Enquete do PL 2628/2022

Resultado

Resultado final desde 10/12/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 128 60%
Concordo na maior parte 16 7%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 17 8%
Discordo totalmente 55 25%

O que foi dito

Pontos mais populares

Punição apenas monetária transmite a ideia de que quem tem dinheiro está livre para explorar crianças e adolescentes. Reincidência deveria ser Inafiançável e prisão. E prisão definitiva para quem possui arquivo de sexualização de menores. Precisa também incerir protocolo para transferir tutela quando o tutor é o explorador, abusador.

ELAINE SILVA DE FARIA 20/08/2025
4

Qual é o papel dos Conselhos Tutelares do Brasil na defesa de direitos de crianças e adolescentes em ambiente digital ? Pois no projeto de lei nem se cita os Conselhos Tutelares.

LUCAS GUIMARAES FAIER 25/02/2025
23

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto negativo: existe um looping lógico no texto da lei, ela veda o perfilamento do publico alvo, mas para que o provedor de serviço consiga ter indicio que o perfil é operado por menores eles vão ter de acabar fazendo perfilamento dos perfis, além de que essa lei vai ser usada de forma má intencionada principalmente contra sites menores e de contribuição livre que subsistem por doação como por exemplo a Wikipedia e não tem condição financeira e física de manter o tipo de log que a PL pede.

    VICTOR JOSE SCHEFFEL 27/08/2025
    0
  • Ponto negativo: É dever dos >pais< conferirem o conteúdo que os filhos acessam na Internet. O estado nunca tem a proteção dos cidadões em mente, pode ter certeza que essa lei será usada de fachada para censurar críticas ao governo e a própria lei em si, é só dar uma olhada no que está acontecendo no Reino Unido (país que adotou essa lei), estão prendendo críticos com a desculpa de "proteção as crianças". Estão amarrando os adultos para as crianças andarem livres.

    Luiz Correa Alves 27/08/2025
    0
  • Ponto positivo: Punição apenas monetária transmite a ideia de que quem tem dinheiro está livre para explorar crianças e adolescentes. Reincidência deveria ser Inafiançável e prisão. E prisão definitiva para quem possui arquivo de sexualização de menores. Precisa também incerir protocolo para transferir tutela quando o tutor é o explorador, abusador.

    ELAINE SILVA DE FARIA 20/08/2025
    4
  • Ponto negativo: Chega de controle governamental e autoridade pública dizendo o que cada um pode ou não pode fazer! Cada família precisa prestar atenção e educar seus filhos. Nenhum governo pode suprir educação moral e bom exemplo para as crianças. Chega de controle disfarçado de compaixão, CHEGA!!!

    MARCIO DENDENA 20/08/2025
    10
  • Ponto negativo: Não é admissível usar o tema proteção de crianças para embutir controle social pelo governo. No final de tudo o governo não sinaliza interesse em proteção de crianças e sim o controle total do cidadão através das redes sociais.

    MARCELO MONTALBAN DE SOUSA 19/08/2025
    14
  • Ponto negativo: Em diversos pontos do texto, cita-se o controle parental como recurso de proteção às crianças. É necessário rever esses pontos com mais cuidado, já que crianças LGBTs, por exemplo, poderiam ter sua privacidade e ldentidade (direito protegido pelo ECA) postas em risco, a depender das famílias em que estão inseridas. É um ponto de atenção para que a Lei realmente seja benéfica para a população que visa proteger, e não possa instrumentalizar futuras formas de violência.

    VICTORIA KLARISSA DE SOUZA 19/08/2025
    5
  • Ponto negativo: O artigo 24 é também preocupante, pois é vago na definição das diretrizes e boas práticas para a proteção de crianças e adolescentes. Esse trabalho cabe ao ECA e a um conjunto de membros da sociedade civil, não apenas ao Executivo. Permitir isso colocaria em risco populações que não possuem seus direitos identitários devidamente protegidos por Lei, já que tais diretrizes poderiam simplesmente ser alteradas a depender da ideologia vigente.

    VICTORIA KLARISSA DE SOUZA 19/08/2025
    7
  • Ponto negativo: O artigo 9 é preocupante, pois abre brecha para processamento de dados sensíveis por corporações e redes sociais. Como visto no Reino Unido, onde foi aplicado uma prática semelhante, isso força a população a oferecer seus documentos pessoais para Big Techs, e estão à mercê de vazamento de dados, censura e vigilância. Para a aprovação desse PL, esse artigo precisa ser modificado.

    VICTORIA KLARISSA DE SOUZA 19/08/2025
    8
  • Ponto negativo: O PL 2.628/2022, embora alegue proteger crianças, abre brechas graves para censura e restrição excessiva. A remoção imediata de conteúdos sem decisão judicial favorece abusos e silenciamento indevido. Termos vagos, como “atração evidente de crianças”, permitem interpretações amplas, atingindo conteúdos legítimos. A exigência de verificação de idade e identidade ameaça a privacidade, expõe dados sensíveis e pode excluir usuários sem documentação, gerando risco de vigilância e controle excessivo.

    Milena 14/08/2025
    17
  • Ponto negativo: Mais uma tentativa de censura geral disfarçada de proteção às crianças. Tentativa essa impulsionada pelas mesmas pessoas que vivem defendendo sexualização precoce e tratamentos hormonais e cirurgias para mudança de sexo de crianças.

    FELIPE BARATA CERCEAU 13/08/2025
    6

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  3. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.