Enquete do PL 472/2025

Resultado

Resultado final desde 17/02/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 6.061 44%
Concordo na maior parte 69 0%
Estou indeciso 12 0%
Discordo na maior parte 125 1%
Discordo totalmente 7.800 55%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não há nada de positivo e só mais um político tentando passar pano pros crimes fartamente documentados de Israel ..A genuidade de Israel e questionada desde sua fundacao e dar a Israel o direito de ser o único país a reclamar de uma mortandade e negar os genocídios sudaneses, congoleses, na Ruana,.com os armênios pela Turquia, e por aí vai! Agora os antigos judeus tem o monopólio do sofrimento e isso vai ser válido em lei pra fazer o msm com os palestinos? Uma abominação

LUCAS FERREIRA DOS REIS 24/04/2025
1659

Uma coisa é a religião e etnia judaica que deve ser respeitada como toda religião e etnia. Já há lei para legislar sobre intolerância religiosa.Outra coisa é não se poder criticar o Estado de Israel, que é uma entidade política,nada a ver com etnia ou religião.Inclusive judeus ortodoxos criticam o Estado de Israel e sua existência.Mais temerário ainda é o Estado Brasileiro se servir de uma definição estrangeira da IHRA para legislar sobre como interpretar um tema histórico e punir brasileiros!

DEBORA EL JAICK ANDRADE 24/04/2025
1461

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 234 encontrados.

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  • Ponto negativo: A proposta é baseada em interesses sionistas e não em rigor histórico e promove a desinformação, distorção e falsificação histórica.

    MYKEL ALEXANDER DOS SANTOS GOMES 21/12/2025
    2
  • Ponto negativo: O ponto mais preocupante desta proposta é a proibição de críticas ao Estado de Israel. Não existe qualquer lei em nosso país que impeça os cidadãos brasileiros de condenaram ações de outros Estados, pois seria claramente uma forma de censura. A lei atual já contempla intolerância religiosa e racismo. O objetivo dessa proposta é o de calar as vozes daqueles que lutam pela dignidade do povo palestino e pelo fim do genocídio perpetrado por Israel.

    ALINE FIORANI QUADRELLI 05/10/2025
    6
  • Ponto positivo: A Declaração de Jerusalém sobre Antissemitismo é uma ferramenta para identificar, confrontar e conscientizar sobre o antissemitismo, conforme se manifesta em países ao redor do mundo atualmente. Ela inclui um preâmbulo , uma definição e um conjunto de 15 diretrizes que fornecem orientações detalhadas para aqueles que buscam reconhecer o antissemitismo a fim de elaborar respostas, e que pretende ser uma alternativa à Definição Operacional de Antissemitismo adotada pela IHRA.

    EDILMAR DE BARROS 26/08/2025
    1
  • Ponto negativo: A Definição da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA) é rejeitada por um grupo de acadêmicos internacionais que trabalham em Estudos sobre Antissemitismo, incluindo Estudos Judaicos, do Holocausto, de Israel, da Palestina e do Oriente Médio. O texto da Declaração se beneficiou de consultas com acadêmicos, juristas e membros da sociedade civil, com amplo conhecimento e experiência em estudos sobre antissemitismo e áreas afins.

    EDILMAR DE BARROS 26/08/2025
    1
  • Ponto positivo: Os deputados devem conhecer a a Declaração de Jerusalém sobre Antissemitismo, produto de uma iniciativa originária de Jerusalém, inspirada pela Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948. A Declaração deve ser útil para monitorar e combater o antissemitismo, bem como para fins educacionais. Esta é a Declaração que deve ser proposta e adotada para combate ao Antissemitismo, como alternativa à Definição da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA), controversa e confusa.

    EDILMAR DE BARROS 26/08/2025
    1
  • Ponto positivo: Advertências sobre a IHRA: ''128 scholars warn: ‘Don’t trap the United Nations in a vague and weaponized definition of antisemitism’. Não existem unanimidades sobre a declaração da IHRA em suas definições de antissemitismo. Segundo os acadêmicos, a definição é "vaga e incoerente" e acolheu um relatório recente do Professor E Tendayi Achiume, relator especial da ONU sobre formas contemporâneas de racismo, que criticou duramente a definição da IHRA por seu impacto negativo nos direitos humanos

    EDILMAR DE BARROS 22/08/2025
    2
  • Ponto negativo: Ouçam os sábios! Em um comunicado publicado em 2022, 128 acadêmicos, que incluem importantes acadêmicos judeus de universidades israelenses, europeias, do Reino Unido e dos Estados Unidos, afirmaram que a definição foi "sequestrada" para proteger o governo israelense de críticas internacionais. Os acadêmicos pediram à ONU que não adote a controversa definição de antissemito da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA), devido ao seu efeito "divisivo e polarizador".

    EDILMAR DE BARROS 22/08/2025
    2
  • Ponto negativo: Em recente relatório, a Profa. E. Tendayi Achiume, Relatora Especial da ONU sobre formas contemporâneas de racismo, adverte “...contra a dependência da IHRA WDA como instrumento orientador para e na ONU e suas entidades constituintes” e apela aos “Estados-membros e funcionários da ONU para rejeitarem firmemente e agirem de forma responsável para pôr fim à instrumentalização política da luta contra o antissemitismo”. Entenda-se quais podem ser, em parte ou no todo, as intenções do PL 472/2025.

    EDILMAR DE BARROS 22/08/2025
    1
  • Ponto positivo: O governo de Luiz Inácio Lula da Silva retirou-se da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA), organização criada para o combate ao antissemitismo e memória do massacre dos judeus. No entanto, o relatório ''European Legal Support Center(ELSC)-7/23'', explica como a definição de antissemitismo da IHRA foi adotada e implementada de forma a facilitar e validar a supressão da defesa dos direitos palestinos e a silenciar a crítica ao Estado de Israel e sua política colonialista.

    EDILMAR DE BARROS 22/08/2025
    1
  • Ponto negativo: Na esmagadora maioria dos casos, as alegações de antissemitismo invocadas na definição da IHRA são falsas. O relatório, ''European Legal Support Center(ELSC)-7/23, explica como a definição de antissemitismo da IHRA foi adotada e implementada de forma a facilitar e validar a supressão da defesa dos direitos palestinos e a silenciar as críticas ao governo israelense. A IHRA não distingue claramente entre antissemitismo e a crítica ao Estado de Israel e sua política colonialista.

    EDILMAR DE BARROS 22/08/2025
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  5. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei