Enquete do PL 6330/2019

Resultado

Resultado final desde 18/06/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 121 87%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 3 2%
Discordo na maior parte 3 2%
Discordo totalmente 11 8%

O que foi dito

Pontos mais populares

salvar vidas pois a demora para inclusão rol da ans pode custar a vida de muitos pacientes além do medicamento oral ser mais prático podendo o paciente recebe-lo em casa não tendo que se deslocar e evitando contaminação em clínicas e hospitais visto que o mesmo já está com imunidade baixa.

Luis Fernando Cardoso Tofeti 23/06/2020
7

Não vejo pontos negativos. Os contratos com os planos de saúde, ainda que se tratem de mutuários e recursos finitos, a prestação do serviço integral e a garantia da vida do beneficiário é o objetivo da constituição da saúde suplmentar. É de interesse público a saúde do beneficiário e os planos devem permitir o acesso aos melhores tratamentos.

bruna cal viegas 16/07/2020
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 29 encontrados.

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  • Ponto positivo: Ja Não temos um SUS que funcione pq nosso sistema de saúde é um caos, como as pessoas farão ser ter assistência do plano neste caso? Decisão muito imatura, como muitas outras q tem feito o nosso Brasil literalmente pagar caro. Lamentavel e decepcionante.

    Carla Lilica 29/03/2022
    0
  • Ponto negativo: Os planos de saúde repassarão os custos para os participantes.

    Alvaro César Sant'Anna 09/02/2022
    0
  • Ponto positivo: Todo brasileiro tem direito a saúde. O que adianta ter plano de saúde se quando você está realmente doente e tem um tratamento aprovado pela Anvisa este lhe é negado? Se os planos não pagarem quem tem que pagar é o governo!! É nosso direito e temos que lutar por isso!!!

    Guilherme Almeida 08/02/2022
    1
  • Ponto negativo: Vários países possuem agências de avaliação de tecnologias que produzem pareceres para subsidiar o processo de incorporação de novas tecnologias. A oferta de novas drogas indústria farmacêutica é superior ao escasso e finito orçamento para incorporá-las. O processo de avaliação de tecnologias ajuda os gestores a decidirem quais tecnologias são vencedoras e devem ser incorporadas. O PL 6330 anula este processo de análise trazendo risco a saúde e ao financiamento da saúde

    Luiz Henrique Picolo Furlan 17/12/2021
    0
  • Ponto negativo: Este projeto de Lei vai aprofundar as diferenças entre o SUS e a saúde suplementar em termos de coberturas. Além disso, desconsidera totalmente o Processo de avaliação de tecnologias. O registro na ANVISA é feito com base no dossiê apresentado pela indústria sobre segurança e eficácia de uma nova medicação. Se o projeto for aprovado, serão incorporadas medicamentos sem a análise de custo efetividade incremental e impacto orçamentário para saber se podemos custear estas novas drogas!

    Luiz Henrique Picolo Furlan 17/12/2021
    0
  • Ponto negativo: A impressão que eu tenho é que as pessoas não tem a minima noção de quanto os custos com saúde aumentaram. Os planos de Saúde que seguem o Rol atual já estão em sua iminência de quebrar. A promessa de cobertura integral e aumento dos valores irá empurrar todos ao SUS. Isso, em termos de população geral será um desastre. Temos que aceitar que não podemos ter planos de saúde que cobrem todas as necessidades dos pacientes. Temos que aceitar que não podemos legislar e aumentar ainda mais os custos.

    MARIANA RAPHAELA GARCIA DE ARAUJO DOS SANTOS 16/12/2021
    0
  • Ponto positivo: Melhora a qualidade de vida dos pacientes. Principalmente aqueles que não podem esperar decisões judiciais ou que nem mesmo têm condições de ingressar com ações judiciais. Além disso os planos de saúde não irão quebrar por conta disso pois irão economizar em outros quesitos ( internações p.e.). Cabe lembrar que qq pessoa pode ter essa necessidade. Sejamos solidários e inteligentes!

    Denise 28/09/2021
    1
  • Ponto positivo: Em havendo aprovação pela ANVISA, é imperioso que o rol administrativo da ANS, que é atualizado a cada dois anos, de maneira defasada, posto que jamais acompanhará a evolução médica global, se torna lógico o fornecimento da medicação antineoplásica oral, sem a necessidade de inclusão expressa em seu rol.

    Crisley Scapini 30/08/2021
    2
  • Ponto positivo: Os planos de saúde são muito caros e tem muito lucro. No meu caso por exemplo, minha esposa e eu pagamos R$ 2.700,00 por mês no nosso plano. Fazem quase dois anos que não uso o plano para nada, devido a pandemia não saio de casa. Então por esse exemplo, eles estão lucrando muito, iguais a mim devem haver mais gente, então...

    Odnides Pereira 18/08/2021
    3
  • Ponto negativo: Aqui está sendo demonstrado uma discreta parcela do Estado mínimo.

    Márcia Santos de Gusmão 10/08/2021
    0

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  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei