Enquete do PDL 376/2020

Resultado

Resultado parcial desde 24/08/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 25 3%
Concordo na maior parte 3 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 4 0%
Discordo totalmente 973 97%

O que foi dito

Pontos mais populares

O próprio estatuto do desarmamento foi imposto em total desacordo com o plebiscito de 2005, quando a maioria da população escolheu pelo porte de armas. Estes parlamentares representam interesses do Foro de SP e globalistas.

Virginia Castro 20/01/2021
31

MAIS UMA VEZ ALGUNS PARLAMENTARES NAO DEIXAM QUE CADA CIDADÃO EXERÇA SEU DIREITO DE SE ARMAR OU NAO,POREM MUITO DESSES PARLAMENTARES QUANDO NECESSITAM DE PROTEÇÃO POR ALGUM MOTIVO,UTILIZAM DE SEGURANÇA ARMADA,OU SEJA ,PARA O POVO NADA E PARA EU PARLAMENTAR TUDO E MAIS UM POUCO.

PAULO DA SILVA MEDEIROS 25/08/2020
51

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 111 encontrados.

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  • Ponto positivo: O povo votou o referendo sobre o desarmamento, e foi contra! Então se poder emana do povo! Vamos respeitar a vontade do povo! PDL totalmente político e viciado! Mas esperar o que de um deputado radical!

    Djalma Silva Junior 17/02/2023
    0
  • Ponto positivo: Já pelo autor do projeto de lei e sua reputação e de seu partido, não é bom para o cidadão ,ainda que venha camufladas de boazinha,como dizia o professor Olavo de Carvalho.

    Raul Duran 11/04/2021
    1
  • Ponto positivo: NÃO É JUSTO DEIXAR OS CIDADÃOS DE BEM DESARMADOS, POR CAUSA DE ALGUNS QUE NÃO QUEREM TER UMA ARMA REGISTRADA. COMPRA QUEM QUISER.

    MARISTON SOUSA NOVAES 14/03/2021
    1
  • Ponto negativo: Não vejo NENHUM PONTO NEGATIVO em dar ao CIDADÃO DE BEM, O direito a legitima defesa, inclusive, assegurado pelo ordenamento jurídico brasileiro.

    MARISTON SOUSA NOVAES 14/03/2021
    0
  • Ponto positivo: Nem só o estado onde moro, Bahia, que inclusive, e infelizmente, ganhou a poucos anos o título de estado mais violento do Brasil, e ainda continua sendo um dos primeiros nos índices de violência em nosso país, como também vários outros estados brasileiros têm grandes números registrados, isso segundo pesquisas, envolvendo muitos casos assassinatos pós roubos, roubos a comércios, roubos com vítimas sendo reféns, etc. Por isso pedimos URGENTEMENTE o PORTE DE ARMAS para TODOS os CIDADÃOS DE BEM.

    MARISTON SOUSA NOVAES 14/03/2021
    1
  • Ponto negativo: Vai contra o direito natural à legítima defesa da vida.

    Nelson Reis Oberlander Junior 04/03/2021
    1
  • Ponto negativo: O povo brasileiro manifestou sua vontade de comprar e portar armas. A vontade popular foi totalmente DESRESPEITADA com o Estatuto do Desarmamento. O direito à posse de armas nada tem a ver com golpe ou política, mas tão somente diz respeito ao direito de se defender. O Congresso ignora a vontade da população em pautas esquerdistas que vedam o acesso a armas. Quem não quiser que não compre uma arma, mas o povo tem o direito de optar. Esse projeto de lei é mais um que vai contra a população.

    Alexandre Spigiorin 01/03/2021
    1
  • Ponto negativo: É sempre mais fácil defender o que para eles não ha interesse. armar a população sim, e desarmar bandidos. Quando o bandido for assaltar o cidadão de bem, vai pensar 2x antes de assaltar, pois não saberá se a vitima poderá estar armada ou alguém próximo poderá, assim resolvendo o principal problema na segurança

    Rafael Marin 01/02/2021
    1
  • Ponto positivo: Para os deputados e senadores que tem segurança armada é fácil ser contra. O dificil é ser cidadão comum no Brasil sem segurança, pois esses mesmos congressistas apoiam e aprovam leis a favor da marginalidade. É muita falta de coerência dessa turma hipócrita.

    Rosana Menezes 30/01/2021
    1
  • Ponto negativo: Não possível que não consegue obedecer o Plebiscito. O Povo disse NÃO ao desarmamento.

    Luiz 29/01/2021
    3
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.