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        <title>Câmara notícias - Câmara dos Deputados</title>
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        <description>Câmara Notícias </description>
        <lastBuildDate>Mon, 01 Jun 2026 22:48:59 GMT</lastBuildDate>
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        <copyright>Copyright(C) Câmara dos Deputados</copyright>
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            <title><![CDATA[Especialistas defendem mudança na legislação e melhoria na fiscalização para evitar fake news nas eleições]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1278179-especialistas-defendem-mudanca-na-legislacao-e-melhoria-na-fiscalizacao-para-evitar-fake-news-nas-eleicoes/</link>
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            <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 20:52:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Debate foi realizado em audiência pública promovida pelo Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1278272" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1278272">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260601095940608-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Eleições Gerais de 2026. Presidente do Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político, Bruno Hoffmann. Presidente do Conselho de Comunicação, Patrícia Blanco e Diretora de Projetos do Aláfia Lab, Maria Paula Almada." /></div>
<div class="midia-legenda">Conselho deve apresentar resultados do debate aos parlamentares</div>
</div>
<p>Debatedores de uma audiência pública promovida pelo Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional, nesta segunda-feira (1º), defenderam critérios, como a atualização da legislação, para evitar a disseminação de informações falsas na internet. O debate tratou, principalmente, das eleições de 2026.</p>
<p>Com foco nos riscos de desinformação e de influência das ferramentas de inteligência artificial nas campanhas eleitorais, a audiência também revelou falhas nas fiscalizações dos conteúdos reproduzidos na internet e a falta de mecanismos para garantir transparência.</p>
<p>O debate foi sugerido pela vice-presidente do CCS, Angela Cignachi, que manifestou preocupação com desafios a serem enfrentados ao longo do pleito deste ano, especialmente após o lançamento de ferramentas de inteligência artificial, como o ChatGPT, em 2022.</p>
<p>"Não é exagero dizer que a comunicação mudou muito de lá para cá. Embora já tenhamos passado pelas eleições municipais nesse meio tempo, é certo que as eleições de 2026 trazem desafios inéditos para a comunicação social, para a ciência política e para o direito eleitoral, porque a tecnologia, nesses últimos quatro anos, avançou em um ritmo nunca visto", afirmou.</p>
<p>Angela frisou que publicações via internet passaram a atacar também o processo eleitoral e o sistema eletrônico de votação do país, “atingindo diretamente a confiabilidade e a credibilidade da urna eletrônica e da própria Justiça Eleitoral”. Na opinião da conselheira, pilares do sistema eleitoral como a dignidade da pessoa humana, a igualdade de chances entre os candidatos e a soberania popular não podem ser alcançados sem uma comunicação social justa e bem regulada.</p>
<p><strong>Atualização</strong><br />
Para o advogado Diogo Rais, especialista em direito digital, a legislação eleitoral precisa ser atualizada, já que o cenário digital apresentou mudanças profundas ao longo dos últimos anos. Segundo o debatedor, o TSE tem inovado nesse campo, ao já ter modernizado pelo menos 100 dispositivos de suas resoluções sobre o tema.</p>
<p>Na visão de Rais, o Congresso precisa trabalhar por normas legislativas mais atuais já que, no campo eleitoral digital, a legislação quase não mudou.</p>
<p>"É hora de o Congresso Nacional definir balizas mínimas normativas para as eleições na internet. Talvez uma revisão das leis, que são do tempo do Orkut, considerando o cenário atual de inteligência artificial generativa, redes sociais extremamente dinâmicas, com entrega de conteúdo, curadoria e moderação do conteúdo", avaliou.</p>
<p>Diogo Rais também falou sobre a função social da propaganda eleitoral. Segundo o especialista, a propaganda eleitoral é fundamental para ajudar a renovar as representações políticas nos espaços de poder. Ele defendeu que o uso do instrumento continue sendo estimulado, mesmo num ambiente virtual cada vez mais crescente.</p>
<p>"Não é bobagem: é uma forma de fazer a democracia se concretizar. É com a propaganda eleitoral que alguém do povo pode chegar a se eleger."</p>
<p><strong>Avanço da IA</strong><br />
Diretora de projetos do Aláfia Lab, Maria Paula Almada frisou que a inteligência artificial já faz parte da “dieta informacional” dos brasileiros, sendo usada como fonte de notícia por quase 10% da população. Ela defendeu, portanto, o fortalecimento das estruturas de educação midiática e o estímulo ao jornalismo profissional como formas de garantir informações seguras no ambiente virtual.</p>
<p>O Aláfia Lab é um laboratório de pesquisa e inovação de Salvador (BA) focado no impacto social das tecnologias digitais, comunicação e internet. Maria Paula falou sobre uma pesquisa realizada com 1,5 mil pessoas.</p>
<p>"Para 9,7% delas, a principal fonte de informação são as ferramentas de IA, antes mesmo do jornal impresso, que ficou em 9,5%. Os dados também mostram que o uso dessas ferramentas é mais frequente entre pessoas jovens, de maior renda e com maior escolaridade. Entre brasileiros de 18 e 29 anos, por exemplo, 51% já utilizaram o ChatGPT, enquanto, entre pessoas com 45 anos ou mais, esse índice cai para 35%", disse.</p>
<p>Ela também chamou a atenção para o aumento do uso de avatares artificiais que simulam eleitores e comentaristas políticos, por exemplo, observando que esses instrumentos podem piorar os índices de desinformação, pois alcançam muitas pessoas. Para a especialista, o aprofundamento do debate é essencial, “com vistas a uma solução efetiva para a questão, tanto para o pleito de 2026 quanto para as eleições futuras”.</p>
<p><strong>Fiscalização limitada</strong><br />
