Enquete do PL 2719/2024

Resultado

Resultado parcial desde 03/07/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 681 99%
Concordo na maior parte 5 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

A emissão da Carteira de Identificação da Pessoa com Epilepsia é uma demanda das tanto das pessoas com epilepsia quanto de seus familiares. Muitas vezes, ao ter uma crise epiléptica na rua, se a pessoa está sozinha, pode ser confundida em uso de álcool e outras drogas, as pessoas não sabem o que tem e como fazer o socorro. A emissão tbm poderá gerar dados para políticas para essa população. Ao usar por exemplo o cordão de girassol ? a pessoa com epilepsia poderá usar a carteira.

Denise Martins Ferreira 15/08/2025
37

É muito difícil chegar a um diagnóstico rapidamente oque pode levar a incluir pessoas que sofrem de outras comorbidades!

GRAZIELA KATIA LEMOS GUEDES 25/08/2025
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Eu tenho epilepsia desde que comecei a fazer curso superior de engenharia, sofrendo convulsões dormindo, e raramente tive fora de casa convulsões, prof. sabiam que eu tinha e me descriminava custei a formar. mas formei e passei em concurso publico de ensino médio antes de formar lá, servi por 3 anos e pouco, me incentivaram a sair sai de lá e passei em outro concurso de ensino superior não fui chamado, criei redes sociais e segui divulgando e levando para o MPMG os meus trabalhos sem retorno.

    FRANK DIAS FERREIRA 08/09/2025
    1
  • Ponto positivo: Eu tenho epilepsia tônica crônica generalizada pra mim será muito importante para que as pessoas identifique a crise e não confunda com outras situações e poção me auxiliar no momento.

    ALINE SILVA MEIRA 28/08/2025
    0
  • Ponto positivo: Meu filho tem epilepsia desde os 6 meses e sei o quanto a conscientização é importante. Em casos de crise, cada segundo conta. Um espaço visível em documentos ou pulseiras para indicar informações médicas e o medicamento SOS pode salvar vidas. Uma medida simples, mas que garante segurança e agilidade no atendimento de quem vive com condições de saúde como a epilepsia.

    DJENNIFER ALINE VINCENZI NASCIMENTO 27/08/2025
    0
  • Ponto positivo: Eu tenho epilepsia e lúpus dês dos 9 anos, hoje estou com 27, e desde lá os médicos falaram que eu não posso ficar sozinha, e não é todo mundo que entende essa doença, não sabem como agir, alguns tem medo. Depende de cada pessoa, algumas tem crises iguais, outras tem tipo do meu que perdem o sentido, são andando sem saber, derruba as coisas que está segurando, fica parada. Com certeza essa carteira ajudaria muito pessoas como nós, principalmente uma pulseira com indicação pessoa epilética ?

    Tainã Noleto 26/08/2025
    2
  • Ponto positivo: Eu tenho epilepsia desde da adolescência, e o médico disse que eu não posso sair sozinha, e nem sempre tem alguém pra me acompanhar. Uma carteira de identificação vai me ajudar muito caso precise de ajuda de outra pessoa.

    EDNA PUPO BATISTA PEREIRA 25/08/2025
    3
  • Ponto positivo: Meu nome é Carol e aos 25 anos fui diagnosticada com Epilepsia Focal do Lobo Pariental. Essa é mais difícil de diagnosticar, mas a partir de então consegui interagir com outras pessoas com epilepsia. No geral, temos que tomar muito cuidado e em mtas vezes o que é considerado um cotidiano "comum" para outras pessoas precisa ser adaptado para nós. Algo que nos identifica além de um cordão abre caminhos para a garantia dos nossos direitos e reconhecimento de nossas necessidades

    MARIA CAROLINA SILVA DE ALMEIDA 25/08/2025
    3
  • Ponto positivo: Dar a devida importância para um assunto que pode ajudar a acolher quem tem essa condição, desmistificando assim a doença e esclarecendo os cuidados necessários a quem necessitar numa urgência em que esteja desacompanhada.

    UGO MINORU FONDA KAGEYAMA 25/08/2025
    3
  • Ponto negativo: É muito difícil chegar a um diagnóstico rapidamente oque pode levar a incluir pessoas que sofrem de outras comorbidades!

    GRAZIELA KATIA LEMOS GUEDES 25/08/2025
    4
  • Ponto positivo: As pessoas com epilepsia precisam de uma rede de apoio,pois é uma doença devastadora possuindo muitas formas diferentes, e essa doença traz muitas outras, afinal as pessoas epiléticas não podem ter o mesmo ritmo da maioria! A vida é muito difícil tanto para o epilético quanto para todos que o cercam! deveria haver toda uma rede de acesso pelo SUS com profissionais que seguissem com o paciente, dando toda a segurança do tratamento! Os medicamentos, como todos os outros das outras doenças!

    GRAZIELA KATIA LEMOS GUEDES 25/08/2025
    9
  • Ponto positivo: Sou Thays Oliveira, da cidade de Manaus Amazonas, e independente de qualquer região do Brasil,as pessoas com epilepsia que nem sempre tem somente epilepsia, acompanhada de ansiedade, depressão, exclusão e preconceito, necessitam dessa identificação ,pois ajudará também no socorro em vias públicas e privadas, dando direito a prioridade no atendimento onde quer que seja o local, é um passo que precisa ser dado ,mesmo com medicamento sofremos tonturas e outros sintomas diariamente ao se locomover.

    THAYS NARA GARRIDO DE OLIVEIRA 25/08/2025
    12
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  5. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  6. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei