Enquete da PEC 23/2023

Resultado

Resultado parcial desde 10/05/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 8.076 97%
Concordo na maior parte 33 0%
Estou indeciso 4 0%
Discordo na maior parte 4 0%
Discordo totalmente 245 3%

O que foi dito

Pontos mais populares

PEC totalmente justa e plausível. O Oficial de Justiça, a ponta da lança do Poder Judiciário que atua diretamente perante os jurisdicionados na materialização das decisões judiciais, é além de um Servidor Público, um importante agente de transformação social. Indiscutivelmente uma categoria essencial à Administração da Justiça e à escorreita prestação jurisdicional.

Elder Coutinho 11/05/2023
715

Acredito que seja demasiado o concurso de provas e títulos, sendo o suficiente apenas de provas. creio que esta mudança seja crucial para que não se esgote os candidatos aptos a concorrer à vaga.

lucas arizio 15/05/2023
29

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 162 encontrados.

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  • Ponto positivo: O Oficial de Justiça é a cara e a Justiça a todos em todos os lugares do nosso País. Não é trabalho que possa ser realizado por qualquer um. Perde a credibilidade se não não tiver conhecimento da Lei e se não for concursado. São muitas as dificuldades enfrentadas por esse profissional que trabalha sozinho, em lugares, seja mais longínquos ou mais perigosos, por próprios meios, para cumprir o determinado pelo Juiz. Já é carreira de Estado. Falta o reconhecimento na CF.

    CLAUDIO MARCIO RODRIGUES AGUIAR 21/04/2025
    5
  • Ponto positivo: O oficial de justiça é visão do judiciário e suas mãos fora do átrio do Fórum. Está sujeito a diversas intempéries, é uma categoria sui generis, talvez a única que usa seu próprio meio de transporte pra executar um serviço de utilidade pública extrema, qual seja a prestação jurisdicional materializada. Atua só na maioria das vezes. Arrisca sua vida, exerce um múnus público que alcança setores diversos da sociedade, em diversos locais. Merece ser reconhecido como categoria digna de constituição.

    ERMESON SANTOS DA CRUZ 18/04/2025
    5
  • Ponto positivo: A aprovação da PEC 23 representará um importante reconhecimento da essencial função dos Oficiais de Justiça para a efetividade da justiça e para a sociedade. Valorizar essa categoria é investir em um sistema judiciário mais célere e eficiente, garantindo que as decisões judiciais sejam cumpridas com a diligência e a importância que merecem. É um passo positivo rumo a um Judiciário mais forte e a uma sociedade com seus direitos assegurados.

    DEILSON BARROS MARTINS DE FIGUEIREDO 08/04/2025
    12
  • Ponto positivo: O Oficial de Justiça é essencial à Justiça. É ele quem leva a Justiça a todos os lugares do nosso País. Não é trabalho que possa ser realizado por qualquer um. Perde a credibilidade se não não tiver conhecimento da Lei e se não for concursado. São muitas as dificuldades enfrentadas por esse profissional que trabalha sozinho, em lugares, seja mais longínquos ou mais perigosos, por próprios meios, para cumprir o determinado pelo Juiz. Já é carreira de Estado. Falta o reconhecimento na CF.

    FATIMA DAS GRACAS TEIXEIRA CORREIA 06/04/2025
    10
  • Ponto positivo: Fala-se em desnecessidade do cargo, bem como poderia ser realizado por qualquer um. Bom, caso essa análise fosse verdadeira, o juiz poderia ser substituído pelo analista que redige decisões, bem como servidores poderiam ser substituídos por estagiários que realizam o mesmo trabalho. É preciso considerar que nós analisamos o que e como penhorar, citar, reintegrar a posse de um imóvel, verificar a saúde de um interditando, buscar e apreender crianças em risco e afastar agressores dos lares.

    WELBER RODRIGUES MENDES 23/09/2024
    39
  • Ponto positivo: É o oficial de justiça quem materializa a decisão judicial. Sem a sua função a maioria das decisões não passaria de uma folha de papel.

    AIDE DE ARAUJO BARROS 23/09/2024
    38
  • Ponto positivo: Muitos conhecem apenas o oficial de justiça das novelas diligenciando em apartamentos suntuosos. Aliás, acredito que até alguns deputados desconhecem a realidade. Diligências urbanas/rurais a qualquer dia, horário, sol, chuva, frio, noite, utilizando o próprio veículo ao seu dispêndio. Quando informo e ficam sabendo da realidade, as pessoas ficam abismadas. Pensam que é só entregar um papel. Desconhecem outros os atos praticados como p. ex. penhoras, prisões, apreensões, remoções, conduções...

    Emerson 21/05/2024
    43
  • Ponto positivo: Não consigo entender como, até a presente data, o Oficial de Justiça não é considerado essencial à justiça. Um servidor que vai a campo, que muitas vezes é o Estado se fazendo presente. Distorção histórica que necessita ser corrigida

    Dedé Moreira 26/04/2024
    41
  • Ponto positivo: O Oficial de Justiça é merecedor desta garantia. Cumpre Penhoras (e arresto e sequestro de bens), avaliações de imóveis e móveis, busca e apreensão de veículos, imissões em posse, despejos/desocupações, constatações, prisão civil, conduçoes coercitivas, medidas protetivas de urgência da lei maria da penha e outras situações nas quais ficam expostos ao risco, muitas vezes sozinhos, atos que por vezes são complexos em razão da dinâmica social, em lugares, ermos, zonas rurais, invasões, etc.

    FLAVIO PEDRO LOEFF BRANDT 06/04/2024
    40
  • Ponto positivo: Servidor de fundamental importância para a efetividade da prestação jurisdicional. Sem ele, todo o trabalho desenvolvido nos fóruns não passa de uma ficção. O Oficial de Justiça é o agente que materializa as decisões judiciais, sob o risco constante de exercer tal função pública. Nada mais justo que reconhecer constitucionalmente como uma função essencial à justiça, o que, de fato, nada mais é do que a realidade.

    André Rocha 06/04/2024
    31
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.