Enquete do PL 4527/2025

Resultado

Resultado parcial desde 10/09/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 13 9%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 4 3%
Discordo totalmente 130 88%

O que foi dito

Pontos mais populares

Sou usuário diário deste serviço. A maior frequência do uso do serviço de transporte de passageiros por aplicativo com uso de motocicleta pode gerar aumento no número de acidentes com motocicleta no trânsito. Por isso, cabe um estudo das secretarias municipais sobre como prevenir acidentes e orientar a população. Tanto para que respeite o motociclista, quanto para que este respeite as leis de trânsito.

DAVI HAYDEE ALMEIDA LOPES 27/10/2025
6

O foco no EIP é falho, pois os dados de acidentes generalizam, sem distinguir causas por má-condução de motoristas de app ou por falhas estruturais, como vias mal sinalizadas/distribuídas. Não há evidência de investimento prévio das prefeituras em vias, sinalizações ou campanhas educativas. Exigir um estudo complexo (saúde/executivo) oneroso pode inviabilizar a autorização da atividade, limitando o acesso da população a um transporte ágil e de preço justo, além de barrar a inovação tecnológica.

LUIZ CARLOS BRAIZ SOARES JUNIOR 27/10/2025
23

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 15 encontrados.

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  • Ponto positivo: A empresa Uber não se responsabiliza por nenhum acidente causado pelo motorista. Vejo inúmeros casos de imprudências e até mesmo de ato criminosos, quando o motoqueiro causa danos a outros veículos e vão embora sem se responsabilizar por nada. No site do serviço, não há nenhuma opção para denunciar esse atos. Além disso, é nítido a quantidade de acidentes graves que vem ocorrendo com os clientes desse serviço sobrecarregando o SUS! Pois nem o motorista nem a empresa se responsabilizam!

    ANA CAROLINE XAVIER SILVA 06/12/2025
    0
  • Ponto negativo: Pontos negativos aumentar a taxa de desemprego e consecutivamente gerar impacto negativo na economia tirando do individuo que usa essa forma de trabalho o poder de gerar sua renda de forma justa. sem falar que vai torna a vida de muita gente que usa esse serviço mais complicada.

    KAIO ALEXANDRE ARAUJO FILGUEIRA 05/11/2025
    1
  • Ponto positivo: Não existe ponto positivo pois o que vejo é o interesse de uma determinada classe ou cidadãos querendo proibir um serviço que esta gerando muitos empregos, os dados de acidentes com usuários de moto devem demostrar como foi o acidente como categoria, causa e efeito, se não estão mostrando esses dados fica muito claro pra mim que esses sinistros irão continuar acontecendo por se tratar de algo mais serio que é o comportamento humano, e prejudicar uma categoria por isso e desumano.

    KAIO ALEXANDRE ARAUJO FILGUEIRA 05/11/2025
    0
  • Ponto negativo: Que desculpa sem noção essa, qual a verdadeira preocupação com os empresários de transporte público ou com os acidentes que acontecem com qualquer automóvel? Inclusive vejo mais acidentes de carro aqui na minha cidade do que motos. E quando tem de moto é algum atrasado para o trabalho escravo de CLT. Deputado no Brasil só pensam em se mesmo. A população cansou de ser humilhada por altíssima taxas de táxi e mau educação de vários taxistas. Então proiba vender moto e pronto né!

    FABIO PEREIRA DA SILVA 29/10/2025
    3
  • Ponto negativo: A estatistica dos acidentes com motocicletas não leva só os acidentes com transporte de passageiros, e sim de modo geral, sendo que a maioria das pessoas que usam motocicleta, não trabalham com transporte de passageiro com aplicativos, deveriam fazer uma estatisca apenas com os acidentes envolvendo o transporte por aplicativos, viriam que o número é bem baixo, comparado ao geral.

    HERBERT PEREIRA DE CASTRO 29/10/2025
    3
  • Ponto negativo: Sempre a maioria de sinistro fatais foi registrado por motos independente dos aplicativos pois a segurança de uma moto é menor é claro que com a atuação dos aplicativos houve aumento mas esse projeto é exagerado vai quase banir o serviço que atendem tantas pessoas e trás o sustento para as famílias dos motoristas se os municípios implementarem tecnologia maior nas câmeras e fortificar a fiscalização de trânsito vai ter segurança. Todos vão devagar com guardas presentes e com som de uma sirene

    BRUNO CAVALCANTE VIEIRA 29/10/2025
    3
  • Ponto negativo: O Governo não pensa nos Motoboys que estão na pista dando seu suor pra alimentar sua família, eles só pensam em arrecadações, e passam uma cortina de fumaça em tudo oque acontece no país, essa Lei só vai atrasar o nosso corre.

    JEAN FERREIRA ALVES 28/10/2025
    3
  • Ponto negativo: Esse projeto só burocratizar para quem trabalha tem sua renda por aplicativo visando a saúde de modo o qual não temos saúde o SUS e precarizado mal tem capacidade para atender ao casos comuns e ainda querer fazer estudo pra aceita ter uso dos aplicativos . Antes de aceita o PL trabalhe pra aumenta a saúde deixa ela 100% para procura propor medidas para outras areas de trabalho suportar .

    WINDERSON JOSE RODRIGUES DO NASCIMENTO 28/10/2025
    3
  • Ponto negativo: Ocorrem acidentes diariamente, com carros, motos, ônibus, caminhões. E se generalizam os dados, colocando a culpa principalmente nos motociclistas. Os deputados fazem proposições malucas. E que sofre é quem realiza o trabalho de moto frentista corretamente.

    CARLOS HENRIQUE DA SILVA 27/10/2025
    9
  • Ponto negativo: Quando o que se esperava era um aumento no valor pago aos motoristas, os motoristas são pegos de surpresa com um projeto de Lei que não os ausculta, com o risco de tirar-lhes as rendas. Acredito que este não é o momento de deixar as prefeituras que já arrecadam muito e pouco dão em troca aos civis, se sobreporem aos aplicativos, que já estão sendo reconhecidos pela Suprema Corte como um trabalho proveniente da evolução tecnológica. Tudo demais é veneno, inclusive a regulamentação em geral.

    DANIEL VITORINO DA COSTA E SILVA 27/10/2025
    6
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  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  3. RIC 814/2026

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  4. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  6. INC 515/2026

    Requer o envio de indicação à Ministra de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) para que promova a convocação dos candidatos excedentes aprovados para o cargo de Auditor Fiscal do Trabalho (AFT) no Concurso Nacional Unificado 1 (CNP1), e também para convocação dos aprovados nos cargos de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD), e Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico (ATDS) no Concurso Público Unificado 2 (CNP2).