que nossas ações legislativas e fiscalizadoras estejam alinhadas com as demandas reais das mulheres brasileiras.”</p>
<p>A reunião será realizada no plenário 6 da Ala Nilo Coelho, no Senado, e será interativa.</p>
<ul>
<li><a href="https://legis.senado.leg.br/atividade/comissoes/comissao/1774/reuniao/14466">Veja a pauta completa e envie suas perguntas</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova compra emergencial de imóveis do Minha Casa, Minha Vida por vítimas de violência]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1250861-comissao-aprova-compra-emergencial-de-imoveis-do-minha-casa-minha-vida-por-vitimas-de-violencia/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1250861-comissao-aprova-compra-emergencial-de-imoveis-do-minha-casa-minha-vida-por-vitimas-de-violencia/</guid>
            <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 12:46:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1250999" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250999">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20250708111649009-768x473.jpg" alt="Deputada Natália Bonavides (PT-RN) fala no Plenário da Câmara dos Deputados" /></div>
<div class="midia-legenda">Natália Bonavides, relatora da proposta</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que altera as regras do Programa Minha Casa, Minha Vida para permitir a aquisição emergencial de moradias por mulheres sob medida protetiva.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Pelo texto, essas mulheres poderão financiar um imóvel pelo programa mesmo que já possuam outra casa ou tenham recebido subsídios habitacionais anteriormente, condições que normalmente impediriam o acesso ao benefício.</p>
<p><strong>Proteção mais efetiva</strong><br />
O colegiado aprovou a versão (<span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span>) apresentada pela relatora, deputada Natália Bonavides (PT-RN), ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1135535-projeto-garante-melhoria-em-seguranca-de-moradia-ocupada-por-vitima-de-violencia-domestica">Projeto de Lei 4520/23</a>, da deputada Amanda Gentil (PP-MA).</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2942629&amp;filename=Parecer-CDU-2025-06-26">Veja o texto aprovado</a></li>
</ul>
<p>A proposta original focava no financiamento de reformas de segurança nas residências atuais das vítimas. O texto aprovado altera o objetivo central para a compra de novas unidades, argumentando que a prioridade em casos de grave ameaça deve ser a retirada da vítima do local de risco.</p>
<p>Bonavides defendeu que a medida oferece uma proteção mais efetiva do Estado às mulheres que precisam recomeçar a vida longe dos agressores. "Diante de grave ameaça, sob a necessidade de deslocamento de sua habitação por conta de violência, as mulheres necessitam de proteção", afirmou.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Mudança na Regra<br />
</strong>O substitutivo altera a lei que recriou o Programa Minha Casa, Minha Vida (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2023/lei-14620-13-julho-2023-794436-norma-pl.html">Lei 14.620/23</a>) para criar uma exceção legal. Mulheres vítimas de violência doméstica e familiar poderão acessar o financiamento habitacional, dispensando os requisitos restritivos comuns do programa.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Com a mudança, elas poderão adquirir o imóvel mesmo que:</p>
<ul>
<li>tenham financiamento ativo pelo FGTS ou Sistema Financeiro da Habitação em qualquer parte do país;</li>
<li>sejam proprietárias, promitentes compradoras ou tenham usufruto de outro imóvel residencial regular;</li>
<li>tenham recebido benefícios habitacionais ou descontos com recursos da União ou do FGTS nos últimos dez anos.</li>
</ul>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><b>Próximos passos<br />
</b>O projeto tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e ainda será analisado pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Prioridades da bancada feminina para 2026 têm foco no combate ao feminicídio e na busca por orçamento]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1250663-prioridades-da-bancada-feminina-para-2026-tem-foco-no-combate-ao-feminicidio-e-na-busca-por-orcamento/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1250663-prioridades-da-bancada-feminina-para-2026-tem-foco-no-combate-ao-feminicidio-e-na-busca-por-orcamento/</guid>
            <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 11:57:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Pauta reúne mais de 80 propostas, entre elas a destinação de R$ 5 bi para financiar políticas de prevenção à violência e ações para participação política]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1250031" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250031">
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/55128744589-302602a990-c-768x512.jpg" /></div>
<div class="midia-legenda">Bancada feminina da Câmara</div>
</div>
<p>A bancada feminina da Câmara dos Deputados definiu uma pauta com mais de 80 proposições para 2026, concentrando esforços em iniciativas que reforçam a segurança, a saúde materna e a participação política das mulheres.</p>
<p>A principal aposta das parlamentares é a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 41/26, que busca garantir recursos financeiros diretos para o enfrentamento do feminicídio e a proteção da vida de meninas e mulheres.</p>
