Enquete do PL 509/2024

Resultado

Resultado parcial desde 29/02/2024

Opção Participações Percentual
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Na minha opinião a emissão da CTPS no formato físico é totalmente um retrocesso para o cidadão. A argumentação da ausência ao acesso a internet e a dificuldade com a navegação na web é absurdamente surreal. Na realidade o poder público deveria ter politicas públicas para acesso a web em estados menos favorecidos. Quanto as dificuldades com a web, não é verdade. Um cidadão hoje com 59 anos, sabe navegar nas mídias sociais. Enfim retrocesso total.

ERONDINO JOSÉ GONÇALVES MOREIRA JUNIOR 15/07/2024
1

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Exibindo resultados 1 a 3 de 3 encontrados.

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  • Ponto negativo: Carteira de Trabalho física é objeto de fraudes. Causou enormes prejuízo a Caixa Econômica Federal, ao Ministério do Trabalho e a Previdência Social. Esse projeto tem que ser arquivado. Por favor! Grato.

    Thalabardon MCOC 30/07/2024
    1
  • Ponto negativo: Além do evidente retrocesso, a CTPS física era porta aberta para as FRAUDES que ocorriam tanto no Ministério do Trabalho quanto no INSS. Acredito que a solução mais demicrática para todas e todos os trabalhadores é zerar os impostos de celulares e computadores para trabalhadores de baixa renda, ou sem emprego formal. Por favor, Vsa.: retrocesso não!

    Marco Antonio Siqueira 30/07/2024
    1
  • Ponto negativo: Na minha opinião a emissão da CTPS no formato físico é totalmente um retrocesso para o cidadão. A argumentação da ausência ao acesso a internet e a dificuldade com a navegação na web é absurdamente surreal. Na realidade o poder público deveria ter politicas públicas para acesso a web em estados menos favorecidos. Quanto as dificuldades com a web, não é verdade. Um cidadão hoje com 59 anos, sabe navegar nas mídias sociais. Enfim retrocesso total.

    ERONDINO JOSÉ GONÇALVES MOREIRA JUNIOR 15/07/2024
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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