Enquete do PL 1494/2022

Resultado

Resultado parcial desde 06/06/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 80 99%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

E o reconhecimento de dedicação exclusiva a uma profissão que é interrompida por motivo alheio a vontade do servidor,sendo este reconhecimento necessário para a dignidade do servidor.

Flávio Augusto 22/05/2023
19

JÁ ESTOU APOSENTADO DESDE 1.994. QUE PENA ESTA LEI NÃO TER VINDO HÁ MAIS TEMPO

Arisio Roberto 04/07/2023
10

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Infelizmente em nosso país uma lei de tamanha importância e urgência para militares que hoje estão com salários medíocres pela situação em que passaram sendo reformados, se enxerga tanta demora em ser aprovada. Enfermidades tiraram o sonho de muitos não apenas em servir nessas instituições, como de terem seus salários dignos a cada vitória com suas promoções e merecimentos. Vamos nos unir para que nossos políticos aprovem o mais rápido esta lei.

    BENJAMIN MENDES DE SOUSA MELO 22/08/2024
    3
  • Ponto positivo: O policial militar ou bombeiro militar não é reformado por invalidez por uma escolha, mais devido algum acidente ou ferimento em serviço que o deixou com sequelas que o impediram de seguir a carreira profissional e chegar a coronel, muitos hoje com salario miserável que não dá pra arcar com os tratamentos médicos e as suas subsistência e de familiares, esse projeto fará justiça aos policiais e bombeiros militares do Brasil, Deus abençoe a todos!

    DOGIVAL RODRIGUES DA SILVA 18/04/2024
    4
  • Ponto negativo: E os policiais federais? a polícia mais doente do mundo

    Pedro Czarnik 14/09/2023
    2
  • Ponto positivo: E aquele militar, que morreu em serviço, e deixou família constituida e não teve oportunidade de proporcionar algo melhor para sua família, e hoje muitas pensionistas com crianças menores de idade passando dificuldades , sem falar nas mais idosas!! Essa lei,sendo aprovada tem que retroagir e beneficiar a todos inclusive os que tem salários mais baixos,independente de quando foi reformado ou morreu em serviço. A lei, tem retroagir para benefiar , temos que exigir , é o nosso direito.

    Silvio 12/09/2023
    7
  • Ponto positivo: Se for aprovado,a lei, tem que retroagir e beneficiar à todos que se enquadram nessa situação. Independente do ano que foi reformado! A lei tem que retroagir para beneficiar a todos, como foi no caso da reforma da previdência dos militares em que a lei retroagiu e todos pagam. Sofri acidente em serviço e fui reformado como soldado, sendo que colegas da minha turma de soldado hoje são oficiais de alta patente! Fui privado de crescer profissionalmente, por um acidente em que eu estava de serviço.

    Silvio 12/09/2023
    11
  • Ponto positivo: QUE BOM QUE DEUS ABRIU OS OLHOS DAS AUTORIDADES PARA ESSA SITUAÇÃO QUE ESTA ACONTECENDO A DECADAS. DEUS ASSIM CONFIRMA ESSA VITORIA ATRAVES DESSE PROJETO DE LEI QUE VAI FAZER GRANDE DIFERENÇA NA VIDA DOS POLICIAIS MILITARES REFORMADOS DO PAIS.

    Marcos dos santos bento 18/08/2023
    8
  • Ponto negativo: JÁ ESTOU APOSENTADO DESDE 1.994. QUE PENA ESTA LEI NÃO TER VINDO HÁ MAIS TEMPO

    Arisio Roberto 04/07/2023
    10
  • Ponto positivo: QUE DEUS ABENÇOE NOSSOS PARLAMENTARES E ILUMINE SEMPRE SUAS ATITUDES POSITIVAS,TAIS COMO ESTA.

    Arisio Roberto 04/07/2023
    8
  • Ponto positivo: E o reconhecimento de dedicação exclusiva a uma profissão que é interrompida por motivo alheio a vontade do servidor,sendo este reconhecimento necessário para a dignidade do servidor.

    Flávio Augusto 22/05/2023
    19
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  2. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  3. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 614/2026

    Autoriza o Poder Executivo a promover transferência, movimentação, realocação, incorporação e manutenção do vínculo empregatício com a União dos empregados públicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e empregados das empresas públicas do setor metroferroviário federal desestatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização para entidades da Administração Pública direta ou indireta.

  6. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei