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        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
        <link>https://www2.camara.leg.br/camaranoticias</link>
        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Wed, 15 Jul 2026 20:17:23 GMT</lastBuildDate>
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        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
        <item>
            <title><![CDATA[CCJ aprova admissibilidade de proposta que torna imprescritíveis crimes sexuais contra crianças]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1291530-ccj-aprova-admissibilidade-de-proposta-que-torna-imprescritiveis-crimes-sexuais-contra-criancas/</link>
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            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 19:45:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[PEC será analisada agora por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1265747" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1265747">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/04/img20260408112314526-768x473.jpeg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Julia Zanatta (PL - SC)" /></div>
<div class="midia-legenda">Deputada <span style="font-weight: 400;">Julia Zanatta, relatora </span></div>
</div>
<p><span style="font-weight: 400;">A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (15), a <span id="4373" class="termoGlossario" title="Exame preliminar feito pela Comissão de Constituição e Justiça, no prazo de cinco sessões do Plenário da Câmara, sobre aspectos de constitucionalidade, legalidade, regimentalidade e de técnica legislativa de uma proposta de emenda à Constituição (PEC). Se admitida, a PEC será encaminhada a uma comissão especial para análise do mérito da proposta. Em caso de inadmissibilidade, a PEC será arquivada se não houver recurso." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">admissibilidade</span> da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 21/25, de autoria da deputada Soraya Santos (PL-RJ), que torna imprescritíveis os crimes sexuais cometidos contra menores de 12 anos de idade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A proposta acrescenta inciso ao artigo 5º da Constituição, que trata dos direitos e deveres individuais e coletivos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, por exemplo, o crime de estupro de vulnerável prescreve em 20 anos, e a contagem para a prescrição começa a partir dos 18 anos da vítima, exceto se a ação penal tiver já iniciado em data anterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A relatora na comissão, deputada Julia Zanatta (PL-SC), apresentou parecer favorável à medida. </span><span style="font-weight: 400;">“A proposta não suprime nem enfraquece qualquer direito fundamental; ao contrário, amplia a tutela de bem jurídico da mais alta hierarquia, a dignidade e a integridade sexual da criança”, avaliou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a reunião da CCJ, a deputada também citou um caso recente para defender a importância da proposta. “Tivemos uma notícia muito triste vinda do Ceará, onde uma bebê de 10 meses morreu porque foi estuprada por dois homens, e me surpreende que o estupro contra vulneráveis não seja ainda imprescritível”, criticou a deputada.</span></p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
<span style="font-weight: 400;">A proposta ainda será analisada por uma <span id="4412" class="termoGlossario" title="Comissão temporária criada para analisar e votar proposta de emenda à Constituição (PEC), projeto de código e propostas que envolvam matéria de competência de mais de quatro comissões de mérito." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">comissão especial</span> que será criada para esse fim, e depois segue para apreciação do Plenário, onde deverá ser votada em dois turnos. A PEC precisa ser votada pela Câmara e pelo Senado.</span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573448-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-pecs/">Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Anac deve publicar regulamentação definitiva sobre balonismo no final do ano]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1291662-anac-deve-publicar-regulamentacao-definitiva-sobre-balonismo-no-final-do-ano/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1291662-anac-deve-publicar-regulamentacao-definitiva-sobre-balonismo-no-final-do-ano/</guid>
            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 19:30:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Um ano após acidente grave, atividade se baseia em regras provisórias estabelecidas em resolução da agência]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1291759" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1291759">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260715104646204-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Regulamentação do balonismo turístico no Brasil. Especialista em regulação - Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, Eduardo Braghetto." /></div>
<div class="midia-legenda">Eduardo Braghetto, da Anac: o acidente tornou urgente a elaboração de normas</div>
</div>
<p>Um ano após a ocorrência do maior acidente de balonismo do Brasil, em Praia Grande (SC), que deixou 8 mortos e 18 feridos, a Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados debateu a regulamentação da atividade no país.</p>
<p>O especialista em regulação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Eduardo Henrique de Carvalho Braghetto lembrou que uma resolução de outubro do ano passado trouxe regras provisórias para o balonismo. A medida surgiu três meses depois da tragédia em Santa Catarina e estabelece requisitos para o balão, o operador e o piloto.</p>
<p>“Foi um catalisador do problema para que a gente acelerasse a questão. De modo ágil, a Anac iniciou um trabalho para promover uma regulação intermediária, que foi o que acabou gerando a <a href="https://www.anac.gov.br/assuntos/legislacao/legislacao-1/resolucoes/2025/resolucao-782" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Resolução 782/25</a>”, disse Braghetto. “Muito dela será utilizado para a construção do regulamento definitivo, que provavelmente será chamado RBAC 131.”</p>
<p>Após a resolução de outubro do ano passado, nos dois primeiros meses foram habilitados 197 pilotos e 12 instrutores, e 92 operadores foram cadastrados em 25 municípios. Dos 162 balões com autorização provisória operacional, 150 deles já estão vinculados a operadores.</p>
<p>A Anac deve publicar o regulamento definitivo sobre balonismo até o fim deste ano. Enquanto isso, o balonismo turístico está sujeito à resolução.</p>
<p>Os municípios que exploram a atividade defendem a prorrogação da resolução, de modo a não correr risco de impedir a atividade.</p>
<p>O secretário de Turismo de Praia Grande, Henrique Maciel, elogiou a qualidade dos equipamentos de balonismo produzidos no Brasil. "A indústria nacional do balonismo produz equipamentos realmente de ponta, são equipamentos que têm uma tecnologia de alto padrão, de alto nível e que, agora, passando por toda essa avaliação, por essa análise de peritos aeronáuticos, seria bom que eles possam ter uma vida útil prorrogada."</p>
<p><strong>Turismo de aventura</strong><br />
A deputada Daniela Reinehr (PL-SC) ressaltou que o balonismo se consolidou como um importante segmento do turismo de experiência, contribuindo para o desenvolvimento econômico regional e para a geração de emprego e renda.</p>
<p>O balonismo é uma das 25 atividades de turismo de aventura do país. Segundo a associação de empresas de turismo de aventura, o Brasil tem hoje 51 normas para a atividade, sendo modelo de normas técnicas de turismo de aventura no mundo.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova porte de arma para fiscais federais e advogados públicos]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1291411-comissao-aprova-porte-de-arma-para-fiscais-federais-e-advogados-publicos/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1291411-comissao-aprova-porte-de-arma-para-fiscais-federais-e-advogados-publicos/</guid>
            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 17:52:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1291644" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1291644">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260701173127137-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Messias Donato (UNIÃO - ES)" /></div>
<div class="midia-legenda">Messias Donato: profissionais desempenham atividades de risco</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto que reconhece como atividades de risco as desempenhadas pelas carreiras de fiscalização federal e da advocacia pública.</p>
<p>A proposta também autoriza o porte de arma de fogo para esses profissionais. A permissão valerá tanto durante o serviço quanto fora dele, conforme regulamento.</p>
<p>A concessão do porte dependerá do cumprimento de requisitos técnicos e de avaliação psicológica.</p>
<p><strong>Mudanças no texto original</strong><br />
O texto aprovado é a <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3162195&amp;filename=SBT+2+CSPCCO+%3D%3E+PL+1248/2026">versão do relator</a>, deputado Messias Donato (União-ES), para o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1290129-projeto-reconhece-atividade-de-risco-e-autoriza-porte-de-arma-para-auditores-fiscais-agropecuarios">Projeto de Lei 1248/26</a>, do deputado Capitão Alden (PL-BA).</p>
<p>O relator acatou <span id="4028" class="termoGlossario" title="Proposta para alterar, no todo ou em parte, o texto de um projeto de lei submetido à discussão ou votação." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">emendas</span> apresentadas na comissão e ampliou o alcance da proposta original, que tratava apenas dos auditores fiscais federais agropecuários.</p>
<p>Com o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> aprovado, o porte de arma e o reconhecimento de atividade de risco vão contemplar também:</p>
<ul>
<li>técnicos de fiscalização federal agropecuária;</li>
<li>auditores-fiscais da Receita Federal;</li>
<li>auditores-fiscais do Trabalho; e</li>
<li>membros da advocacia pública federal e estadual.</li>
</ul>
<p><strong>Justificativa</strong><br />
Segundo o relator, operações de repressão em áreas sensíveis, como postos de fronteira, portos e recintos alfandegados, exigem suporte legal compatível com os riscos.</p>
<p>Além disso, o porte de arma de fogo busca garantir isonomia entre carreiras típicas de Estado que enfrentam vulnerabilidades semelhantes.</p>
<p>“O exercício de atividades como auditoria, repressão a ilícitos, interdição de estabelecimentos e apreensão de produtos gera frequentemente forte tensão”, afirmou Messias Donato.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto ainda será analisado, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-projetos-de-lei">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei </a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Presidente de comissão especial defende debate amplo sobre redução da maioridade penal]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1291466-presidente-de-comissao-especial-defende-debate-amplo-sobre-reducao-da-maioridade-penal/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1291466-presidente-de-comissao-especial-defende-debate-amplo-sobre-reducao-da-maioridade-penal/</guid>
            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:56:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Aluisio Mendes é favorável à redução para 16 anos, mas garante isenção na condução dos trabalhos; ouça a entrevista]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1291495" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1291495">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260701155737301-1-768x473.jpg" alt="Deputado Aluisio Mendes fala ao microfone" /></div>
<div class="midia-legenda">Aluisio Mendes: "Minha posição pessoal jamais irá influenciar na condução dos trabalhos"</div>
</div>
<p>O presidente da <span id="4412" class="termoGlossario" title="Comissão temporária criada para analisar e votar proposta de emenda à Constituição (PEC), projeto de código e propostas que envolvam matéria de competência de mais de quatro comissões de mérito." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">comissão especial</span> da Câmara sobre redução da maioridade penal, deputado Aluisio Mendes (Republicanos-MA), reforçou que o colegiado deve ouvir vários setores da sociedade. O deputado afirmou ser favorável à redução da maioridade de 18 para 16 anos, mas enfatizou que conduzirá os trabalhos com isenção.</p>
<p>“A minha posição pessoal jamais irá influenciar na condução dos trabalhos”, disse Aluisio Mendes em entrevista à <em>Rádio Câmara</em>, nesta quarta-feira (15).</p>
<p><strong>Agenda de trabalho</strong><br />
O parlamentar explicou que, por conta do calendário eleitoral, a comissão vai iniciar os trabalhos na segunda semana de agosto e, depois, volta a se reunir na primeira semana de setembro.</p>
<p>Nesse período, deve ser organizado o plano de trabalho do colegiado e o cronograma de audiências públicas.</p>
<p>Aluisio Mendes pretende apresentar o resultado da comissão ainda neste ano ao plenário da Câmara. "Há um compromisso nosso – meu, do deputado Mendonça Filho (PL-PE) e do presidente Hugo Motta – de se votar ainda neste ano no Plenário a questão da redução da maioridade penal.”</p>
<p>Mendonça Filho é o relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/15 e <span id="4069" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer.">apensadas</span>). Ele e Aluisio Mendes ocuparam as mesmas funções em colegiado que debateu a PEC da Segurança Pública no ano passado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1280551-comissao-de-constituicao-e-justica-aprova-pec-que-reduz-maioridade-penal/">Comissão de Constituição e Justiça aprova PEC que reduz maioridade penal</a></li>
</ul>
<p><strong>Pesquisas</strong><br />
Aluisio Mendes destacou pesquisas segundo as quais a maioria da população brasileira defende a redução da maioridade penal. Ele citou crimes cometidos por adolescentes e refutou o argumento de que a responsabilização penal a partir dos 16 anos possa facilitar a cooptação dos jovens pelo crime organizado que domina as penitenciárias.</p>
<p>“Hoje os jovens de 16 até 17 anos são cooptados pelo crime organizado para cometerem esses crimes, justamente por não responderem por esse crime", afirmou Mendes. "Então, a partir do momento que você refluir a penalização a partir dos 16 anos, muitos jovens vão pensar muitas vezes antes de ingressarem no mundo do crime,” avaliou.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/midias-fs/audio/2026/07/20260715-painel-eletronico-dep-alusio-mendes.mp3">Ouça a íntegra da entrevista de Aluisio Mendes à <em>Rádio Câmara</em></a></li>
</ul>
<p><strong>Áreas isoladas</strong><br />
O deputado concordou com a necessidade de mais investimentos no sistema prisional e defendeu que, entre 16 e 18 anos, os adolescentes cumpram pena em alas isoladas nas penitenciárias, sem contato com os adultos.</p>
<p><strong>Referendo</strong><br />
O deputado relembrou que, durante o debate da PEC da Segurança Pública, o relator, Mendonça Filho, chegou a sugerir uma consulta popular sobre a redução da maioridade penal. À época, no entanto, entendeu-se que, pela polêmica do tema, seria melhor tratá-lo de forma separada.</p>
<p>Na avaliação de Aluisio Mendes, durante o debate da redução da maioridade penal, o referendo pode ser incluído no texto.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova criação de sistema nacional para prevenir violência contra jovens]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1291376-comissao-aprova-criacao-de-sistema-nacional-para-prevenir-violencia-contra-jovens/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1291376-comissao-aprova-criacao-de-sistema-nacional-para-prevenir-violencia-contra-jovens/</guid>
            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:46:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1291482" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1291482">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260527161540404-2-768x473.jpg" alt="Discussão e Votação de propostas legislativas. Dep. André Fernandes (PL - CE)" /></div>
<div class="midia-legenda">André Fernandes defendeu a aprovação da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1290580-projeto-cria-sistema-nacional-para-prevenir-violencia-contra-jovens">Projeto de Lei 462/26</a>, que institui o Sistema Nacional de Prevenção à Violência Juvenil.</p>
<p>O objetivo é reduzir a violência letal e não letal contra jovens de 12 a 29 anos em territórios de alta vulnerabilidade social.</p>
<p>A proposta aprovada estabelece que o sistema será uma política pública permanente. As ações serão desenvolvidas em regime de cooperação entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios.</p>
<p>Conforme o texto, essas ações serão integradas entre as áreas de educação, saúde, assistência social, cultura, esporte e segurança pública. O foco principal será nos territórios que registram os maiores índices de violência letal juvenil.</p>
<p>Os parlamentares acolheram o parecer do relator, deputado André Fernandes (PL-CE), pela aprovação da proposta, de autoria do deputado Duarte Jr. (Avante-MA). “A segurança pública exige duas frentes simultâneas: a repressão eficiente ao crime e a prevenção estruturada”, disse o relator.</p>
<p><strong>Financiamento e metas</strong><br />
O projeto prevê que a União criará um programa nacional de financiamento com transferências de recursos fundo a fundo. Os repasses serão condicionados à adesão formal do ente federativo e à apresentação de plano local de prevenção.</p>
<p>Municípios e estados também deverão cumprir metas anuais de redução de indicadores de violência para receber as verbas. Toda a execução financeira deverá ser registrada em sistema eletrônico de transparência pública.</p>
<p>A proposta determina ainda um monitoramento nacional para acompanhamento de indicadores padronizados. Serão avaliados os índices de homicídios juvenis, evasão escolar, reincidência infracional e inserção produtiva dos jovens.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto ainda será analisado, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-projetos-de-lei">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova isenção de Imposto de Renda para profissionais de segurança pública]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1291228-comissao-aprova-isencao-de-imposto-de-renda-para-profissionais-de-seguranca-publica/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1291228-comissao-aprova-isencao-de-imposto-de-renda-para-profissionais-de-seguranca-publica/</guid>
            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:32:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[A proposta ainda precisa ser analisada por outras comissões da Câmara e pelo Senado antes de virar lei]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1291447" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1291447">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260527161540404-1-768x473.jpg" alt="Discussão e Votação de propostas legislativas. Dep. André Fernandes (PL - CE)" /></div>
<div class="midia-legenda">André Fernandes acolheu emenda que ampliou as categorias beneficiadas</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5814/25, que isenta os agentes de segurança pública do pagamento de Imposto de Renda.</p>
<p>A isenção beneficia profissionais em atividade, aposentados e pensionistas:</p>
<ul>
<li>da Polícia Federal;</li>
<li>da polícia civil;</li>
<li>da polícia militar;</li>
<li>da polícia legislativa;</li>
<li>agentes socioeducativos;</li>
<li>peritos criminais;</li>
<li>guardas municipais; e</li>
<li>agentes de trânsito.</li>
</ul>
<p><strong>Parecer favorável</strong><br />
O relator, deputado André Fernandes (PL-CE), votou pela aprovação do texto, de autoria do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), acolhendo emenda para detalhar as categorias beneficiadas.</p>
<p>A emenda incluiu expressamente os peritos criminais, os guardas municipais e os agentes de trânsito.</p>
<p><strong>Justiça fiscal</strong><br />
Fernandes avalia que a isenção não é um privilégio, mas uma forma de justiça fiscal diante do risco de morte e do desgaste físico enfrentado pela categoria.</p>
<p>“É comum que o profissional de segurança tenha de pagar do próprio bolso itens essenciais ao trabalho, como fardamento, coletes, equipamentos de proteção e até munição para treinamento, necessário tanto à sua segurança quanto à proteção da sociedade", afirmou o deputado.</p>
<p><strong>Recursos</strong><br />
Sobre a falta de previsão orçamentária para compensar a renúncia de receita, o relator argumentou que o dinheiro que deixará de ser recolhido pelo governo será injetado pelas famílias no consumo interno.</p>
<p>Segundo ele, esse movimento deve aquecer o comércio local e a cadeia produtiva, gerando uma arrecadação tributária indireta de outros impostos.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br />
</strong>A proposta será ainda analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova uso de câmeras urbanas para fiscalizar medidas protetivas da Lei Maria da Penha]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1291378-comissao-aprova-uso-de-cameras-urbanas-para-fiscalizar-medidas-protetivas-da-lei-maria-da-penha/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1291378-comissao-aprova-uso-de-cameras-urbanas-para-fiscalizar-medidas-protetivas-da-lei-maria-da-penha/</guid>
            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:28:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[O projeto continua em análise na Câmara dos Deputados

]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1291426" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1291426">
<div class="midia-creditos"><em>Renato Araújo/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20250917162917059-768x473.jpg" alt="Deputada Delegada Adriana Accorsi (PT-GO) fala em comissão da Câmara dos Deputados" /></div>
<div class="midia-legenda">Adriana Accorsi: eficácia das medidas depende da identificação rápida do descumprimento</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2006/lei-11340-7-agosto-2006-545133-norma-pl.html">Lei Maria da Penha</a> para criar mecanismos de monitoramento urbano integrado. O objetivo é utilizar tecnologias de vigilância já existentes nas cidades, como câmeras e sensores, para prevenir e reprimir a violência doméstica e familiar contra a mulher.</p>
<p>O Projeto de Lei 1045/26, do deputado Alfredinho (PT-SP), permite que a infraestrutura de segurança urbana — que inclui sistemas de reconhecimento facial, leitura de placas de veículos e biometria — seja usada para identificar o descumprimento de ordens judiciais.</p>
<p><strong>Modernização</strong><br />
A relatora, deputada Delegada Adriana Accorsi (PT-GO), defendeu a aprovação da medida e afirmou que a iniciativa moderniza a fiscalização das medidas protetivas.</p>
<p>“A eficácia dessas medidas depende da capacidade do Estado de identificar com rapidez situações de descumprimento. No modelo atual, essa capacidade repousa quase exclusivamente sobre a vigilância da própria vítima e sobre o acionamento posterior da polícia”, explicou a relatora. “Trata-se, portanto, de modelo reativo, no qual a resposta estatal frequentemente ocorre apenas após a consumação da agressão”, concluiu.</p>
<p>Adriana Accorsi observou ainda que a infraestrutura tecnológica das cidades hoje é subutilizada para a proteção da mulher. Na avaliação dela, a integração proposta permitirá que a aproximação do agressor monitorado a perímetros de restrição seja detectada não apenas pelo dispositivo individual, mas também pela infraestrutura urbana.</p>
<p><strong>Alertas</strong><br />
O texto estabelece que o juiz poderá determinar o cadastro da medida protetiva em sistema integrado de segurança e definir perímetros geográficos de restrição. O sistema poderá emitir alertas automáticos para que a polícia adote providências imediatas caso o agressor se aproxime da vítima.</p>
<p>A proposta também garante o respeito à privacidade e à proteção de dados pessoais. Os dados coletados deverão ser usados exclusivamente para prevenir a violência e proteger as vítimas.</p>
<p>O texto prevê ainda apoio técnico e financeiro da União para a implementação dos sistemas integrados de monitoramento urbano por estados e municípios. “Sem fomento federal, as desigualdades regionais na capacidade de investimento em tecnologia de segurança pública tenderiam a produzir efeitos protetivos heterogêneos”, considerou Adriana Accorsi.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta tramita em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e ainda será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova projeto que obriga agressor a pagar por tornozeleira eletrônica]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1291178-comissao-aprova-projeto-que-obriga-agressor-a-pagar-por-tornozeleira-eletronica/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1291178-comissao-aprova-projeto-que-obriga-agressor-a-pagar-por-tornozeleira-eletronica/</guid>
            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 13:32:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Proposta continua em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1291404" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1291404">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20250910113403395-768x473.jpg" alt="Deputada Delegada Adriana Accorsi (PT-GO) fala em comissão da Câmara dos Deputados" /></div>
<div class="midia-legenda">Adriana Accorsi, relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga o agressor de mulheres a pagar pelos custos de instalação, funcionamento e manutenção dos dispositivos de monitoramento eletrônico (tornozeleira). A cobrança só não valerá se a Justiça reconhecer que ele não tem condições financeiras de arcar com essas despesas.</p>
<p>Foi aprovada a versão da relatora, deputada Adriana Accorsi (PT-GO), para o Projeto de Lei 317/26, do deputado Delegado Fabio Costa (PP-AL), e outros dois projetos <span id="4069" class="termoGlossario" title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">apensados</span>.</p>
<p>Segundo Adriana Accorsi, o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> reúne as principais inovações de três projetos de lei que buscam aperfeiçoar a fiscalização e a proteção de vítimas de violência doméstica.</p>
<p>“Essa criminalidade, impulsionada pelo sentimento de posse, exige mecanismos de proteção tecnologicamente sofisticados e de natureza impositiva”, diz o parecer da relatora.</p>
<p><strong>Outros pontos</strong><br />
Entre outras alterações, o novo texto obriga as delegacias a criarem canais exclusivos e suplementares para receber alertas imediatos e atuarem prontamente quando o agressor desrespeitar a distância máxima permitida.</p>
<p>A proposta também determina que a Justiça estabeleça perímetros de exclusão obrigatórios ao redor da residência, do local de trabalho e de estudo da mulher.</p>
<p>Outra inovação permite que celulares apreendidos pela polícia sejam entregues a mulheres de baixa renda para que recebam avisos de segurança.</p>
<p><strong>Atualizações recentes</strong><br />
Por fim, a relatora lembrou que a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2006/lei-11340-7-agosto-2006-545133-norma-pl.html">Lei Maria da Penha</a> passou por atualizações importantes com a recente <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2026/lei-15383-9-abril-2026-798938-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 15.383/26</a>. Agora, violar a tornozeleira eletrônica ou as áreas de exclusão é considerado crime, com pena aumentada em um terço nesses casos. A nova norma também permite que o monitoramento seja imposto imediatamente pela autoridade policial.</p>
<p><strong>Próximas etapas</strong><br />
A proposta será ainda analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova programa de proteção e atendimento a vítimas de estupro de vulnerável]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1291197-comissao-aprova-programa-de-protecao-e-atendimento-a-vitimas-de-estupro-de-vulneravel/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1291197-comissao-aprova-programa-de-protecao-e-atendimento-a-vitimas-de-estupro-de-vulneravel/</guid>
            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 13:27:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[A Câmara dos Deputados continua discutindo o assunto]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1285878" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1285878">
<div class="midia-creditos"><em>Thiago Cristino / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260609165453069-1-768x473.jpg" alt="Deputado Delegado Paulo Bilynskyj fala ao microfone" /></div>
<div class="midia-legenda">Paulo Bilynskyj recomendou a aprovação do projeto, com mudanças</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria um modelo nacional de atendimento humanizado e de coleta de provas para casos de estupro de vulnerável.</p>
<p>O texto aprovado é a versão do relator, deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), para o Projeto de Lei 4210/25, do deputado Delegado da Cunha (União-SP).</p>
<p>“O <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> não enfraquece nenhum dos mecanismos propostos pelo autor; ao contrário, confere maior precisão normativa, operabilidade prática e segurança jurídica”, avaliou o relator.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3143953&amp;filename=SBT+1+CSPCCO+%3D%3E+PL+4210/2025">Veja a íntegra do texto aprovado</a></li>
