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        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
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        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Sun, 31 May 2026 18:35:33 GMT</lastBuildDate>
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        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova projeto que acelera a venda de bens apreendidos do crime organizado]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1277416-comissao-aprova-projeto-que-acelera-a-venda-de-bens-apreendidos-do-crime-organizado/</link>
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            <pubDate>Thu, 28 May 2026 17:16:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1277429" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277429">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260429171154198-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Capitão Alberto Neto (PL - AM)" /></div>
<div class="midia-legenda">Deputado Capitão Alberto Neto, relator</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou projeto de lei que acelera a venda de bens apreendidos de organizações criminosas.</p>
<p>Pela proposta, a venda antecipada de ativos, como veículos e aeronaves, deve ser priorizada pelo juiz para evitar que os bens percam valor ou virem sucata nos pátios das delegacias.</p>
<p>A comissão aprovou o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), para o Projeto de Lei 6670/25, do deputado Amom Mandel (Republicanos-AM). O novo texto estabelece prazos obrigatórios para a realização de leilões, garantindo que o dinheiro seja reinvestido rapidamente no Sistema Único de Segurança Pública (Susp).</p>
<p data-start="0" data-end="447">Em casos gerais, os leilões deverão ocorrer entre 15 e 30 dias. Já em processos ligados ao crime organizado, os prazos serão obrigatórios e mais rígidos: leilões antecipados terão de ocorrer em até 15 dias, com prioridade para bens de alto valor ou sujeitos à depreciação, enquanto os bens confiscados após condenação definitiva deverão ser leiloados em até 20 dias.</p>
<p data-start="449" data-end="889" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A proposta também limita o prazo para resgate de bens esquecidos nos tribunais: após o trânsito em julgado, os interessados terão 90 dias para reclamar os objetos apreendidos; depois disso, os itens irão a leilão em até 30 dias.</p>
<p>O substitutivo, por fim, estabelece que os valores obtidos em processos da Justiça dos estados e do Distrito Federal serão destinados diretamente aos seus próprios fundos de segurança pública, e não apenas ao fundo federal.</p>
<p>Para o relator, as mudanças tornam o combate ao crime mais eficiente. “O substitutivo consolida a prioridade de venda para bens de organizações criminosas, estabelece prazos para os leilões e garante que o ‘crime pague’ diretamente pela melhoria do aparato estatal de repressão e prevenção”, defendeu o deputado.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br />
</strong>A proposta será ainda analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova suspensão de decreto que criou a Força Nacional de Segurança Publica]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1277249-comissao-aprova-suspensao-de-decreto-que-criou-a-forca-nacional-de-seguranca-publica/</link>
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            <pubDate>Thu, 28 May 2026 16:17:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[O projeto continua em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1277408" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277408">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260304212513279-768x474.jpg" alt="Deputado Sanderson (PL-RS) fala no Plenário da Câmara dos Deputados" /></div>
<div class="midia-legenda">Sanderson recomendou a aprovação da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1147998-projeto-anula-decreto-que-criou-a-forca-nacional-de-seguranca-publica">Projeto de Decreto Legislativo 328/24</a>, que susta os efeitos do decreto presidencial responsável pela criação da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP).</p>
<p>O autor do projeto, deputado Marcos Pollon (PL-MS), argumentou que o <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/decret/2004/decreto-5289-29-novembro-2004-534914-norma-pe.html">Decreto 5.289/04</a> extrapola os limites do Poder Executivo, invadindo uma competência que seria do Congresso Nacional.</p>
<p>Segundo ele, a existência permanente de uma força federalizada afronta a autonomia que os estados e o Distrito Federal possuem para conduzir suas próprias políticas de segurança.</p>
<p><strong>Autonomia e recursos</strong><br />
Favorável ao texto, o relator, deputado Sanderson (PL-RS), defendeu que a segurança pública ostensiva tem dimensão federativa e que o governo federal não pode ampliar suas competências de forma a interferir permanentemente nos estados.</p>
<p>"A manutenção de força operacional federalizada, estruturada por decreto presidencial, representa significativa ampliação da atuação administrativa da União sobre matéria sensível e tradicionalmente vinculada à competência estadual. A segurança pública deve ter preservada sua autonomia operacional", disse o relator.</p>
<p>Para Sanderson, os custos operacionais para manter a Força Nacional deveriam ser repassados para as polícias civis e militares locais.</p>
<p><strong>Força Nacional</strong><br />
A FNSP foi criada em 2004 como um programa de cooperação entre estados e governo federal para atuar em emergências e promover ação integrada de segurança em diversas missões, como:</p>
<ul>
<li>combate ao narcotráfico;</li>
<li>combate ao desmatamento ilegal;</li>
<li>controle de rebeliões em presídios; e</li>
<li>garantia da segurança em grandes eventos.</li>
</ul>
<p>A Força Nacional é composta por policiais militares, civis, bombeiros militares e peritos dos estados e do Distrito Federal.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta será analisada agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, o texto será apreciado pelo Plenário.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/606437-conheca-a-tramitacao-de-projetos-de-decreto-legislativo/">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de decreto legislativo</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Ministro defende atuação da Polícia Federal e cooperação com a Interpol; assista]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1277393-ministro-defende-atuacao-da-policia-federal-e-cooperacao-com-a-interpol-assista/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1277393-ministro-defende-atuacao-da-policia-federal-e-cooperacao-com-a-interpol-assista/</guid>
            <pubDate>Thu, 28 May 2026 15:20:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Wellington Lima e Silva esteve presente na Câmara dos Deputados na quarta-feira (27)]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="video-container-1277354" class="video-container youtube youtube-100" style="width: 100%; float: none; margin: 0px;" data-youtube-id="E3RE4S75qzU">
<div class="midia-creditos"></div>
<p class=""><iframe src="https://www.youtube.com/embed/E3RE4S75qzU" width="100%" frameborder="0" data-youtube-id="E3RE4S75qzU" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<div id="midia-legenda" class="midia-legenda"></div>
</div>
<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima e Silva, defendeu a autonomia e o trabalho da Polícia Federal (PF). Ele compareceu, na quarta-feira (27), na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados.</p>
<p>“É natural que haja uma expectativa em relação a certos fatos, mas o tempo da legislação, o tempo do processo é diferente do tempo da política”, disse. “O devido processo legal deve ser observado com absoluto rigor”, afirmou o ministro.</p>
<p>O debate foi marcado por críticas de deputados da oposição à atuação da PF. Marcel Van Hattem (Novo-RS) citou o caso do ex-diretor da corporação e ex-deputado federal Delegado Ramagem (RJ).</p>
<p>“Ele está nos Estados Unidos em busca de asilo político. É um descumprimento de acordos internacionais a Polícia Federal fazer uma cooperação ilegal e informal com autoridades locais para extraditar uma pessoa com base na sua situação migratória”, disse Van Hattem.</p>
<p>Por sua vez, o deputado Jorge Sola (PT-BA) demonstrou apoio à PF e lembrou que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pediu a extradição de Ramagem.</p>
<p>“É bom lembrar que o senhor Ramagem é um condenado que fugiu do país para não ser preso”, afirmou.</p>
<p>Em 2025, Alexandre Ramagem foi condenado, pelo STF, a 16 anos de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023. Nesta época, ele ocupava o cargo de diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Após a condenação, Ramagem fugiu do país de forma clandestina.</p>
<p><strong>Cooperação internacional<br />
</strong>Ex-diretor da Polícia Federal, Wellington Lima e Silva disse que o caso Ramagem é apenas um entre milhares decorrentes do trabalho da PF em cooperação com a Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal).</p>
<p>“Obviamente que um episódio ou outro chama atenção pela particularidade dos envolvidos, mas o ministério está pautado pelo rigor da observância dos tratados e dos acordos”, declarou.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão debate sistema criado em Pernambuco para combater a violência contra mulheres]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1275425-comissao-debate-sistema-criado-em-pernambuco-para-combater-a-violencia-contra-mulheres/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1275425-comissao-debate-sistema-criado-em-pernambuco-para-combater-a-violencia-contra-mulheres/</guid>
            <pubDate>Wed, 27 May 2026 11:39:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Audiência pública discutirá resultados de iniciativa que acelera o cumprimento de medidas protetivas]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275989" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275989">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20210309091540554-768x432.jpg" alt="Violência contra a mulher - homem com punho cerrado indo ao encontro de uma mulher encolhida no chão" /></div>
<div class="midia-legenda">Audiência vai discutir boas práticas de enfrentamento à violência doméstica</div>
</div>
<p data-start="84" data-end="401">A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados promove, nesta quarta-feira (27), audiência pública para discutir os resultados do Núcleo de Informações Estratégicas e Cumprimento de Ordens Judiciais (Nioj) Maria da Penha, em Pernambuco, e avaliar a possibilidade de replicação da iniciativa em âmbito nacional.</p>
<p data-start="403" data-end="568">O debate atende a pedido da deputada Delegada Ione (Avante-MG) e está marcado para as 14h30, no plenário 14.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82003">Veja quem foi convidado</a></li>
</ul>
<p data-start="773" data-end="1061">O Nioj Maria da Penha foi criado pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) e implementado na cidade de Caruaru em 2024 para dar celeridade ao cumprimento de medidas protetivas e garantir proteção integral às mulheres vítimas de violência doméstica.</p>
<p data-start="773" data-end="1061">Segundo a parlamentar, a audiência tem o objetivo de identificar boas práticas de enfrentamento à violência doméstica e prevenção do feminicídio.</p>
<p data-start="773" data-end="1061">"A discussão permitirá conhecer a metodologia, indicadores e arranjos institucionais do projeto, bem como os requisitos para eventual expansão e adaptação a outros estados e, se pertinente, subsidiar políticas públicas e iniciativas legislativas de alcance nacional", diz Delegada Ione.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão ouve ministro da Justiça e Segurança Pública sobre a atuação internacional da Polícia Federal]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1276314-comissao-ouve-ministro-da-justica-e-seguranca-publica-sobre-a-atuacao-internacional-da-policia-federal/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1276314-comissao-ouve-ministro-da-justica-e-seguranca-publica-sobre-a-atuacao-internacional-da-policia-federal/</guid>
            <pubDate>Wed, 27 May 2026 11:24:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-img20260224095919004.jpg" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="{&quot;url&quot;:&quot;https://www.camara.leg.br/internet/bancoimagem/banco/2026/02/img20260224095919004.jpg&quot;,&quot;titulo&quot;:&quot;Reunião Institucional sobre temas centrais da segurança pública. Ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva.&quot;,&quot;data&quot;:&quot;24/02/2026&quot;,&quot;thumbnail&quot;:&quot;https://www.camara.leg.br/internet/bancoimagem/banco/2026/02/img20260224095919004PEQ.jpg&quot;,&quot;album&quot;:&quot;Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado&quot;,&quot;autor&quot;:&quot;Vinicius Loures / Câmara dos Deputados&quot;}">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" title="Reunião Institucional sobre temas centrais da segurança pública. Ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva." src="https://www.camara.leg.br/internet/bancoimagem/banco/2026/02/img20260224095919004.jpg" alt="Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado" /></div>
<div class="midia-legenda">Wellington César Lima e Silva foi convocado pela comissão</div>
</div>
<p data-start="58" data-end="313">A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados realiza, nesta quarta-feira (27), reunião para ouvir o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, sobre a atuação internacional da Polícia Federal.</p>
<p data-start="58" data-end="313">O ministro foi convocado a pedido dos deputados Marcel van Hattem (Novo-RS), Helio Lopes (PL-RJ) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). Eles querem  esclarecimentos sobre os órgãos envolvidos em operação de monitoramento de cidadão brasileiro nos Estados Unidos, os dados compartilhados com autoridades estrangeiras, os instrumentos jurídicos utilizados, eventual autorização judicial para monitoramento indireto de bens e deslocamentos, e os limites operacionais da atuação da Polícia Federal no exterior.</p>
<p data-start="315" data-end="365">O debate será realizado às 9 horas, no plenário 3.</p>
<ul>
<li data-start="367" data-end="443"><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82262">Veja mais informações sobre a reunião</a></li>
</ul>
<p data-start="1805" data-end="2032" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Além disso, os parlamentares querem ouvir Wellington César Lima e Silva sobre a crise diplomática com os Estados Unidos, a expulsão de um delegado da Polícia Federal do território norte-americano e outros assuntos de competência do Ministério.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova programa nacional para acolher vítimas de tráfico humano]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1275628-comissao-aprova-programa-nacional-para-acolher-vitimas-de-trafico-humano/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1275628-comissao-aprova-programa-nacional-para-acolher-vitimas-de-trafico-humano/</guid>
