Enquete do PL 864/2021

Resultado

Resultado parcial desde 12/03/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 542 97%
Concordo na maior parte 7 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 14 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os riscos nos quais os agentes estão expostos são grandes e não ter nenhum aparato para se defender é o maior problema

Fabiano Reis Silva 14/03/2021
17

Analisando a curto, médio e longo prazo, não pude identificar pontos negativos a este projeto!

Will Cavalcanti 14/03/2021
6

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 106 encontrados.

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  • Ponto positivo: OS AGENTES DE TRÂNSITO EXECUTAM OFÍCIO QUE REQUER EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO E DEFESA COMO COLETES BALISTICOS E PORTE DE ARMA DE FOGO. ESTAO INCLUIDOS NO ART 144 CONFORME EC 88 E SAO INTEGRANTES DO SUSP.

    Sandro Xavier 26/06/2023
    0
  • Ponto positivo: A FUNÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DO AGENTE DE TRÂNSITO É MUITO PERIGOSA PARA SER EXERCIDA SEM EQUIPAMEBTOS QUE TRAGAM O MÍNIMO DE SEGURANÇA PARA ESSA CATEGORIA . ELES PRESERVAM VIDAS NO TRÂNSITO PORÉM NÃO TEM NADA PARA SALVAGUARDAR A SUA PRÓPRIA INTEGRIDADE. ATÉ QUANDO O LEGISLATIVO /EXECUTIVO VÃO FICAR INERTES OBSERVANDO VIDAS DE PAIS DE FAMÍLIAS SEREM CEIFADAS E FAMÍLIAS DILACERADAS?

    John Trindade 25/06/2023
    0
  • Ponto positivo: Melhora a segurança do agente de trânsito e também da população, deveriam transformar o agente de trânsito em polícia de trânsito, ai eles poderiam fazer revista em veículos, pois para cometer crimes o criminoso usa o trânsito, com isso melhorava a segurança pra população.

    Elias 17/11/2021
    5
  • Ponto positivo: O tema Armas de fogo têm que ser tratado igual a CNH, ou seja, se o cidadão atendeu aos requisitos não deveriam negar o porte ou a posse, imagine sendo um servidor público investido na sua função. aí é que não deveriam negar mesmo, e claro com fiscalizações rigorosas.

    jucan valtemir 02/11/2021
    4
  • Ponto positivo: Vários colegas perderam a vida sem ter ao menos a chance de se defender, sou a favor do porte de arma sim. Se tem deputados que são contra o armamento, é bem simples, é só andar desarmados e sem seguranças de escolta. Também não ande de carro blindado, quando alguém da sua família morrer, busquem ajuda ao estatuto do desarmamento. Ponha ele encima do caixão da vítima, talvez o vagabundo vai se arrepender e a pessoa retornará da morte.

    Gleyzon De Carvalho Ferreira 29/09/2021
    4
  • Ponto positivo: Ponto positivo melhorar a segurança dos Agentes de Transito nas ruas.

    Nando Valo 30/08/2021
    8
  • Ponto positivo: O trânsito no Brasil é bastante violento. E para quem trabalha diretamente em meio à violência é para ter, no mínimo, um mecanismo de defesa e treinamento para tal.

    halamo macedo 23/08/2021
    8
  • Ponto positivo: Teremos bem mais segurança no exercício da função .

    Luiz Ferreira Cardoso 11/08/2021
    8
  • Ponto positivo: Até que fim alguém percebeu este erro por que não sei como se explica uma categoria que tá inclusa no artigo144 mas não tem os mesmo direitos que as demais categorias da segurança pública.

    alexsandro pereira 11/08/2021
    3
  • Ponto positivo: É indiscutível que os agentes de trânsito exercem atividade de risco, sendo necessário o porte de armas de fogo para a sua segurança no exercício de sua atividade bem como fora dela!

    mariano da costa madureiro neto 11/08/2021
    4
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.