</ul>
<p><strong>Prazos</strong><br />
A nova versão mantém a criação do programa "Ação Protetiva 360°", tendo como uma das principais mudanças a obrigatoriedade da coleta imediata de vestígios biológicos logo após o acolhimento da vítima.</p>
<p>Segundo o relator, a janela máxima para a preservação desse material é de apenas 72 horas.</p>
<p>O novo texto também define o prazo máximo de 30 dias para a emissão dos laudos periciais. O projeto original citava apenas "prazos legais", especificá-los.</p>
<p>O substitutivo detalha ainda quem pode acionar os núcleos de atendimento:</p>
<ul>
<li>a própria vítima;</li>
<li>familiares;</li>
<li>profissionais de saúde ou de assistência social; e</li>
<li>membros do Conselho Tutelar.</li>
</ul>
<p><strong>Suspeita familiar<br />
</strong>Quando o pai, a mãe ou o responsável legal for suspeito do crime, a Justiça poderá autorizar a coleta de material biológico.</p>
<p>A medida evita que o próprio agressor impeça a preservação dos vestígios criminais.</p>
<p><strong>Próximas etapas<br />
</strong>A proposta ainda será analisada, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<div id="infografico-container-1214763" style="width: 100%;"><iframe style="width: 100%px; height: px;" src="https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/estupros-no-brasil/index.html" frameborder="0" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova repasse de 20% do Fundo Nacional de Segurança Pública para municípios]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1291371-comissao-aprova-repasse-de-20-do-fundo-nacional-de-seguranca-publica-para-municipios/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1291371-comissao-aprova-repasse-de-20-do-fundo-nacional-de-seguranca-publica-para-municipios/</guid>
            <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 13:07:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Hoje a norma já garante repasses diretos para estados e o Distrito Federal; o projeto segue em análise na Câmara dos Deputados]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1291391" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1291391">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260527161540404-768x473.jpg" alt="Discussão e Votação de propostas legislativas. Dep. André Fernandes (PL - CE)" /></div>
<div class="midia-legenda">André Fernandes: municípios não podem ficar à margem do financiamento</div>
</div>
<p>A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1290561-projeto-garante-repasse-de-recursos-da-seguranca-para-municipios">Projeto de Lei 1462/26</a>, que determina que pelo menos 20% dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) sejam repassados diretamente a fundos municipais.</p>
<p>Os parlamentares acolheram o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3151952&amp;filename=Parecer-CSPCCO-2026-06-23">parecer do relator</a>, deputado André Fernandes (PL-CE), pela aprovação do texto. “Não faz sentido reconhecer os municípios como peças operacionais do sistema e, ao mesmo tempo, mantê-los à margem do financiamento”, afirmou.</p>
<p>Pela proposta, a transferência aos fundos municipais de segurança pública deverá ocorrer de forma direta, sem a necessidade de convênios ou contratos de repasse. A ideia é garantir verbas para a atuação das guardas municipais.</p>
<p><strong>Justificativa</strong><br />
O projeto altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2018/lei-13756-12-dezembro-2018-787435-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 13.756/18</a>, que trata da destinação de parte da arrecadação das loterias e disciplina o funcionamento do FNSP. Atualmente, a norma já assegura repasses diretos para os estados e para o Distrito Federal.</p>
<p>Segundo o autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), a mudança vai corrigir uma distorção no financiamento do setor. Ele destacou que a exigência de convênios atrasa a chegada do dinheiro onde ele é mais necessário.</p>
<p>“A proposta garante previsibilidade orçamentária para que prefeitos e secretários municipais possam planejar investimentos de longo prazo, permitindo a aquisição de viaturas, armamentos, equipamentos e sistemas”, disse Kataguiri.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto ainda será analisado, em <span id="4322" class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-projetos-de-lei">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="infografico-container-1249747" style="width: 100%;"><iframe style="width: 100%px; height: px;" src="https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/fundo-nacional-de-seguranca-publica-fnsp/index.html" frameborder="0" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
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]]></content:encoded>
        </item>
    </channel>
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