            <pubDate>Mon, 25 May 2026 13:35:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275854" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275854">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260408122059625-768x473.jpeg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Laura Carneiro (PSD - RJ)" /></div>
<div class="midia-legenda">Laura Carneiro fez alterações no texto original</div>
</div>
<p>A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família aprovou projeto que cria o Programa de Atendimento e Acolhimento Permanente para Vítimas de Tráfico de Pessoas (PAVTP).</p>
<p>O programa funcionará por meio de centros especializados (CAAP-VTP) com atendimento integral e funcionamento durante 24 horas por dia, todos os dias da semana.</p>
<p>As unidades contarão com equipes multidisciplinares formadas por profissionais das áreas de assistência social, psicologia, direito, saúde e segurança pública.</p>
<p>A infraestrutura deverá incluir espaços de convivência, quartos individuais, lavanderia e áreas de lazer.</p>
<p>Para reduzir custos, os centros serão instalados, preferencialmente, em imóveis da União que estejam sem uso. Caso não existam prédios federais disponíveis, poderão ser utilizados imóveis dos estados e municípios por meio de acordos de cooperação. Além do suporte físico, os governos locais deverão oferecer assistência direta às vítimas por meio de serviços e programas sociais já existente.</p>
<p>A comissão aprovou a versão da relatora (<span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span>), deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), para o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1147039-projeto-preve-a-criacao-de-centros-de-atendimento-para-vitimas-de-trafico-de-pessoas">Projeto de Lei 722/25</a>, do deputado Duarte Jr (PSB-MA). A principal alteração em relação à proposta original é a criação dos centros de atendimento dentro de um programa formal.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3111631&amp;filename=SBT+1+CPASF+%3D%3E+PL+722/2025">Confira a íntegra do texto aprovado</a></li>
</ul>
<p>Segundo a relatora, as mudanças aprimoram o projeto ao definir como a política será aplicada na prática. O novo texto detalha o regime de cooperação federativa entre a União, estados e municípios para o funcionamento das unidades.</p>
<p>Pela proposta, caberá aos governos locais fornecer profissionais qualificados, recursos financeiros e materiais, além de garantir o atendimento direto às vítimas por meio de serviços e programas sociais já existentes.</p>
<p><strong>Próximas etapas</strong><br />
A proposta ainda será analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova projeto que proíbe redução de pena por estudo para membros de facções]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274922-comissao-aprova-projeto-que-proibe-reducao-de-pena-por-estudo-para-membros-de-faccoes/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274922-comissao-aprova-projeto-que-proibe-reducao-de-pena-por-estudo-para-membros-de-faccoes/</guid>
            <pubDate>Fri, 22 May 2026 14:56:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Projeto continua em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275494" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275494">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260324163030941-768x473.jpg" alt="Deputado André Fernandes (PL-CE) fala no Plenário da Câmara dos Deputados" /></div>
<div class="midia-legenda">André Fernandes: a remição tem sido apropriada como ferramenta de gestão das facções</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3855/25, que proíbe a concessão de remição de pena por estudo, leitura ou formação educacional para condenados por crimes praticados em conexão com organizações criminosas, facções ou milícias privadas.</p>
<p>A proposta, do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-7210-11-julho-1984-356938-norma-pl.html">Lei de Execução Penal</a>, que atualmente permite que o preso diminua um dia de sua sentença para cada 12 horas de atividade educativa comprovada.</p>
<p>O objetivo da mudança é evitar que membros de grupos criminosos utilizem o benefício, por vezes por meio de certificados falsos ou leituras simuladas, para obter liberdade antecipada e retornar ao crime.</p>
<p>O relator da matéria, deputado André Fernandes (PL-CE), apresentou parecer favorável ao projeto, argumentando que a medida restabelece a coerência no sistema penal. Ele disse que investigações têm documentado o uso fraudulento da remição por parte de facções como um mecanismo estratégico de gestão.</p>
<p>“Não se trata de desconfiar genericamente dos presos que estudam. Trata-se de reconhecer que, dentro do universo específico do crime organizado, a remição tem sido sistematicamente apropriada como ferramenta de gestão das facções, que planejam a saída de integrantes com a mesma precisão operacional com que planejam crimes”, afirmou Fernandes.</p>