Pesquisadora do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Débora Salles apontou limites na fiscalização da publicidade em ambiente virtual no país. Ela frisou a ocorrência de veiculação de conteúdos na internet sem a devida transparência, bem como fraudes encontradas em anúncios difundidos por meio de ferramentas de inteligência artificial.</p>
<p>Para Débora, as eleições de 2026 enfrentam desafios significativos, especialmente quanto à possibilidade de publicidade fraudulenta, às dificuldades de fiscalização das modulações de conteúdos e um acesso ineficiente da população a dados oficiais e seguros.</p>
<p>"Como a fiscalização da publicidade online é limitada, a gente vê a criação de um mercado paralelo de publicidade político-eleitoral nessas plataformas, que operam sem garantias de isonomia, sem garantia de transparência e sem respeito às normas locais".</p>
<p>Já o presidente do Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político, Bruno Hoffman, salientou que as eleições são vistas muitas vezes como ferramenta comercial, “sem compromisso com a verdade ou com a natureza da atividade”. Para o convidado, é importante a sociedade ter em mente que comunicação demanda tempo e empenho para gerar voto consciente.</p>
<p>"Estamos aqui para mostrar e reafirmar que fazemos parte da solução quando o assunto é eleições livres, participação popular e fortalecimento da democracia."</p>
<p><strong>Ambiente complexo</strong><br />
O debate foi conduzido pela presidente do CCS, Patrícia Blanco, que reforçou os desafios impostos ao longo dos últimos quatro anos pelo crescimento indiscriminado do uso das ferramentas de inteligência artificial. Ela adiantou que o conselho fará outra audiência pública sobre o assunto em julho.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Hugo Motta defende democracia e cooperação entre países no Fórum de Lisboa]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1278010-hugo-motta-defende-democracia-e-cooperacao-entre-paises-no-forum-de-lisboa/</link>
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            <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 13:31:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Presidente da Câmara afirmou que instituições precisam se adaptar a conflitos e mudanças tecnológicas]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1278069" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1278069">
<div class="midia-creditos"><em>Reprodução/YouTube</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/motta-em-lisboa-1-768x432.jpg" /></div>
<div class="midia-legenda">Motta participa do Fórum de Lisboa</div>
</div>
<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu o fortalecimento da democracia, do diálogo institucional e da cooperação entre os países como formas de enfrentar os desafios do cenário internacional.</p>
<p>A declaração foi feita durante participação no Fórum de Lisboa, que debate os impactos da nova ordem mundial, da tecnologia e da soberania sobre as democracias contemporâneas.</p>
<p>Motta afirmou que o mundo passa por incertezas, conflitos e transformações aceleradas, o que exige adaptação constante das instituições e das sociedades.</p>
<p>“Como estamos vendo no Oriente Médio, crises e conflitos têm se multiplicado e perdurado, com sérias consequências para o conjunto dos países. Ao mesmo tempo, as instituições internacionais parecem impotentes para contrabalançar, com diálogo e negociação, o ressurgimento da geopolítica como fio condutor das relações entre as nações”, disse o presidente.</p>
<p><strong>Atuação do Legislativo</strong><br />
Em seu discurso, Motta também relacionou a atuação do Legislativo brasileiro às transformações econômicas e tecnológicas em curso. Ele mencionou reformas aprovadas pelo Congresso Nacional nos últimos anos, incluindo mudanças no sistema tributário, medidas voltadas ao mercado de trabalho, iniciativas ligadas à transição energética e projetos relacionados à inteligência artificial.</p>
<p>“Foram muitas as reformas econômicas e atualizações legislativas aprovadas nos últimos anos em favor de um Brasil mais dinâmico e competitivo, mais apto a aproveitar as oportunidades do nosso tempo e mais resistente aos choques econômicos e ambientais”, destacou Motta.</p>
<p><strong>Escala 6x1</strong><br />
Ao abordar as relações de trabalho, Hugo Motta destacou a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1277141-camara-aprova-em-dois-turnos-fim-da-escala-6x1-com-jornada-maxima-de-40-horas-semanais/">aprovação</a>, pela Câmara dos Deputados, da proposta de emenda à Constituição que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e extingue a chamada escala 6x1, sem redução salarial.</p>
<p>“À luz das novas realidades do mundo do trabalho, encontramos um compromisso equilibrado e eficaz entre o imperativo do desenvolvimento econômico e o bem-estar das trabalhadoras e dos trabalhadores brasileiros”, defendeu.</p>
<p><strong>Segurança Pública</strong><br />
Na área da segurança pública, Motta ressaltou a aprovação de mudanças legislativas para combater o crime organizado e fortalecer os instrumentos de enfrentamento à criminalidade.</p>
<p>O presidente da Câmara citou a modernização da legislação penal aprovada neste ano e destacou alterações constitucionais relacionadas ao combate ao crime, classificadas por ele como algumas das mais relevantes desde a promulgação da Constituição de 1988. Também mencionou iniciativas destinadas à proteção de mulheres, crianças e adolescentes, tanto em ambientes físicos quanto digitais.</p>
<p>Motta afirmou ainda que o compromisso com a democracia deve permanecer como referência para enfrentar os desafios de um mundo em constante transformação.</p>
<p>“A Câmara dos Deputados celebra, em 2026, duzentos anos de história – período que testemunhou mudanças impressionantes no Brasil e no mundo. A despeito dos muitos desafios, o país inegavelmente avançou, e a Câmara contribuiu para isso ao longo desse percurso, reunindo as múltiplas vozes da sociedade na costura de um destino comum”, afirmou o presidente.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Conselho de Comunicação Social debate desinformação nas eleições]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1277565-conselho-de-comunicacao-social-debate-desinformacao-nas-eleicoes/</link>
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            <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 11:14:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Audiência será interativa; envie suas perguntas]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1277636" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277636">
<div class="midia-creditos"><em>Andressa Anholete/Agência Senado</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/angela-cignachi-andressa-anholete-agncia-senado-768x509.jpg" /></div>
<div class="midia-legenda">Angela Cignachi, vice-presidente do colegiado, propôs o debate</div>
</div>
<p>O Conselho de  Comunicação Social do Congresso Nacional reúne-se nesta segunda-feira (1º) para discutir o risco de desinformação e a influência da inteligência artificial (IA) nas campanhas eleitorais deste ano.</p>
<p>O encontro será realizado às 9h30, no plenário 7 da ala Alexandre Costa, no Senado.</p>
<p><a href="https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoaudiencia?id=39129">• Veja quem foi convidado e envie suas perguntas</a></p>
<p>A audiência foi sugerida pela conselheira Angela Cignachi, representante da sociedade civil e vice-presidente do conselho. Para ela, é preciso debater, por exemplo, as novas resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tratam do uso de IA nas eleições.</p>
<p>"Também queremos analisar temas como desinformação e responsabilização de plataformas digitais e eleitores", acrescentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="infografico-container-1243746" style="width: 100%;"><iframe style="width: 100%px; height: px;" src="https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/conselho-comunicacao-social/index.html" frameborder="0" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Comissão aprova projeto que exige autodeclaração de cor de candidatos e cria regras para cotas eleitorais]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1277245-comissao-aprova-projeto-que-exige-autodeclaracao-de-cor-de-candidatos-e-cria-regras-para-cotas-eleitorais/</link>
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            <pubDate>Thu, 28 May 2026 13:07:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[O texto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo Plenário da Câmara; depois segue para análise do Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1277272" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1277272">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20250507103343052-768x473.jpg" alt="Deputada Erika Hilton (Psol-SP) fala em comissão da Câmara dos Deputados" /></div>
<div class="midia-legenda">Erika Hilton: o projeto cria uma base de dados oficial e incontestável</div>
</div>
<p>A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou proposta que altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1997/lei-9504-30-setembro-1997-365408-norma-pl.html">Lei das Eleições</a> para obrigar todos os candidatos a apresentar autodeclaração de cor, assinada por juiz, no momento do registro da candidatura.</p>
<p>Ainda pelo texto, a Justiça Eleitoral poderá criar comissões de heteroidentificação para apurar fraudes na declaração de cor sempre que houver denúncia fundamentada. Também será assegurado o direito ao contraditório e à ampla defesa do candidato investigado.</p>
<p>O colegiado aprovou o <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> da relatora, deputada Erika Hilton (Psol-SP), ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/851332-projeto-exige-autodeclaracao-de-cor-para-registro-de-candidatura">Projeto de Lei 4212/21</a>, do ex-deputado Edilázio Júnior (MA). O parecer reúne o projeto original e outras três propostas que tramitam em conjunto (PL 2697/22, PL 3636/23, e PL 3973/23).</p>
<p>"Ao formalizar a autodeclaração, o projeto cria uma base de dados oficial e incontestável para fins de heteroidentificação posterior, caso haja denúncia", explicou a relatora.</p>
<p><strong>Dinheiro de campanha e propaganda</strong><br />
Pelo texto aprovado, os recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) deverão ser distribuídos proporcionalmente ao número de candidaturas negras registradas no partido.</p>
<p>A legenda deverá dividir o fundo entre homens e mulheres (respeitando o mínimo de 30% para elas). Em seguida, dentro de cada grupo, o repasse deve ser exato à proporção de pessoas negras. Se 50% das candidatas mulheres forem negras, elas terão direito a metade da verba feminina.</p>
<p>Esse cálculo precisará ser feito separadamente para os cargos majoritários (prefeito, governador, senador) e proporcionais (vereadores, deputados).</p>
<p>A mesma regra valerá no rateio do tempo de propaganda gratuita no rádio e na TV. Primeiro, o partido separa a fatia de tempo das candidatas e, depois, divide esse bloco proporcionalmente entre mulheres negras e não negras. Se 60% das candidatas do partido forem negras, elas terão direito a 60% do tempo feminino na tela.</p>
<p>A legenda repetirá a mesma conta para dividir o tempo dos homens (entre candidatos negros e não negros). A contagem do cumprimento dessas regras de TV ocorrerá em ciclos semanais.</p>
<p><strong>Punições</strong><br />
Os partidos que descumprirem as regras terão que compensar a falha até o término da semana seguinte. Se a correção não for feita, a legenda poderá receber multa de até 10% do valor do Fundo Partidário do ano anterior. Na última semana de propaganda, a multa por irregularidade pode chegar a 20%.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, em seguida, apreciado pelo Plenário.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Morre o ex-deputado federal constituinte Luiz Freire, aos 69 anos]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1276297-morre-o-ex-deputado-federal-constituinte-luiz-freire-aos-69-anos/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1276297-morre-o-ex-deputado-federal-constituinte-luiz-freire-aos-69-anos/</guid>
            <pubDate>Mon, 25 May 2026 22:24:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Filho do ex-senador Marcos Freire, ele lutava contra um câncer e estava internado em Brasília

]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1276312" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1276312">
<div class="midia-creditos"><em>Arquivo pessoal/redes sociais</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/freire.jpg" alt="Ex-deputado Luiz Freire dentro de um avisão" /></div>
<div class="midia-legenda">Ex-deputado Luiz Freire</div>
</div>
<p>Morreu no último domingo (24), aos 69 anos, o ex-deputado federal constituinte <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/139288/biografia">Luiz Freire</a>. Ele era filho do ex-senador Marcos Freire, um dos principais nomes do MDB em Pernambuco. O ex-deputado lutava contra um câncer de fígado desde 2021 e estava internado em Brasília.</p>
<p>Formado em arquitetura pela Universidade de Brasília (UnB), Freire foi presidente do Centro Acadêmico da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). A trajetória política dele começou em 1982, no então PMDB, quando foi eleito deputado estadual por Pernambuco.</p>
<p>Em 1987, tornou-se deputado federal e participou da Assembleia Nacional Constituinte como membro da subcomissão que tratou da organização dos municípios no texto da Constituição Federal. Na Câmara dos Deputados, atuou principalmente em debates ligados aos municípios e à descentralização administrativa.</p>
<p>Em 1988, foi eleito prefeito de Olinda pelo PMDB, com 49.755 votos. Após deixar a política, Freire atuou como empresário no setor hoteleiro.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara pode votar nesta quarta-feira piso do magistério e projetos sobre fertilizantes e seguro rural]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274234-camara-pode-votar-nesta-quarta-feira-piso-do-magisterio-e-projetos-sobre-fertilizantes-e-seguro-rural/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274234-camara-pode-votar-nesta-quarta-feira-piso-do-magisterio-e-projetos-sobre-fertilizantes-e-seguro-rural/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 12:21:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Sessão do Plenário está marcada para as 13h55]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274245" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274245">
<div class="midia-creditos"><em>Thiago Cristino / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260519172135325-1-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas." /></div>
<div class="midia-legenda">Sessão do Plenário da Câmara dos Deputados</div>
</div>
<p data-start="95" data-end="307">O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar nesta quarta-feira (20) a <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1269633-comissao-mista-e-instalada-para-analisar-mp-que-reajusta-piso-da-educacao-basica">Medida Provisória 1334/26</a>, que reajusta o piso salarial dos professores da educação básica.</p>
<p data-start="95" data-end="307"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1273952-comissao-mista-aprova-aumento-de-54-no-piso-salarial-dos-professores/">O texto foi aprovado ontem em comissão mista</a>. Os parlamentares mantiveram o aumento de 5,4% em 2026, na comparação com 2025 – com isso, o piso passa de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63 para os profissionais com carga de trabalho de 40 horas semanais, inclusive os temporários.</p>
<p data-start="95" data-end="307">A MP está em vigor desde janeiro, mas precisa ser aprovada pelos plenários da Câmara e do Senado antes de 1º de junho para se transformar, de fato, em lei.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573452-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-mps/">Saiba mais sobre a tramitação de medidas provisórias</a></li>
</ul>
<p data-start="95" data-end="307"><strong>Outras propostas em pauta</strong><br />
Os deputados também podem analisar o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1263273-projeto-da-prisao-e-multa-para-aumento-de-combustiveis-sem-justa-causa">Projeto de Lei 1625/26</a>, do Poder Executivo, que tipifica como crime a elevação, sem justa causa, do preço de bens de utilidade pública. O relator da proposta é o deputado Merlong Solano (PT-PI).</p>
<p data-start="755" data-end="953">Outro destaque da pauta é o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1051643-camara-vai-analisar-projeto-com-incentivos-para-a-industria-de-fertilizantes">Projeto de Lei 699/23</a>, do Senado, que cria o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert). O texto tem a relatoria do deputado Júnior Ferrari (PSD-PA).</p>
<p data-start="955" data-end="1093">Também pode ser votado o Projeto de Lei 2951/24, do Senado, que altera normas sobre seguro rural. O relator é o deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR).</p>
<p data-start="1095" data-end="1371">Na área ambiental, consta da pauta o Projeto de Lei 2486/26, que altera os limites da Floresta Nacional do Jamanxim e cria a Área de Proteção Ambiental do Jamanxim, no Pará. O texto é de autoria do deputado Isnaldo Bulhões Jr.(MDB-AL) e tem relatoria do deputado José Priante (MDB-PA).</p>
<p data-start="1373" data-end="1590">Os parlamentares ainda podem votar projetos sobre acesso à informação, incentivos à economia criativa, medidas administrativas ambientais e reconhecimento da cidade de Jaguariúna (SP) como “Capital Country do Brasil”.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82214">Confira a íntegra da pauta de hoje do Plenário</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Minirreforma eleitoral permite programa de recuperação fiscal para partidos políticos]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274077-minirreforma-eleitoral-permite-programa-de-recuperacao-fiscal-para-partidos-politicos/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274077-minirreforma-eleitoral-permite-programa-de-recuperacao-fiscal-para-partidos-politicos/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 01:57:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Texto também altera regras sobre fusão de partidos]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274204" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274204">
<div class="midia-creditos"><em>Thiago Cristino / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260519145209123-2-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep." /></div>
<div class="midia-legenda">Proposta foi aprovada pelo Plenário da Câmara</div>
</div>
<p>O projeto de lei da minirreforma eleitoral aprovado pela Câmara dos Deputados determina a aprovação de contas com ressalvas daquelas cujas falhas não superem 10% do total de receitas do respectivo ano.</p>
<p>O Projeto de Lei 4822/25, segundo parecer do deputado Rodrigo Gambale (Pode-SP), exclui desse percentual as receitas estimáveis, desde que não tenha havido má-fé da parte nem descumprimento da aplicação do percentual destinado ao incentivo à participação política das mulheres.</p>
<p>Já as contas dos institutos e das fundações partidárias deverão ser analisadas junto com a dos partidos políticos, mas será permitido a seus representantes legais constituírem advogados e realizarem o cumprimento de diligências.</p>
<p><strong>Refis<br />
</strong>O projeto também permite o uso do Programa de Recuperação Fiscal para dívidas em execução ou com prazo de parcelamento inferior a 180 meses, repetindo regras da Emenda Constitucional 133/24 que previu esse tipo de Refis para os partidos.</p>
<p>O texto concede um ano para que a unidade técnica da Justiça Eleitoral aponte equívocos ou inconsistências sob pena de o respectivo parecer ser tomado como favorável. Esse setor também deverá apenas analisar a legalidade das despesas partidárias, vedada a emissão de juízo de valor subjetivo ou genérico sobre as despesas efetuadas.</p>
<p>Nesse sentido, deverão ser analisados dados como:</p>
<ul>
<li>existência de doações vedadas ou de origem não identificada;</li>
<li>valor correto no repasse de cotas destinadas à fundação e ao programa de incentivo à participação das mulheres na política em relação ao montante recebido do Fundo Partidário; e</li>
<li>regularidade na inscrição das pessoas jurídicas</li>
</ul>
<p>Depois do parecer técnico e antes do julgamento, o partido político terá 30 dias para se manifestar e juntar documentos que deverão ser considerados para evitar o recolhimento de valores.</p>
<p><strong>Vacância<br />
</strong>Para evitar a convocação de suplente que tenha mudado de partido, o projeto determina à respectiva Casa legislativa (Câmara de Vereadores, Assembleia Legislativa ou Câmara dos Deputados) verificar a filiação a fim de que seja convocado parlamentar filiado ao mesmo partido para o qual a vaga original foi designada no sistema proporcional.</p>
<p>Será possível, no caso de federação partidária, que o suplente tenha mudado de partido dentro daqueles que compõem essa federação.</p>
<p>Se o suplente tiver mudado de partido será convocado o próximo suplente na ordem de sucessão que atenda a essa exigência até que haja decisão definitiva da Justiça Eleitoral sobre a justa causa para a desfiliação do suplente preterido.</p>
<p><strong>Fusão de partidos<br />
</strong>O texto muda ainda a regra sobre fusão ou incorporação de partidos políticos a fim de aplicar a exigência de registro mínimo de cinco anos de cada partido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apenas às legendas não existentes anteriormente.</p>
<p>Todos os processos judiciais e administrativos em curso de fusões ou incorporações ficarão suspensos até o novo representante responsável pelo partido resultante ser citado ou intimado para prosseguir exercendo seu direito de defesa nos autos.</p>
<p>Quanto aos débitos dos partidos fundidos, embora o partido resultante responda por essas obrigações financeiras das legendas originárias, ele não se sujeitará às sanções de suspensão ou bloqueio de repasses de recursos de Fundo Partidário aplicadas.</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Câmara aprova minirreforma eleitoral que prevê mudanças na prestação de contas dos partidos]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274035-camara-aprova-minirreforma-eleitoral-que-preve-mudancas-na-prestacao-de-contas-dos-partidos/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274035-camara-aprova-minirreforma-eleitoral-que-preve-mudancas-na-prestacao-de-contas-dos-partidos/</guid>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 00:52:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Alterações também permitem parcelamento de dívidas das legendas; matéria segue para o Senado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div tabindex="-1" role="list" aria-label="Conversa">
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<div id="image-container-1274182" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274182">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260519204624218-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Rodrigo Gambale (PODE - SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Rodrigo Gambale: mudanças vão otimizar a gestão partidária</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que limita as multas eleitorais por contas desaprovadas de partidos ou candidatos a R$ 30 mil, impede o penhor de recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) por qualquer motivo e permite ao candidato disparar mensagens com propaganda eleitoral de forma automatizada para telefones previamente cadastrados.</p>
<p>De autoria do deputado Pedro Lucas (União-MA) e outros, o Projeto de Lei 4822/25 foi aprovado com um <span id="4098" class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do deputado Rodrigo Gambale (Pode-SP) e será enviado ao Senado.</p>
<p>O projeto permite a partidos políticos, mandatários e candidatos registrar junto à Justiça Eleitoral um número de telefone celular oficial para o envio de mensagens de propaganda eleitoral e partidária aos eleitores.</p>
<p>O texto proíbe o bloqueio desse número pelos provedores de serviços de mensagens eletrônicas (SMS, p. ex.) e instantâneas (Whatsapp, p. ex.), salvo em caso de ordem judicial.</p>
<p>No entanto, os provedores de serviços de mensageria instantânea deverão disponibilizar mecanismos que permitam aos usuários a opção de descadastramento do recebimento dessas mensagens.</p>
<p>As mensagens enviadas por meio desses números cadastrados e destinadas a pessoas previamente cadastradas não serão consideradas como disparo em massa, mesmo se o envio ocorrer por meio de sistemas automatizados ou <em>bots</em>.</p>
<p><strong>Penhora</strong><br />
Segundo o texto, o juiz de ações apresentadas por fornecedores de produtos e serviços a partidos políticos ou candidatos por falta de pagamento não poderá penhorar ou bloquear os recursos desses fundos.</p>
<p>A proibição vale inclusive para ações trabalhistas ou penais, com ressalva para os casos de dinheiro utilizado em fim diverso do permitido quando constatado pela Justiça Eleitoral.</p>
<p>O juiz que decretar essa penhora ou garantia será enquadrado no crime de abuso de autoridade e os atos praticados por órgãos estaduais, distrital, municipais ou zonais não implicam quaisquer punições ao órgão nacional do respectivo partido.</p>
<p>Nesse sentido, em nenhuma hipótese a Justiça Eleitoral, a União ou qualquer órgão da administração pública poderá realizar descontos, bloqueios ou retenções automáticas nos repasses desses fundos destinados aos órgãos nacionais dos partidos políticos para quitar débitos, multas, devoluções ou sanções impostas a órgãos partidários inferiores.</p>
<p>No entanto, a autonomia partidária remete ao diretório nacional a atribuição de decidir como o dinheiro é subdividido entre as estruturas do partido.</p>
<p>Apesar disso, o texto reforça que as despesas realizadas por órgãos partidários estaduais, distrital, municipais ou zonais devem ser assumidas e pagas exclusivamente pela esfera partidária correspondente, nunca recaindo sobre órgãos hierarquicamente superiores, salvo acordo expresso firmado com o diretório nacional.</p>
<p>Essa separação introduz na lei decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) na Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 31, concluída em 2021.</p>
<p>Todas as mudanças são feitas na Lei dos Partidos Políticos (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1995/lei-9096-19-setembro-1995-368874-norma-pl.html">Lei 9.096/95</a>) e serão aplicáveis imediatamente, inclusive a processos em curso que ainda não tenham transitado em julgado.</p>
<p><strong>Limite de multa<br />
</strong>Atualmente, a lei prevê multa de 20% sobre valores desaprovados na prestação de contas e o projeto limita essa multa a R$ 30 mil.</p>
<p>A forma de pagamento da multa e do valor utilizado irregularmente também muda. Em vez de o valor ser quitado em até 12 meses, com retenção de um máximo de 50% da cota do Fundo Partidário, o débito total passa a ser executado a partir do ano seguinte ao do trânsito em julgado da prestação de contas e parcelado em até 180 meses, isso se este ano não for ano eleitoral.</p>
<p>Já o prazo para julgamento da prestação de contas passa de cinco para três anos e terá caráter administrativo em vez do caráter jurisdicional de hoje. Isso permitirá entrar com nova ação questionando o exame da prestação de contas. Passado o prazo sem julgamento, o processo será extinto por prescrição.</p>
<p>Independentemente de o início do pagamento começar ou não em um semestre eleitoral, nesse período do ano de eleições não haverá, em nenhuma hipótese, sanção de suspensão de repasse de cotas desses fundos citados ou desconto de valores a título de devolução por condenações em exercícios anteriores ou mesmo suspensão de órgãos partidários, ainda que por ausência de prestação de contas.</p>
<p>A reprovação da prestação de contas do partido não poderá implicar sanção que o impeça de participar do pleito eleitoral e uma eventual sanção de suspensão de repasses por reprovação deve ser aplicada somente após o seu trânsito em julgado.</p>
<p><strong>Limite de suspensão<br />
</strong>O PL 4482/25 também limita a cinco anos a sanção de suspensão de repasses de recursos do Fundo Partidário ou a sanção de suspensão do órgão partidário, prazo contado da decisão final. Depois desse tempo, o órgão deverá ser automaticamente reativado e estar apto a receber recursos.</p>
<p>Esse prazo valerá inclusive para os casos em andamento.</p>
<p>Em todo caso, quando o partido apresentar prestação de contas pendente que tenha provocado suspensão de repasse de cotas essa sanção será imediatamente suspensa, mesmo antes do julgamento.</p>
<p><strong>Ajuda solidária<br />
</strong>Embora deixe claro que a sanção por desaprovação de contas de um determinado órgão do partido não poderá ser descontada dos recursos dos órgãos partidários hierarquicamente superior, o substitutivo permite que estes órgãos assumam o débito parcelando-o em até 180 meses.</p>
<p>Outros débitos em execução pela Advocacia Geral da União (AGU) por prestações de contas já transitadas em julgado também poderão ser parcelados em até 180 meses, independentemente do valor e se já existir parcelamento em curso com prazo menor.</p>
<p><strong>Relação de inaptos<br />
</strong>Outra novidade no substitutivo de Gambale é que a Justiça Eleitoral deverá manter lista atualizada em sua página de quais órgãos partidários (estaduais, distrital, municipais e zonais) estão aptos ou não a receber recursos do Fundo Partidário.</p>
<p>Esses dados deverão permitir a emissão de certidão com data e horário e se não houver inaptidão o órgão será considerado apto a receber repasses.</p>
<p>O texto não especifica prazos para o lançamento de informações sobre a passagem de apto para inapto, assim caso seja realizado eventual repasse a diretório ou órgão que se encontrava inapto no momento da transferência, ele não precisará devolver o dinheiro se:</p>
<ul>
<li>for comprovada a destinação regular dos recursos às atividades partidárias; e</li>
<li>as contas relativas aos recursos sejam posteriormente apresentadas pelo órgão destinatário com regularização retroativa do repasse.</li>
</ul>
<p>Essa regra será aplicada ainda às prestações de contas de exercícios anteriores às mudanças do projeto, mesmo se transitadas em julgado ou em fase de execução.</p>
<p><strong>Despesas regulares<br />
</strong>O texto de Rodrigo Gambale considera despesa regular aquela que seja executada e registrada contabilmente pelo partido por meio de comprovação bancária e fiscal.</p>
<p>Além disso, diz que a falta de informação em documento fiscal idôneo, erro material ou falha formal não caracterizam irregularidade grave a ponto de implicar devolução de dinheiro público. Para isso, o partido terá de comprovar a destinação legítima dos recursos às suas atividades partidárias por meio de comprovantes bancários, contratos, atas, relatórios ou registros contábeis.</p>
<p><strong>Finalidades</strong><br />
Quanto às finalidades de uso dos recursos do Fundo Partidário, o substitutivo aprovado permite que eles quitem encargos decorrentes de inadimplência de pagamentos, tais como multa de mora, atualização monetária ou juros, inclusive as relacionadas com contas anteriores e multas eleitorais.</p>
<p>Isso valerá para os partidos, seus dirigentes e seus candidatos, mas os recursos não poderão ser utilizados para quitar multas por atos infracionais, ilícitos penais e administrativos.</p>
<p>Confira outros pontos do PL 4822/25:</p>
<ul>
<li>o pagamento de dirigentes partidários poderá ser por meio de Recibo de Pagamento Autônomo (RPA) se compatível com as funções exercidas e registrado contabilmente;</li>
<li>a prestação de serviços será considerada comprovada quando o dirigente exercer cargo ou função partidária registrado em documento perante a Justiça Eleitoral, dispensando-se prova adicional de execução de tarefas;</li>
<li>todos os órgãos partidários sem movimentação de recursos, em vez de apenas os órgãos municipais, serão dispensados de enviar declarações de isenção tributária;</li>
<li>o envio das mídias e arquivos contendo os programas de propaganda partidária e eleitoral para as emissoras de rádio e televisão será sempre gratuito para os partidos políticos, com eventuais custos suportados pelas emissoras.</li>
</ul>
<p class="x_MsoNormal"><strong>Debates</strong><br />
Para o relator, deputado Rodrigo Gambale, o projeto traz alterações estruturais e necessárias na Lei dos Partidos Políticos para otimizar a gestão partidária, garantir a segurança jurídica das agremiações e harmonizar as normas de fiscalização com os princípios constitucionais da proporcionalidade e da razoabilidade.</p>
<div id="image-container-1274175" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274175">
<div class="midia-creditos"><em>Thiago Cristino / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260519172858664-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Kim Kataguiri (MISSÃO - SP)" /></div>
<div class="midia-legenda">Kataguiri criticou a diferenciação tributária dada aos partidos políticos</div>
</div>
<p class="x_MsoNormal">Apenas deputados contrários à proposta discursaram em Plenário. Eles criticaram a ausência de fala dos parlamentares a favor do texto. "Quando não tem ninguém disposto a defender sua posição de forma firme, veemente, coisa boa muito dificilmente é", afirmou o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP).</p>
<p class="x_MsoNormal">Ele disse sempre desconfiar de propostas em que não há deputados inscritos a favor. Kataguiri criticou a diferenciação dada a partidos políticos em relação a empresas em quesitos tributários, penais e administrativos. "Se tiver condenação penal, se cometer crime, não vai poder penhorar, bloquear", reclamou.</p>
<p class="x_MsoNormal">A deputada Adriana Ventura (Novo-SP) afirmou que a proposta tem aberrações como suspensão de dívidas com a fusão de partidos. "O partido se alimenta de dinheiro público, faz irregularidades de todos os tipos, e tem uma fusão e nada do partido podre passa para o novo partido. Ele não assume responsabilidade nenhuma, tudo é suspenso", disse. Para ela, o texto está blindando partidos políticos e fragilizando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>
<p class="x_MsoNormal">Prever que o fundo partidário possa pagar multas, juros e dívidas de partidos é um "pulo do gato" com dinheiro público, segundo a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS). "O cara mal utiliza o dinheiro, é multado e julgado e o dinheiro público vai pagar? Não tem como ser a favor disso", criticou. Ela também criticou o aumento de parcelas em até 15 anos. "O pobre do povo tem cheque especial e precisa pagar senão tem juros, e os partidos terão 15 anos", disse.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Conselho de Ética analisa representação contra o deputado Marcos Pollon nesta quarta-feira]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1274068-conselho-de-etica-analisa-representacao-contra-o-deputado-marcos-pollon-nesta-quarta-feira/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1274068-conselho-de-etica-analisa-representacao-contra-o-deputado-marcos-pollon-nesta-quarta-feira/</guid>
            <pubDate>Tue, 19 May 2026 21:56:00 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Relator da representação recomendou 60 dias de suspensão do mandato do deputado]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1274086" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1274086">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260519154529914-768x473.jpg" alt="Apreciação de parecer. Dep. Ricardo Maia (MDB-BA). Dep. Fabio Schiochet (UNIÃO-SC)" /></div>
<div class="midia-legenda">Reunião do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar</div>
</div>
<p>O <span id="4203" class="termoGlossario" title="Órgão encarregado de zelar pela observância da ética e do decoro parlamentar na Câmara. Compete-lhe instaurar e instruir os processos disciplinares referentes a denúncias de atos incompatíveis com o decoro parlamentar, recomendando ou não punições cabíveis aos deputados, que vão desde a censura oral até a perda de mandato. Caso recomende punições severas, o parecer do conselho deverá ser votado pelo Plenário em dois dias, em votação secreta. O conselho atua mediante provocação da Mesa Diretora, nos casos de instauração de processo disciplinar." contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top">Conselho de Ética e Decoro Parlamentar</span> da Câmara dos Deputados transferiu para esta quarta-feira (20), às 14 horas, a votação de representação da Mesa Diretora contra o deputado Marcos Pollon (PL-MS). A votação estava marcada para esta terça-feira (19), mas foi adiada em razão do início da Ordem do Dia do Plenário.</p>
<p>Pollon é acusado de ter feito declarações de cunho ofensivo e depreciativo contra o presidente da Câmara, Hugo Motta, durante manifestação em Campo Grande, em agosto do ano passado.</p>
<p>O relator da representação, deputado Ricardo Maia (MDB-BA), mudou seu parecer e reduziu a suspensão do mandato de Marcos Pollon de 90 dias para 60 dias. Ricardo Maia lamentou a postura de lideranças políticas que não reconheceram o resultado das eleições de 2022.</p>
<p>"A política só pode ter razão quando a fazemos para as pessoas. Enquanto fizermos política para partido ou para líder político, nós não falamos, só replicamos o que colocam em grupo de WhatsApp e deixam muitos alienados, na direita e na esquerda."</p>
<p>Marcos Pollon apresentou sua defesa ao Conselho de Ética nesta terça-feira (19). Ele explicou que, na manifestação, cobrava o presidente da Câmara para pautar o projeto de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.</p>
<p>"É a dor das pessoas que move todos os políticos, independentemente das diferenças ideológicas. Foi com esta perspectiva que cumpri todo meu mandato", defendeu-se. "Há um sofrimento sem medida e sem justificativa para estas pessoas."</p>
]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Conselho de Ética analisa processos contra deputados nesta terça-feira]]></title>
            <link>https://www.camara.leg.br/noticias/1273279-conselho-de-etica-analisa-processos-contra-deputados-nesta-terca-feira/</link>
            <guid>https://www.camara.leg.br/noticias/1273279-conselho-de-etica-analisa-processos-contra-deputados-nesta-terca-feira/</guid>
            <pubDate>Tue, 19 May 2026 11:30:00 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<div>
<div id="image-container-1273317" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1273317">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img style="width: 100%; height: auto;" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/05/img20260505135204716-768x473.jpg" alt="Apreciação de pareceres." /></div>
<div class="midia-legenda">Conselho de Ética e Decoro Parlamentar durante reunião</div>
</div>
</div>
<div>O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados se reúne nesta terça-feira (19), às 14 horas, no plenário 11, para analisar processos instaurados contra parlamentares.</div>
<div></div>
<div>Entre os itens da pauta está o parecer do deputado Ricardo Maia (MDB-BA) sobre a <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2563296">Representação 26/25</a>, contra Marcos Pollon (PL-MS). No parecer, Maia recomenda a suspensão do mandato de Pollon por 90 dias. O texto foi apresentado em reunião anterior, mas um pedido de vista adiou a votação.</div>
<div>
<p>Na representação da Mesa Diretora, Marcos Pollon é acusado de fazer ofensas de caráter pessoal contra Hugo Motta durante a ocupação do Plenário.</p>
</div>
<div><strong>Novos processos</strong></div>
<div>Também estão previstos a instauração de novos processos e o sorteio de nomes para formar listas tríplices para as seguintes representações:</div>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2546003">REP 15/25</a>, do Partido Liberal - PL, contra o deputado André Janones (Rede-MG)</li>
</ul>
<p>O partido acusa Janones de quebra de decoro parlamentar por publicações nas redes sociais contra Michelle Bolsonaro e outras mulheres. As publicações são apontadas como ofensivas, sexistas e incompatíveis com a dignidade do mandato.</p>
<div>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3115232&amp;filename=REP%203/2026">REP 3/26</a>, do Partido Novo, contra os deputados do Psol Chico Alencar (RJ), Glauber Braga (RJ), Pastor Henrique Vieira (RJ), Ivan Valente (SP), Célia Xakriabá (MG), Erika Hilton (SP), Fernanda Melchionna (RS), Professora Luciene Cavalcante (SP), Luiza Erundina (SP), Sâmia Bomfim (SP), Talíria Petrone (RJ) e Tarcísio Motta (RJ), e o deputado Lindbergh Farias.</li>
</ul>
<p>O partido questiona a conduta dos parlamentares que acionaram a Procuradoria-Geral da República contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo a representação, o senador convocou uma vigília de oração pela saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro, que estava em prisão domiciliar. Os deputados afirmaram que a vigília seria uma "manobra" para dificultar as ações policiais.</p>
</div>
<ul>
<li>REP 10/26, do Partido dos Trabalhadores, contra o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL)</li>
</ul>
<div>O partido afirma que o deputado fez ofensas e acusações graves contra o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) durante reunião da CPMI do INSS, repetiu ataques em entrevista coletiva e voltou a criticá-lo publicamente dias depois.</div>
<div></div>
<div><strong>Novo sorteio</strong></div>
<div>Também está previsto novo sorteio para escolha do nome de relator das seguintes representações:</div>
<div>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3115218&amp;filename=REP%201/2026">REP 1/26</a>, do Partido Liberal contra o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ);</li>
</ul>
<p>A acusação sustenta que o parlamentar usou o cargo para promover perseguição política contra adversários, entre eles o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (SP).</p>
</div>
<div>Será substituído o deputado Da Vitoria (PP-ES).</div>
<div>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3115237&amp;filename=REP%204/2026">REP 4/26</a>, do Partido Novo contra o deputado Rogério Correia (PT-MG);</li>
</ul>
<p>O partido acusa Correia de agredir fisicamente o deputado Luiz Lima (Novo-RJ) durante confusão em uma reunião da Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI) do INSS.</p>
</div>
<div>Será substituído o deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO).</div>
<div>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3115257&amp;filename=REP%207/2026">REP 7/26</a>, do Partido Novo contra a deputada Erika Hilton (Psol-SP).</li>
</ul>
<p>O Novo reclama que, em declarações nas redes sociais, a deputada teria usado termos ofensivos, como "imbecis" e "esgoto da sociedade", para criticar opositores políticos. O partido alega que a imunidade parlamentar não deve acobertar ataques à honra de terceiros.</p>
<p>Será substituído o deputado Ricardo Ayres.</p>
</div>
<div>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3115382&amp;filename=REP%209/2026">REP 9/26</a>, do Partido Novo contra o deputado Lindbergh Farias.</li>
</ul>
<p>O partido acusa Lindbergh Farias de quebra de decoro por ter chamado o deputado Alfredo Gaspar de "estuprador" durante reunião da CPMI do INSS.</p>
<p>Será substituído o deputado Da Vitoria.</p>
</div>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82007">Veja a pauta completa</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
        </item>
    </channel>
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