<p>A coordenadora dos Direitos da Mulher na Câmara, deputada Jack Rocha (PT-ES), explicou que o projeto destina R$ 5 bilhões, fora do teto de gastos, para fortalecer as ações voltadas às mulheres nos municípios.</p>
<p>“Para construir rede de apoio e enfrentar a violência contra a mulher, é preciso descentralizar os recursos e fortalecer os organismos de políticas para as mulheres que já existem”, defendeu.</p>
<p>Coordenadora do Observatório Nacional da Mulher na Política, a deputada Iza Arruda (MDB-PE) reforçou a urgência. “Se não temos orçamento para a mulher, a gente não consegue fazer com que as ações cheguem a quem mais precisa”, disse.</p>
<div id="image-container-1250951" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250951">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20250226161940020-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Iza Arruda (MDB-PE)" /></div>
<div class="midia-legenda">Iza Arruda coordena o Observatório Nacional da Mulher na Política</div>
</div>
<p>A preocupação das parlamentares é justificada pela gravidade dos dados: em 2025, o Brasil registrou 1.568 feminicídios, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o que equivale a uma média de aproximadamente quatro mortes por dia.</p>
<p>Diante desse cenário, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1250007-motta-afirma-que-projetos-da-bancada-feminina-serao-a-prioridade-de-votacao-neste-mes">a prioridade de votação em março serão projetos da bancada feminina</a>.</p>
<p>“O número de mulheres que são mortas no Brasil afora nos entristece muito, e isso requer de nós respostas duras”, declarou o presidente. “Quero reafirmar o compromisso com o pacto contra o feminicídio e ter uma pauta ainda mais firme, ousada e abrangente no combate à violência contra a mulher.”</p>
<p>Também a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, em evento na Câmara, destacou como ação de enfrentamento ao problema, justamente, o Pacto Brasil contra o Feminicídio. “Precisamos atuar na base dessa transformação. Na educação, na prevenção e na construção de uma sociedade que reconheça a igualdade”, defendeu.</p>
<p><strong>Barbara Penna</strong><br />
Outro projeto prioritário é o PL 2083/22, conhecido como Lei Barbara Penna, que busca impedir que agressores continuem ameaçando suas vítimas após a condenação.</p>
<p>Barbara Penna, sobrevivente de uma tentativa de feminicídio em 2013, relatou na Câmara as falhas no sistema ao tentar denunciar a violência contra mulheres.</p>
<p>“Muitos julgam as mulheres vítimas de violência, dizendo que elas não denunciam. Mas, na época, antes da tragédia, eu fui até a delegacia para efetivar a denúncia e fui desmotivada. Entrei na delegacia com medo e saí ainda com mais medo."</p>
<div id="image-container-1250949" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250949">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260304104953235-768x473.jpg" alt="Homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Dep. Jack Rocha (PT - ES)" /></div>
<div class="midia-legenda">A coordenadora dos Direitos da Mulher na Câmara, Jack Rocha</div>
</div>
<p><strong>Monitoração eletrônica<br />
</strong>Outro projeto em destaque é o PL 4165/25, que estabelece critérios para a monitoração eletrônica de agressores. “Monitorar agressores de vítimas com medida protetiva tem impedido o feminicídio”, observou Jack Rocha.</p>
<p>Prioridade também é o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1016647-projeto-proibe-compra-de-arma-de-fogo-por-agressor-de-mulheres">PL 3874/23</a>, que proíbe a aquisição e o porte de armas de fogo por indivíduos com registros de agressão contra mulheres em inquéritos ou processos judiciais.</p>
<p>Na esfera jurídica e financeira, a bancada defende o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1155132-projeto-preve-suspensao-de-pensao-alimenticia-paga-por-vitima-de-violencia-domestica-a-agressor">PL 821/25</a>, que suspende a pensão paga por vítimas a agressores em casos de violência doméstica.</p>
<p>Já o PL 6997/17 impede a concessão de fiança em crimes cometidos no âmbito da <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2006/lei-11340-7-agosto-2006-545133-norma-pl.html">Lei Maria da Penha</a>.</p>
<p>Para garantir a autonomia da vítima, o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1005012-projeto-proibe-demissao-de-vitima-de-violencia-domestica-enquanto-durar-medida-protetiva-de-urgencia">PL 3700/23</a> concede estabilidade provisória no emprego para mulheres sob medida protetiva de urgência.</p>
<p><strong>Representatividade</strong><br />
Além do combate à violência e ao feminicídio, a líder da bancada negra na Câmara, deputada Benedita da Silva (PT-RJ), destacou a luta por cadeiras permanentes no Parlamento e por um equilíbrio para as mulheres negras, afirmando que elas precisam do “mesmo tratamento que as demais mulheres”, já que são “minoritárias dentro da minoria” de parlamentares.</p>
<div id="image-container-1250954" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250954">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260304115436547-768x473.jpg" alt="Homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Dep. Benedita da Silva (PT - RJ)" /></div>
<div class="midia-legenda">Benedita da Silva: mulheres negras são "minoritárias dentro da minoria"</div>
</div>
<p>O presidente Hugo Motta também defendeu mais espaço para a mulher na política e destacou que um de seus compromissos é que as parlamentares relatem projetos dos mais variados temas, e não só relacionados aos assuntos da bancada.</p>
<p>“Mulher tem de relatar projeto sobre tudo; tenho procurado priorizar isso, para ter mulheres nas relatorias importantes e, com isso, a bancada feminina ganha o protagonismo que merece”, declarou. “Temos que fortalecer o papel da bancada feminina para que, na próxima legislatura, ela venha ainda mais representativa.”</p>
<p>No campo político, as deputadas buscam aprovar o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1136007-projeto-preve-protecao-especial-para-mulheres-que-atuem-em-posicao-de-lideranca">PL 68/25</a>, que amplia a proteção a mulheres em espaços de poder contra a violência política de gênero, e o PL 3867/23, que autoriza o uso de fundos eleitorais para custear a segurança pessoal de candidatas durante as campanhas.</p>
<p>Na avaliação da deputada Jack Rocha, a violência digital é uma das principais formas de silenciar mulheres na política. “Precisamos avançar na regulamentação das redes para que as mulheres não se afastem da vida pública por acharem o ambiente muito ácido.”</p>
<p><strong>Ambiente digital</strong><br />
Atenta aos novos tipos de crimes, especialmente no ambiente digital, a bancada prioriza ainda o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/975075-projeto-pune-estupro-virtual">PL 1891/23</a>, que tipifica o estupro virtual no Código Penal, e o PL 6194/25, focado no enfrentamento à misoginia na internet.</p>
<p><span style="box-sizing: border-box; margin: 0px; padding: 0px;">A regulamentação do uso ético da inteligência artificial (<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1159193-projeto-que-regulamenta-uso-da-inteligencia-artificial-no-brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PL 2338/23</a>) também integra a lista de interesses das parlamentares, a fim de assegurar que a tecnologia respeite a centralidade da pessoa humana.</span></p>
<p><strong>Violência obstétrica<br />
</strong>A saúde da mulher é outra frente prioritária da bancada feminina em 2026, com foco na humanização do parto. Três projetos ganham relevância:</p>
<ul>
<li> <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1243012-projeto-tipifica-violencia-obstetrica-como-crime-e-preve-pena-de-ate-15-anos-de-prisao">PL 1763/25</a>, que cria diretrizes para o pré-natal e o parto, tipificando o crime de violência obstétrica;</li>
<li>PL 1527/25, voltado para o combate da violência obstétrica contra mulheres indígenas; e</li>
<li>PL 2768/25, que restringe a episiotomia (corte cirúrgico no períneo, região entre a vagina e o ânus) na assistência ao parto normal somente em situações de necessidade clínica devidamente registrada.</li>
</ul>
<p>Além disso, a pauta inclui a regulamentação da profissão de doula (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/957471-proposta-regulamenta-profissao-de-doula">PL 3946/21</a>).</p>
<p><strong>Esporte e orçamento<br />
</strong>Com a proximidade da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 no Brasil, a bancada acompanha a Medida Provisória 1335/26, que trata dos direitos de mídia e da propriedade intelectual do evento, além do <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1234864-projeto-cria-diretrizes-para-desenvolvimento-do-futebol-feminino">PL 4578/25</a>, que define diretrizes para o desenvolvimento do futebol feminino no país.</p>
<p>Por fim, a bancada articula a criação do Orçamento Mulher (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1094853-projeto-cria-orcamento-mulher">PL 2883/24</a>), uma ferramenta para promover transparência e garantir recursos específicos para políticas públicas femininas, além de propor a inclusão de recortes de gênero, raça e etnia na execução de políticas urbanas (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1097258-projeto-determina-que-questoes-de-genero-raca-e-etnia-sejam-levadas-em-conta-na-politica-urbana">PL 3637/23</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="infografico-container-1250744" style="width: 100%;"><iframe style="width: 100%px; height: px;" src="https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/feminicidios-no-brasil-em-2025/index.html" frameborder="0" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Leis aprovadas pelo Congresso em 2025 ampliam direitos das mulheres e reforçam combate à violência]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1250699-leis-aprovadas-pelo-congresso-em-2025-ampliam-direitos-das-mulheres-e-reforcam-combate-a-violencia/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1250699-leis-aprovadas-pelo-congresso-em-2025-ampliam-direitos-das-mulheres-e-reforcam-combate-a-violencia/</guid>
            <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 11:51:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Parlamentares alertam que o principal desafio agora é garantir aplicação das normas e orçamento para políticas públicas]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1250126" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250126">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260304105024505-768x473.jpg" alt="Homenagem ao Dia Internacional da Mulher." /></div>
<div class="midia-legenda">Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão solene em homenagem às mulheres</div>
</div>
