Enquete da PEC 45/2023 (Fase 1 - CD)

Resultado

Resultado parcial desde 18/04/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 132 22%
Concordo na maior parte 11 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 27 4%
Discordo totalmente 432 72%

O que foi dito

Pontos mais populares

A PEC, se aprovada como proposta pelo relator, aumentará a desigualdade social, o encarceramento injusto e promoverá o retrocesso ao abolir o artigo 28. Além disso, colocará em risco pessoas vulneráveis e aumentará o estigma social. Prender usuários de maconha nos igualará a regimes autoritários, afastando-nos ainda mais das democracias e nos aproximando das ditaduras autoritárias, onde o estado acredita ter poder sobre a natureza e sobre a liberdade individual.

Rafael 30/04/2024
66

A PEC vai de encontro com estudos sérios sobre o impacto da criminalidade, encarceramento e benefício do crime organizado que a criminalização do porte de drogas causa, sobretudo pequenas quantidades de maconha de usuários. Países do globo adotam soluções contrárias à criminalização, justamente para promover controle de saúde pública, diminuir e controlar o tráfico de drogas e a formação de grupos paraestatais. É absurdo que essa PEC tenha sido aprovada no SF com 23 mil votos contra (site SF).

Alan Leite 22/04/2024
72

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

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  • Ponto negativo: O ponto negativo que não tem alguma multa, ou pena para o usuário e ou uma internação compulsória. Não basta indentificar o usuário, muitas das vezes o usuário é usado pelo traficante como o famoso aviãozinho. Pois só querem certas ideologias ficar passando a mão na cabeça das pessoas em vez de pedir uma política nacional de educação e combate as drogas e outras ideologias tirar a vida. As multas aplicada aos usuários de acordo vão servir para ajudar. Mas a corrupção pode atrapalhar. Paz e bem.

    ROGERIO JOSE LATARO FARIA 01/10/2024
    0
  • Ponto positivo: Ponto positivo que ninguém atentou é que o juiz que vai decidir se a pessoa é usuário ou não. As pessoas não lêem e não interpreta sai fazendo juízo de valores sobre a lei e quem criou.

    ROGERIO JOSE LATARO FARIA 01/10/2024
    0
  • Ponto positivo: Se aprovada, a criminalização do uso e porte de qualquer quantidade de entorpecente vai inibir o usuário de consumir e portar. Dificultar o uso e porte ajuda a combater o crime organizado. Somente quem tem um amigo ou familiar refém do vício de drogas sabe o quanto seu consumo é realmente um risco potencial à saúde humana.

    CELSO HERMELINDO CARNEIRO 12/09/2024
    0
  • Ponto negativo: haverá o almento de todos os tipos de crimes, o cáos será estabelecido em toda a esfera social, os serviços públicos não serão suficientes diante da demanda. O cidadão não usuário ou traficante pagará a conta, como sempre.

    wilson lima timoteo 26/06/2024
    5
  • Ponto positivo: O povo brasileiro fica ciente quais os políticos que apoiam a discriminação das drogas, favorecendo tanto aos traficantes quanto a usuários, ambos favorecendo a diversos crimes.

    wilson lima timoteo 26/06/2024
    3
  • Ponto negativo: O senador que propôs está tratando do assunto no lugar errado, cometendo erro de topografia constitucional. É um erro tratar do tema no artigo V da C.F., atacando direitos. O tema pertence ao artigo 196 (Título VIII, capítulo II, seção II) que trata ==da saúde==. O tema exige que se forneça tratamento de saúde aos adictos, não cabendo nenhuma forma de supressão de direitos.

    David 26/06/2024
    4
  • Ponto negativo: A PEC insiste no combate às drogas com polícia, que fracassou miseravelmente no mundo todo o tempo todo. E ainda deixa aberta a distinção de usuário e traficante - alguma dúvida que negros e pobres vão automaticamente pro 2º grupo? A proposta vai agravar o encarceramento em massa e abastecer as organizações criminosas - problemas incomparavelmente mais graves que o uso de drogas em si.

    Emerson Prado 26/06/2024
    8
  • Ponto negativo: Esta Emenda é um retrocesso ! Vai na contramão dos países desenvolvidos. Aproxima ainda mais o usuário do traficante. O Estado deveria tratar o usuário de drogas como dependente químico e não como criminoso. Essa emenda criará ainda mais problemas, desde abordagens policiais nas ruas e delegacias, bem como encarceramento desnecessário. O Estado deve tratar o problema das drogas como saúde pública, produzindo os entorpecentes e vendendo em farmácias, gerando receita e empregos. Não mais gastos.

    RAUL FERREIRA FRANCO 26/06/2024
    7
  • Ponto positivo: A PEC, se aprovada como proposta pelo relator, contribuirá para melhorias na segurança pública, saúde e educação. Sem usuários não há financiamento do tráfico. Menos vícios é igual a mais corpos e mentes sãs, mais ordem e mais progresso. Quem defende descriminalização de drogas não faz ideia de como o tráfico funciona e do mal que traficantes fazem ao mundo. Aumento de população carcerária se resolve é com mais e melhores presídios e processos penais bem conduzidos e não com desencarceramento.

    GRUPO MUSICAL FLAUTA E COMPANHIA - Mardane Marília 25/06/2024
    3
  • Ponto negativo: Cimentar na Constituição uma política fracassada é de uma burrice extrema. Mas quem é alfabetizado e possui mais de 2 neurônios sabe que esta PEC é apenas um showzinho eleitoreiro. O objetivo da "oposição" é agradar seus eleitores, travando uma guerrinha com o STF, que está prestes a descriminalizar o porte da maconha para consumo pessoal. Só que a PEC é inconstitucional. Então, se aprovada, mais uma vez o STF terá de intervir. Pode até passar na Câmara, mas morrerá na praia. Que pena...

    Eduardo Costa 04/06/2024
    26
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  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PL 1799/2026

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  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.