<p>O projeto estende a proibição também para aqueles reconhecidos como colaboradores, financiadores ou facilitadores de organizações criminosas, independentemente do crime principal da condenação.</p>
<p>O relator ressaltou que a medida não impede o acesso à educação dentro das prisões, mas apenas veda a conversão desse estudo em redução do tempo de pena.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto de lei ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para votação no Plenário da Câmara.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Lei Bárbara Penna aumenta punição para agressor que ameaçar vítima durante cumprimento da pena]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1275314-lei-barbara-penna-aumenta-punicao-para-agressor-que-ameacar-vitima-durante-cumprimento-da-pena/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1275314-lei-barbara-penna-aumenta-punicao-para-agressor-que-ameacar-vitima-durante-cumprimento-da-pena/</guid>
            <pubDate>Fri, 22 May 2026 13:13:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Norma também inclui novo caso de tortura em contexto de violência doméstica e familiar]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1250133" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1250133">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260304125105623-768x473.jpg" alt="Homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Participante, Bárbara." /></div>
<div class="midia-legenda">Bárbara Penna continuou sofrendo ameaças com agressor preso</div>
</div>
<p>A <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2026/lei-15410-20-maio-2026-799133-norma-pl.html">Lei 15.410/26</a> (Lei Bárbara Penna) agrava a punição para condenados por violência doméstica que continuarem a ameaçar ou se aproximar de suas vítimas durante o cumprimento da pena. A norma também enquadra como crime de tortura a submissão reiterada da mulher a intenso sofrimento físico ou mental no contexto de violência doméstica e familiar.</p>
<p>A lei foi publicada no Diário Oficial da União da quinta-feira (21) e já está em vigor.</p>
<p>São alteradas a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-7210-11-julho-1984-356938-norma-pl.html">Lei de Execução Penal</a> e a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1997/lei-9455-7-abril-1997-349431-norma-pl.html"> Lei dos Crimes de Tortura</a>. Entre as mudanças, estão novas punições para condenados ou presos provisórios que ameaçarem novamente as vítimas durante o cumprimento da pena.</p>
<p data-start="6299" data-end="6565">Pelas novas regras, condenados em regime aberto ou semiaberto cometem falta disciplinar grave se se aproximarem da residência ou do local de trabalho da vítima ou de familiares dela. A mesma regra vale durante saídas autorizadas do estabelecimento prisional.</p>
<p data-start="6299" data-end="6565"> A medida vale quando houver medidas protetivas previstas na <span id="4349" class="termoGlossario" title="Trata-se da Lei 11.340/06 que protege as mulheres contra a violência doméstica e familiar. A lei torna mais rigorosa a punição aos agressores, aumentando o tempo máximo de detenção de um para três anos. Prevê ainda a prisão em flagrante do agressor e a não aplicação de penas alternativas (aquelas em que o réu é condenado a pagar cestas básicas ou multas). Constatada a agressão, poderão também ser aplicadas medidas protetivas como o afastamento do agressor do domicílio e a proibição de sua aproximação da ofendida. O nome da lei é uma homenagem a Maria da Penha Fernandes, que sobreviveu a duas tentativas de homicídio praticadas pelo ex-marido." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Lei Maria da Penha</span>.</p>
<p data-start="6649" data-end="6843">A lei também determina o regime disciplinar diferenciado (RDD), uma forma mais rígida de cumprimento da pena, para presos que ameaçarem ou praticarem violência contra a vítima ou familiares durante o cumprimento da pena.</p>
<p data-start="6845" data-end="7000">Além disso, permite transferir o condenado ou preso provisório para estabelecimento penal em outra unidade da Federação em caso de ameaça ou violência.</p>
<p><strong>Nome da lei</strong><br />
A proposta teve origem no PL 2083/2022, da senadora Soraya Thronicke (PSB-MS), e foi inspirada no caso de Bárbara Penna, moradora de Porto Alegre que foi atacada em 2013 pelo ex-companheiro. Ele ateou fogo ao apartamento onde a família morava e a lançou pela janela do terceiro andar.</p>
<p>Bárbara sobreviveu, mas seus dois filhos morreram no incêndio. O agressor foi condenado a 28 anos, mas mesmo com ele na prisão, as ameaças continuaram.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1263831-CAMARA-APROVA-ENDURECIMENTO-DE-PENA-PARA-PRESO-EM-SAIDA-TEMPORARIA-QUE-AGREDIR-MULHER">A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados em abril deste ano</a>.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Sancionada ampliação de situações de afastamento do lar na Lei Maria da Penha]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1275284-sancionada-ampliacao-de-situacoes-de-afastamento-do-lar-na-lei-maria-da-penha/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1275284-sancionada-ampliacao-de-situacoes-de-afastamento-do-lar-na-lei-maria-da-penha/</guid>