<p>Em 2025, 25 novas leis ampliaram direitos ou proteção às mulheres ou reconheceram a importância da atuação delas para a sociedade, na avaliação da <a href="https://www2.camara.leg.br/a-camara/estruturaadm/secretarias/secretaria-da-mulher">Secretaria da Mulher</a> da Câmara dos Deputados. Embora a produção legislativa tenha sido intensa, as parlamentares alertam para a necessidade de que as leis saiam do papel.</p>
<p>A Coordenadora do Observatório Nacional da Mulher na Política, deputada Iza Arruda (MDB-PE), observou que o marco legal brasileiro já é robusto, mas carece de aplicação prática. “Não é a falta de lei. Nós temos muitas leis. A gente precisa é chegar lá na ponta”, afirmou a parlamentar. Ela acredita que o problema central é o “orçamento que está pequeno para as mulheres”.</p>
<p>A coordenadora dos Direitos da Mulher na Câmara, deputada Jack Rocha (PT-ES), confirmou essa visão, defendendo que o foco agora deve estar na regulamentação. Segundo ela, projetos como o auxílio-aluguel para vítimas de violência e o protocolo “não é não” precisam de diretrizes claras “para que o efeito seja imediato, sem depender sempre de determinação judicial”.</p>
<p><strong>Combate à violência</strong><br />
Apesar das observações das deputadas, a legislação sancionada em 2025 apresenta avanços em diversas áreas, com destaque para o combate à violência contra a mulher, saúde pública e direitos digitais.</p>
<p>O combate à violência contra a mulher e a proteção dela estão entre os temas com maior número de atualizações. Entre as novas normas, a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1153538-LEI-PERMITE-O-USO-DE-TORNOZELEIRA-EM-AGRESSORES-DE-MULHERES-QUE-ESTAO-SOB-MEDIDA-PROTETIVA-DE-URGENCIA">Lei 15.125/25 prevê o uso de tornozeleira eletrônica</a> no agressor durante a vigência de medidas protetivas de urgência, o que aumenta a segurança direta da vítima. A medida surgiu do Projeto de Lei 5427/23, do deputado Gutemberg Reis (MDB-RJ).</p>
<p>Já a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1153179-SANCIONADA-LEI-QUE-AGRAVA-PENA-EM-CRIME-DE-VIOLENCIA-CONTRA-A-MULHER-COM-USO-DE-IA">Lei 15.123/25 aumenta a pena por violência psicológica</a> contra a mulher quando há o uso de inteligência artificial. A medida foi originalmente apresentada pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), por meio do <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1040389-proposta-aumenta-pena-de-crime-contra-mulher-feito-com-inteligencia-artificial">PL 370/24</a>.</p>
<p>Outra lei sancionada – <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1177121-NOVA-LEI-ACABA-COM-ATENUANTE-DE-IDADE-PARA-CRIMES-SEXUAIS-CONTRA-MULHERES">Lei 15.160/25 – proíbe a redução de pena e do prazo de prescrição em crimes de violência sexual contra a mulher</a> quando o criminoso tiver menos de 21 anos ou mais de 70 anos. A norma é resultado do <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/944340-projeto-proibe-aplicacao-de-circunstancia-atenuante-para-crimes-de-violencia-sexual-contra-mulher">PL 419/23</a>, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ).</p>
<div id="image-container-1250946" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250946">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260303173314009-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Jandira Feghali (PCDOB-RJ)" /></div>
<div class="midia-legenda">Jandira Feghali é autora de uma da propostas que virou lei</div>
</div>
<p><strong>Saúde</strong><br />
Na área da saúde, a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1234982-SANCIONADA-LEI-QUE-GARANTE-MAMOGRAFIA-PELO-SUS-A-MULHERES-A-PARTIR-DE-40-ANOS">Lei 15.284/25 assegura exame de mamografia pelo Sistema Único de Saúde (SUS)</a> a todas as mulheres a partir dos 40 anos. A nova norma é originária de uma proposta do Senado (PL 499/25).</p>
<p>Outra norma originada do Senado foi a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1182113-NOVA-LEI-AMPLIA-ACESSO-A-CIRURGIA-REPARADORA-DE-MAMA-E-APOIO-PSICOLOGICO-NO-SUS-E-EM-PLANOS-DE-SAUDE">Lei 15.171/25, que amplia o direito das mulheres à cirurgia plástica reparadora da mama</a> em casos de mutilação total ou parcial. O projeto original foi o PL 2291/23.</p>
<p>Já a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1230696-LEI-CRIA-ESTRATEGIA-NO-SUS-PARA-ATENDER-MULHERES-COM-DEPENDENCIA-DE-ALCOOL">Lei 15.281/25 cria uma estratégia voltada às mulheres alcoolistas</a>. A norma é resultado do PL 2880/23, do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM). O texto determina a criação de ações específicas para mulheres usuárias e dependentes de álcool no SUS, em especial gestantes e mulheres que acabaram de dar à luz.</p>
<p>Por sua vez, a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1206025-LEI-AMPLIA-LICENCA-MATERNIDADE-APOS-INTERNACOES-PROLONGADAS">Lei 15.222/25 prorroga a licença-maternidade nos casos de internação</a> hospitalar prolongada da mãe ou do recém-nascido, garantindo o tempo de convivência após a alta. A norma tem origem no Projeto de Lei 386/23, da senadora Damares Alves (Republicanos-DF).</p>
<p><strong>Direitos da criança e do adolescente</strong><br />
Conhecida como <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1201525-NOVA-LEI-PROTEGE-CRIANCAS-CONTRA-ADULTIZACAO-NA-INTERNET">Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, a Lei 15.211/25</a> cria mecanismos específicos para proteger o público infantojuvenil no ambiente da internet. A origem da norma é o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1180595-projeto-preve-protecao-de-criancas-e-adolescentes-em-ambientes-digitais">PL 2628/22</a>, do Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://infograficos.camara.leg.br/eca-digital/">Confira página especial sobre o ECA Digital</a></li>
</ul>
<p>A Lei 15.234/25 (originada do <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1209097-NOVA-LEI-AUMENTA-PENA-PARA-QUEM-ENTREGA-DROGAS-OU-ALCOOL-A-CRIANCAS-OU-ADOLESCENTES">PL 942/24</a>, de Laura Carneiro) <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1209097-NOVA-LEI-AUMENTA-PENA-PARA-QUEM-ENTREGA-DROGAS-OU-ALCOOL-A-CRIANCAS-OU-ADOLESCENTES">aumenta a pena para quem fornece álcool ou drogas a menores de 18 anos</a>, e a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1230846-NOVA-LEI-FORTALECE-COMBATE-A-CRIMES-SEXUAIS-CONTRA-VULNERAVEIS-E-AMPLIA-PROTECAO-A-VITIMAS">Lei 15.280/25 (originada do PL 2810/25, do Senado) agrava a punição para crimes sexuais contra vulneráveis</a>.</p>
<div id="image-container-1250947" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250947">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20250716183803621-768x473.jpg" alt="Discussão e Votação de Propostas Legislativas. Dep. Tabata Amaral (PSB - SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Tabata Amaral apresentou proposta sobre reserva de vaga para mulheres</div>
</div>
<p><strong>Cotas em estatais</strong><br />
O Congresso aprovou ainda o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/983214-proposta-reserva-para-as-mulheres-30-das-vagas-nos-conselhos-de-administracao-de-grandes-empresas">PL 1246/21</a>, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), que deu origem à <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1183352-NOVA-LEI-ESTABELECE-COTA-PARA-MULHERES-EM-CONSELHOS-DE-ADMINISTRACAO-DE-ESTATAIS">Lei 15.177/25, que estabelece uma reserva mínima de 30% das vagas para mulheres</a> nos conselhos de administração de empresas estatais. Do total reservado, 30% deverão ser destinados a mulheres negras ou com deficiência.</p>
<p><strong>Saiba quais foram as leis de interesse da Bancada Feminina sancionadas em 2025</strong></p>
<ul>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15086-3-janeiro-2025-796852-norma-pl.html">Lei 15.086/25</a> - Inscreve o nome de Hipólita Jacinta Teixeira de Melo no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15116-2-abril-2025-797233-norma-pl.html">Lei 15.116/25</a> - Institui programa de reconstrução dentária para mulheres vítimas de violência doméstica no SUS</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15123-24-abril-2025-797342-norma-pl.html">Lei 15.123/25</a> - Aumenta pena para violência psicológica contra a mulher quando praticada com o uso de inteligência artificial</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15124-24-abril-2025-797343-norma-pl.html">Lei 15.124/25</a> - Veda discriminação contra estudantes e pesquisadoras em bolsas de estudo e pesquisa em razão de gestação ou maternidade</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15125-24-abril-2025-797344-norma-pl.html">Lei 15.125/25</a> - Prevê monitoração eletrônica do agressor durante aplicação de medida protetiva de urgência</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15127-28-abril-2025-797359-norma-pl.html">Lei 15.127/25</a> - Institui campanha de incentivo à doação de cabelo a pessoas carentes em tratamento de câncer e vítimas de escalpelamento</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15139-23-maio-2025-797488-norma-pl.html">Lei 15.139/25</a> - Cria a Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15160-3-julho-2025-797687-norma-pl.html">Lei 15.160/25</a> - Proíbe a redução do prazo de prescrição em crimes de violência sexual contra a mulher</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15171-17-julho-2025-797754-norma-pl.html">Lei 15.171/25</a> - Amplia o direito das mulheres à cirurgia plástica reparadora da mama no SUS</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15174-22-julho-2025-797771-norma-pl.html">Lei 15.174/25</a> - Institui a Política Nacional de Enfrentamento da Infecção por Papilomavírus Humano (HPV)</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15176-23-julho-2025-797775-norma-pl.html">Lei 15.176/25</a> - Cria um programa nacional de proteção dos direitos da pessoa com síndrome de fibromialgia, que afeta predominantemente as mulheres</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15177-23-julho-2025-797776-norma-pl.html">Lei 15.177/25</a> - Torna obrigatória a reserva mínima de participação de mulheres em conselhos de administração de empresas estatais</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15211-17-setembro-2025-797997-norma-pl.html">Lei 15.211/25</a> - Conhecida como Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, protege crianças e adolescentes no ambiente digital</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15212-18-setembro-2025-797999-norma-pl.html">Lei 15.212/25</a> - Denomina oficialmente Lei Maria da Penha a Lei 11.340, de 2006</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15214-18-setembro-2025-798001-norma-pl.html">Lei 15.214/25</a> - Cria o Selo Cidade Mulher para municípios que se destacarem em políticas públicas para o bem-estar feminino</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15221-29-setembro-2025-798043-norma-pl.html">Lei 