            <pubDate>Thu, 21 May 2026 21:56:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275346" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275346">
<div class="midia-creditos"><em>Carlos Magno/Governo do Rio de Janeiro</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20200210163707854-768x512.jpg" alt="Direitos Humanos - mulheres - acolhimento vítimas violência doméstica sexual feminicídios Lei Maria da Penha 180 disque-denúncia assistência social (Centro Especializado de Atendimento à Mulher em Queimados-RJ)" /></div>
<div class="midia-legenda">Em locais sem comarca, delegado pode determinar o afastamento do agressor</div>
</div>
<p>O agressor que colocar em risco a integridade sexual, moral ou patrimonial da mulher ou de seus dependentes será imediatamente afastado do lar. É o que prevê a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2026/lei-15411-20-maio-2026-799134-norma-pl.html">Lei 15.411/26</a>, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (21).</p>
<p>O texto amplia as situações que preveem o afastamento do agressor na Lei Maria da Penha (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2006/lei-11340-7-agosto-2006-545133-norma-pl.html">Lei 11.340/06</a>), que já contemplava os riscos à vida ou à integridade física ou psicológica da mulher e dos dependentes. Com a mudança, passam a ser contempladas todas as formas de violência previstas no artigo 7º da mesma lei.</p>
<p>O afastamento do agressor deve ser determinado pelo juiz ou, quando o município não for sede de comarca, pelo delegado de polícia. Quando não houver delegado disponível no momento da denúncia, o afastamento pode ser determinado por um policial.</p>
<p>A nova lei teve origem no <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/980426-proposta-preve-o-afastamento-do-lar-de-agressor-em-caso-de-violencia-sexual-moral-ou-patrimonial-da-mulher">Projeto de Lei 3257/19</a>, apresentado pela senadora Daniella Ribeiro (PP-PB) e aprovado pelo Senado em abril de 2023. <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1252438-COMISSAO-APROVA-AMPLIACAO-DOS-CASOS-EM-QUE-AGRESSORES-DE-MULHERES-SERAO-AFASTADOS-DO-LAR">Na Câmara, a proposta foi aprovada em março deste ano.</a></p>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova aumento de pena para agressões no rosto e partes íntimas de mulheres]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1275153-comissao-aprova-aumento-de-pena-para-agressoes-no-rosto-e-partes-intimas-de-mulheres/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1275153-comissao-aprova-aumento-de-pena-para-agressoes-no-rosto-e-partes-intimas-de-mulheres/</guid>
            <pubDate>Thu, 21 May 2026 20:05:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275231" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275231">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260519192608709-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Célia Xakriabá (PSOL-MG)" /></div>
<div class="midia-legenda">Célia Xakriabá, relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que torna mais rigorosa a punição para quem agredir intencionalmente mulheres com o objetivo de causar lesões, mutilações ou traumas no rosto e em outras partes do corpo.</p>
<p>O texto altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> para incluir esses ataques como agravantes de pena — situações que aumentam a condenação — em crimes dolosos (com intenção) praticados contra a mulher em razão de sua condição de mulher.</p>
<p>A comissão aprovou o Projeto de Lei 5110/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), com emenda da relatora, deputada Célia Xakriabá (Psol-MG). A emenda detalha que o agravante vale para crimes praticados em razão da condição de mulher.</p>
<p>A nova redação foca em condutas que buscam desfigurar, mutilar ou estigmatizar o rosto, a cabeça e áreas do corpo ligadas à integridade sexual ou à identidade física da vítima.</p>
<p>A autora argumenta que a medida se justifica pelo impacto simbólico dessas agressões, que buscam atingir a autoestima e a dignidade feminina. Dados citados na justificativa apontam que cerca de 80% das mulheres vítimas de violência doméstica apresentam lesões no rosto. O texto destaca que o corpo de mulheres indígenas ou trans é frequentemente alvo de mutilações como ferramenta de dominação e ódio.</p>
<p>A relatora disse que a mudança manifesta o repúdio do Estado a comportamentos misóginos e cruéis. “Ao incluir tais condutas como circunstâncias agravantes, a Casa sinaliza à sociedade a urgência de superar práticas que atentam contra a dignidade das mulheres, reafirmando o dever do Estado de garantir proteção e justiça”, afirmou Célia Xakriabá.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br />
</strong>A proposta será ainda analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e depois pelo Plenário.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
        </item>
    </channel>
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