15.221/25</a> - Cria a Semana Nacional de Conscientização sobre os Cuidados com as Gestantes e as Mães</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15222-29-setembro-2025-798044-norma-pl.html">Lei 15.222/25</a> - Prorroga a licença-maternidade em caso de internação hospitalar prolongada da mãe ou do recém-nascido</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15223-30-setembro-2025-798047-norma-pl.html">Lei 15.223/25</a> - Consolida o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o Plano Safra da agricultura familiar</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15234-7-outubro-2025-798104-norma-pl.html">Lei 15.234/25</a> - Aumenta a pena para quem fornecer drogas ou bebidas alcoólicas a crianças ou adolescentes</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15261-13-novembro-2025-798288-norma-pl.html">Lei 15.261/25</a> - Inclui o Dia Internacional da Mulher no calendário nacional e cria o Dia Nacional e o Dia Internacional das Meninas</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15263-14-novembro-2025-798293-norma-pl.html">Lei 15.263/25</a> - Determina o uso de linguagem simples em mensagens de órgãos públicos para cidadãos</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15280-5-dezembro-2025-798428-norma-pl.html">Lei 15.280/25</a> - Agrava a pena dos crimes sexuais contra vulneráveis</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15281-5-dezembro-2025-798429-norma-pl.html">Lei 15.281/25</a> - Cria estratégia de saúde direcionada às mulheres alcoolistas</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15284-18-dezembro-2025-798486-norma-pl.html">Lei 15.284/25</a> - Assegura a todas as mulheres a partir dos 40 anos o direito à mamografia</li>
<li><a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2025/lei-15295-19-dezembro-2025-798507-norma-pl.html">Lei 15.295/25</a> - Amplia a coleta de DNA na identificação criminal</li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova uso de dinheiro apreendido do tráfico para obras de saneamento básico]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1250835-comissao-aprova-uso-de-dinheiro-apreendido-do-trafico-para-obras-de-saneamento-basico/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1250835-comissao-aprova-uso-de-dinheiro-apreendido-do-trafico-para-obras-de-saneamento-basico/</guid>
            <pubDate>Thu, 05 Mar 2026 23:10:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta segue em análise na Câmara]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1250912" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250912">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260204110823989-768x473.jpg" alt="Reunião de Instalação e Eleição. Dep. Saulo Pedroso (PSD - SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Saulo Pedroso: política de drogas deve atuar na prevenção social</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3770/25, que destina recursos do Fundo Nacional Antidrogas (Funad) para investimentos em saneamento básico. A medida visa utilizar bens e valores apreendidos do tráfico de drogas e do crime organizado para combater a vulnerabilidade social em áreas carentes.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A proposta, de autoria do deputado Otto Alencar Filho (PSD-BA), recebeu parecer favorável do relator, deputado Saulo Pedroso (PSD-SP). O texto altera a lei de criação do Funad (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-7560-19-dezembro-1986-368151-norma-pl.html">Lei 7.560/86</a>) para incluir explicitamente o saneamento entre as destinações permitidas do fundo.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Prevenção estrutural<br />
</strong>O relator destacou que a política de drogas não deve se restringir à repressão policial, mas também atuar na prevenção social.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">"A melhoria das condições urbanas e sanitárias contribui para a redução de contextos de exclusão e marginalização, frequentemente associados ao aumento da exposição a situações de violência, criminalidade e uso problemático de drogas", afirmou Saulo Pedroso.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O deputado ressaltou ainda que a medida auxilia no cumprimento das metas do marco legal do saneamento, que prevê a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Como funciona o Funad<br />
</strong>O Fundo Nacional Antidrogas é abastecido, principalmente, pela alienação (venda) de bens confiscados de criminosos, como veículos, imóveis, joias e dinheiro em espécie. Atualmente, esses recursos financiam programas de prevenção, tratamento de dependentes e repressão ao tráfico. Com a mudança, parte desse montante poderá financiar redes de esgoto e água potável.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap"><strong>Próximos passos<br />
</strong>O projeto tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e ainda será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Cancelado debate sobre segurança de fronteiras]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1250506-cancelado-debate-sobre-seguranca-de-fronteiras/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1250506-cancelado-debate-sobre-seguranca-de-fronteiras/</guid>
            <pubDate>Thu, 05 Mar 2026 16:50:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Ainda não há nova data para a reunião]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1250571" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250571">
<div class="midia-creditos"><em>Marcelo Pinto/APlateia</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20210318120751716-768x512.jpg" alt="Fronteira entre Brasil e Uruguai nas cidades de Santana do Livramento (Brasil) e Rivera (Uruguai)" /></div>
<div class="midia-legenda">Fronteira Brasil-Uruguai nas cidades de Santana do Livramento (Brasil) e Rivera (Uruguai)</div>
</div>
<p data-start="90" data-end="299">Foi cancelada a audiência pública da Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados que seria realizado no dia 10. O debate seria promovido para discutir os encaminhamentos do 1º Congresso Internacional de Segurança de Fronteiras das Assembleias Legislativas (Cisfal), realizado em setembro do ano passado, em Cuiabá (MT).</p>
<p data-start="301" data-end="352">O pedido foi feio pelo deputado Coronel Assis (União-MT). Não há nova data para a realização do debate.</p>
<p data-start="301" data-end="352">Segundo o deputado, no evento foram discutidos temas como o domínio territorial por facções criminosas, o chamado “novo cangaço”, o tráfico internacional de drogas e de pessoas, crimes ambientais, evasão de divisas, mineração ilegal, uso irregular de agrotóxicos, vulnerabilidades sociais nas regiões de fronteira, além dos desafios institucionais para o enfrentamento dessas práticas.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Saiba mais sobre o texto aprovado da PEC da Segurança Pública]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1250475-saiba-mais-sobre-o-texto-aprovado-da-pec-da-seguranca-publica/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1250475-saiba-mais-sobre-o-texto-aprovado-da-pec-da-seguranca-publica/</guid>
            <pubDate>Thu, 05 Mar 2026 02:48:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta passou pelo Plenário da Câmara e seguirá para votação no Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Aprovada pela Câmara dos Deputados, a PEC da Segurança Pública (PEC 18/25) define que é competência comum a todos os órgãos de segurança pública encaminhar, por meio de sistema eletrônico integrado, o registro das infrações penais de menor potencial ofensivo diretamente ao Judiciário.</p>
<p>Isso ocorrerá sem prejuízo da prisão em flagrante ou da apuração pelas polícias civil ou federal, conforme o caso. Assim, a polícia militar ou a polícia municipal poderão fazer esse encaminhamento sem passar primeiramente pela polícia civil.</p>
<p>Qualquer órgão do sistema poderá conduzir à autoridade de polícia judiciária a pessoa presa em flagrante delito ou em razão de cumprimento de mandado de prisão.</p>
<div id="image-container-1250488" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250488">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260304212618012-768x474.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas." /></div>
<div class="midia-legenda">Proposta foi aprovada em sessão do Plenário nesta quarta-feira</div>
</div>
<p>O texto permite a todos os órgãos de segurança conduzir à autoridade a pessoa que esteja descumprindo medida cautelar de natureza penal, protetiva, disciplinar, socioeducativa ou que esteja cometendo falta grave.</p>
<p>Normas gerais da atividade de inteligência serão competência da União.</p>
<p><strong>Articulação</strong><br />
A proposta estabelece que o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), criado pela <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2018/lei-13675-11-junho-2018-786843-norma-pl.html">Lei 13.675/18</a>, passa a fazer parte da Constituição Federal com quatro diretrizes para a cooperação federativa:</p>
<ul>
<li>atuação em força-tarefa intergovernamental (entre diferentes esferas de governo) ou interinstitucional (entre diferentes instituições), admitida a participação do Ministério Público;</li>
<li>sistemas que conversam entre si (interoperabilidade);</li>
<li>compartilhamento de informações; e</li>
<li>atuação articulada e cooperativa entre instituições e órgãos federais, distritais, estaduais e municipais na produção e no intercâmbio de provas, informações de interesse da prevenção, investigação ou da instrução criminal, nos termos da lei.</li>
</ul>
<p>Todos os órgãos de segurança pública listados na Constituição devem prevenir e reprimir as infrações praticadas por organizações criminosas de qualquer natureza, milícias privadas e contra o meio ambiente, na forma da lei.</p>
<p>Já os atos praticados por integrante de força-tarefa serão considerados válidos em todo o território de sua atuação.</p>
<p><strong>Atualização</strong><br />
Em decorrência do novo texto, a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2018/lei-13675-11-junho-2018-786843-norma-pl.html">Lei 13.675/18</a> terá de disciplinar também:</p>
<ul>
<li>diretrizes de planejamento pactuado e atuação descentralizada;</li>
<li>o registro simplificado de infrações de menor potencial ofensivo; e</li>
<li>regras para compra de material de natureza militar.</li>
</ul>
<p>A lei terá de criar ainda um regime jurídico especial para o tratamento e compartilhamento de dados, inclusive os sigilosos, assegurada a finalidade pública e a compatibilidade entre os sistemas.</p>
<p>Outros temas da lei serão regulamentação da contratação e desenvolvimento de tecnologias avançadas e da proteção a agentes públicos e colaboradores envolvidos no enfrentamento a organizações criminosas de alta periculosidade ou lesividade, extensiva a seus familiares.</p>
<p>Em relação a requisitos especiais a serem definidos para a posse em cargos de segurança pública e inteligência, o texto exige pesquisa social e exame psicológico de candidatos aprovados.</p>
<p><strong>Direitos individuais</strong><br />
No artigo 5º da Constituição, sobre os direitos e deveres individuais e coletivos, o texto aprovado inclui como direito da vítima de crime de natureza penal a tutela judicial efetiva, com atenção especial às mulheres, compreendendo direitos à proteção, à informação, ao acesso à Justiça e à participação no processo penal.</p>
<p>Quanto ao apenado, a pena será imposta e executada com “o rigor necessário para a prestação de justiça à vítima, a reparação do dano causado e a proteção da sociedade”.</p>
<p><strong>Regime especial</strong><br />
No mesmo artigo, o texto aprovado remete a uma lei a definição de regime legal especial aplicável aos integrantes e líderes de organizações criminosas de alta periculosidade ou lesividade, de facção criminosa, de organização paramilitar e de milícia privada.</p>
<p>A lei definirá também atividades ilícitas próprias de tais grupos. O regime especial poderá valer ainda para autores de crimes de alta lesividade, cometidos com violência ou grave ameaça à pessoa, em especial contra a dignidade sexual e a vida de mulheres, crianças e adolescentes.</p>
<p>Entre as medidas previstas estão:</p>
<ul>
<li>obrigatoriedade de prisão provisória ou definitiva em presídio de segurança máxima ou de natureza especial, se necessário em regime disciplinar diferenciado;</li>
<li>restrição ou proibição de progressão de regime, de liberdade provisória, com ou sem fiança, e de realização de acordo que envolva a não condenação do colaborador;</li>
<li>a responsabilização civil, penal e administrativa de pessoa jurídica envolvida, sem prejuízo da responsabilidade individual de seus dirigentes; e</li>
<li>os meios, as ações e os programas para a proteção e compensação ao noticiante de atos ilícitos e aos seus familiares.</li>
</ul>
<p>Medidas previstas na legislação atual que podem, em algum momento, beneficiar o condenado passam a ser restritas ou proibidas.</p>
<p>A PEC cita explicitamente a restrição ou proibição de:</p>
<ul>
<li>conversão da pena privativa de liberdade em penas restritivas de direito;</li>
<li>concessão de suspensão condicional da pena e de liberdade condicional, quando for o caso;</li>
<li>de redução da pena por estudo ou trabalho (remição); e</li>
<li>de concessão de saída temporária.</li>
</ul>
<p>Em relação aos bens do condenado, o texto diz que o regime especial deverá impor medidas cautelares de natureza patrimonial e perda de todo e qualquer bem, direito ou valor de conteúdo econômico envolvido com as atividades criminosas.</p>
<p>Essa perda ocorrerá sem qualquer indenização ao proprietário, e o valor arrecadado será destinado a fundo especial com finalidade específica.</p>
<p><strong>Prisão provisória</strong><br />
Em qualquer caso de prisão provisória, o detido terá seus direitos políticos suspensos.</p>
<p>Assim, quem já estiver detido durante o pleito, por exemplo, não poderá votar.</p>
<p><strong>Pensão por morte</strong><br />
O texto aprovado muda trecho da última reforma da Previdência para permitir aos dependentes de policiais e agentes socioeducativos o recebimento de pensão por morte ou invalidez diferenciada em qualquer situação de morte ou invalidez do servidor no exercício da função ou em razão dela.</p>
<p>Atualmente, esse tipo de pensão é previsto somente quando a morte for decorrente de agressão sofrida no exercício da função ou em razão dela, como em um tiroteio por exemplo.</p>
<p>Também é excluída a condição de que a pensão seja a única fonte de renda formal do dependente para ter acesso.</p>
<p>Assim, se o policial morrer atropelado enquanto estiver no trabalho, poderá ser concedida a pensão mais alta mesmo não se tratando de uma ação com perigo de morte explícito, pois ele estava no exercício da função.</p>
<p><strong>Legislação</strong><br />
O texto aprovado define novos temas de segurança pública objeto de legislação concorrente entre a União e estados. Na legislação concorrente, normas gerais federais devem ser seguidas pelas leis estaduais.</p>
<p>Entram nesse caso aquelas sobre:</p>
<ul>
<li>forças-tarefa intergovernamentais e interinstitucionais;</li>
<li>parâmetros básicos para formação e treinamento continuado, garantias, direitos e deveres das polícias e das guardas municipais e do sistema socioeducativo; e</li>
<li>segurança pública e defesa social.</li>
</ul>
<p>A introdução do termo “defesa social” na Constituição levanta questionamentos entre juristas criminalistas quanto à sua interpretação, se será na ótica repressiva advinda da teoria positivista (uso do sistema repressivo e penal para defender a sociedade de criminosos em vez de defender da criminalidade) ou se será na ótica clássica do direito penal (proteção que a sociedade deve proporcionar ao indivíduo contra arbítrios do poder punitivo do Estado).</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573448-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-pecs/">Saiba mais sobre a tramitação de propostas de emenda à Constituição</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
    </channel>
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